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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Governo federal se reúne para enfrentar impactos do El Niño no Brasil

Clima

Governo federal se reúne para enfrentar impactos do El Niño no Brasil

Reunião interministerial discute estratégias para enfrentar impactos do El Niño no Brasil.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h03
Governo federal se reúne para enfrentar impactos do El Niño no Brasil

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Ministérios e especialistas debateram estratégias contra eventos climáticos extremos. A reunião busca proteger regiões vulneráveis antes que os efeitos do El Niño se intensifiquem.

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Na segunda semana de junho, uma reunião interministerial foi realizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República para discutir os possíveis impactos do fenômeno El Niño no Brasil. O encontro contou com a participação de órgãos do governo federal, instituições de pesquisa e representantes da sociedade civil, com o objetivo de elaborar estratégias de prevenção, adaptação e resposta a eventos climáticos extremos.

De acordo com a Secretaria-Geral, a reunião foi organizada pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas (SNDSAPP) e teve como base o documento intitulado “Carta de Posicionamento Frente ao Super El Niño e seus Impactos no Brasil”, elaborado pela Rede Pró-Adaptação Antirracista e pelo Observatório do Clima.

A secretária nacional da SNDS, Kelli Mafort, conduziu o encontro, que reuniu representantes do governo, instituições de pesquisa e especialistas para debater os impactos do El Niño e alternativas para mitigar os riscos associados à intensificação dos eventos climáticos extremos.

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“A reunião evidenciou a necessidade de fortalecer a coordenação federativa, a comunicação pública e os mecanismos de prevenção diante da intensificação dos eventos climáticos extremos”, destacou Kelli Mafort.

No final do debate, foram apresentadas diversas recomendações, como a criação e o fortalecimento de salas de situação e de monitoramento climático, além da melhoria na articulação entre os diferentes níveis de governo. Também foi enfatizada a importância da comunicação preventiva e do combate à desinformação, bem como a necessidade de ampliar a transparência nas ações governamentais já existentes.

Outra questão relevante abordada foi a construção de estratégias específicas para atender populações vulneráveis, como mulheres, populações negras, povos e comunidades tradicionais, e moradores de áreas urbanas periféricas, levando em conta as diferentes exposições e impactos potenciais associados aos eventos climáticos extremos.

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Os participantes concordaram sobre a importância da preparação antecipada, mesmo em cenários de incerteza, e ressaltaram a necessidade de integrar ciência, políticas públicas e participação social para desenvolver respostas eficazes aos riscos climáticos relacionados ao El Niño.

Estiveram presentes na reunião representantes do Cemanden e do Inmet no monitoramento técnico, além da Rede Pró-Adaptação Antirracista e do Observatório do Clima pela sociedade civil. Também participaram representantes de várias secretarias, como a Casa Civil, Meio Ambiente e Clima, ICMBio, Mulheres, Cidades, Integração e Desenvolvimento Regional, Secretaria de Relações Institucionais, Saúde, Igualdade Racial e Secretaria de Comunicação Social/PR.

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Na segunda semana de junho, uma reunião interministerial foi realizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República para discutir os possíveis impactos do fenômeno El Niño no Brasil. O encontro contou com a participação de órgãos do governo federal, instituições de pesquisa e representantes da sociedade civil, com o objetivo de elaborar estratégias de prevenção, adaptação e resposta a eventos climáticos extremos.

De acordo com a Secretaria-Geral, a reunião foi organizada pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas (SNDSAPP) e teve como base o documento intitulado “Carta de Posicionamento Frente ao Super El Niño e seus Impactos no Brasil”, elaborado pela Rede Pró-Adaptação Antirracista e pelo Observatório do Clima.

A secretária nacional da SNDS, Kelli Mafort, conduziu o encontro, que reuniu representantes do governo, instituições de pesquisa e especialistas para debater os impactos do El Niño e alternativas para mitigar os riscos associados à intensificação dos eventos climáticos extremos.

“A reunião evidenciou a necessidade de fortalecer a coordenação federativa, a comunicação pública e os mecanismos de prevenção diante da intensificação dos eventos climáticos extremos”, destacou Kelli Mafort.

No final do debate, foram apresentadas diversas recomendações, como a criação e o fortalecimento de salas de situação e de monitoramento climático, além da melhoria na articulação entre os diferentes níveis de governo. Também foi enfatizada a importância da comunicação preventiva e do combate à desinformação, bem como a necessidade de ampliar a transparência nas ações governamentais já existentes.

Outra questão relevante abordada foi a construção de estratégias específicas para atender populações vulneráveis, como mulheres, populações negras, povos e comunidades tradicionais, e moradores de áreas urbanas periféricas, levando em conta as diferentes exposições e impactos potenciais associados aos eventos climáticos extremos.

Os participantes concordaram sobre a importância da preparação antecipada, mesmo em cenários de incerteza, e ressaltaram a necessidade de integrar ciência, políticas públicas e participação social para desenvolver respostas eficazes aos riscos climáticos relacionados ao El Niño.

Estiveram presentes na reunião representantes do Cemanden e do Inmet no monitoramento técnico, além da Rede Pró-Adaptação Antirracista e do Observatório do Clima pela sociedade civil. Também participaram representantes de várias secretarias, como a Casa Civil, Meio Ambiente e Clima, ICMBio, Mulheres, Cidades, Integração e Desenvolvimento Regional, Secretaria de Relações Institucionais, Saúde, Igualdade Racial e Secretaria de Comunicação Social/PR.

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