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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Clima

Governo federal se reúne para enfrentar impactos do El Niño no Brasil

Reunião interministerial discute estratégias para enfrentar impactos do El Niño no Brasil.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h03
Governo federal se reúne para enfrentar impactos do El Niño no Brasil

Ministérios e especialistas debateram estratégias contra eventos climáticos extremos. A reunião busca proteger regiões vulneráveis antes que os efeitos do El Niño se intensifiquem.

Na segunda semana de junho, uma reunião interministerial foi realizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República para discutir os possíveis impactos do fenômeno El Niño no Brasil. O encontro contou com a participação de órgãos do governo federal, instituições de pesquisa e representantes da sociedade civil, com o objetivo de elaborar estratégias de prevenção, adaptação e resposta a eventos climáticos extremos.

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De acordo com a Secretaria-Geral, a reunião foi organizada pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas (SNDSAPP) e teve como base o documento intitulado “Carta de Posicionamento Frente ao Super El Niño e seus Impactos no Brasil”, elaborado pela Rede Pró-Adaptação Antirracista e pelo Observatório do Clima.

A secretária nacional da SNDS, Kelli Mafort, conduziu o encontro, que reuniu representantes do governo, instituições de pesquisa e especialistas para debater os impactos do El Niño e alternativas para mitigar os riscos associados à intensificação dos eventos climáticos extremos.

“A reunião evidenciou a necessidade de fortalecer a coordenação federativa, a comunicação pública e os mecanismos de prevenção diante da intensificação dos eventos climáticos extremos”, destacou Kelli Mafort.

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No final do debate, foram apresentadas diversas recomendações, como a criação e o fortalecimento de salas de situação e de monitoramento climático, além da melhoria na articulação entre os diferentes níveis de governo. Também foi enfatizada a importância da comunicação preventiva e do combate à desinformação, bem como a necessidade de ampliar a transparência nas ações governamentais já existentes.

Outra questão relevante abordada foi a construção de estratégias específicas para atender populações vulneráveis, como mulheres, populações negras, povos e comunidades tradicionais, e moradores de áreas urbanas periféricas, levando em conta as diferentes exposições e impactos potenciais associados aos eventos climáticos extremos.

Os participantes concordaram sobre a importância da preparação antecipada, mesmo em cenários de incerteza, e ressaltaram a necessidade de integrar ciência, políticas públicas e participação social para desenvolver respostas eficazes aos riscos climáticos relacionados ao El Niño.

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Estiveram presentes na reunião representantes do Cemanden e do Inmet no monitoramento técnico, além da Rede Pró-Adaptação Antirracista e do Observatório do Clima pela sociedade civil. Também participaram representantes de várias secretarias, como a Casa Civil, Meio Ambiente e Clima, ICMBio, Mulheres, Cidades, Integração e Desenvolvimento Regional, Secretaria de Relações Institucionais, Saúde, Igualdade Racial e Secretaria de Comunicação Social/PR.

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Ministérios e especialistas debateram estratégias contra eventos climáticos extremos. A reunião busca proteger regiões vulneráveis antes que os efeitos do El Niño se intensifiquem.

Na segunda semana de junho, uma reunião interministerial foi realizada pela Secretaria-Geral da Presidência da República para discutir os possíveis impactos do fenômeno El Niño no Brasil. O encontro contou com a participação de órgãos do governo federal, instituições de pesquisa e representantes da sociedade civil, com o objetivo de elaborar estratégias de prevenção, adaptação e resposta a eventos climáticos extremos.

De acordo com a Secretaria-Geral, a reunião foi organizada pela Secretaria Nacional de Diálogos Sociais e Articulação de Políticas Públicas (SNDSAPP) e teve como base o documento intitulado “Carta de Posicionamento Frente ao Super El Niño e seus Impactos no Brasil”, elaborado pela Rede Pró-Adaptação Antirracista e pelo Observatório do Clima.

A secretária nacional da SNDS, Kelli Mafort, conduziu o encontro, que reuniu representantes do governo, instituições de pesquisa e especialistas para debater os impactos do El Niño e alternativas para mitigar os riscos associados à intensificação dos eventos climáticos extremos.

“A reunião evidenciou a necessidade de fortalecer a coordenação federativa, a comunicação pública e os mecanismos de prevenção diante da intensificação dos eventos climáticos extremos”, destacou Kelli Mafort.

No final do debate, foram apresentadas diversas recomendações, como a criação e o fortalecimento de salas de situação e de monitoramento climático, além da melhoria na articulação entre os diferentes níveis de governo. Também foi enfatizada a importância da comunicação preventiva e do combate à desinformação, bem como a necessidade de ampliar a transparência nas ações governamentais já existentes.

Outra questão relevante abordada foi a construção de estratégias específicas para atender populações vulneráveis, como mulheres, populações negras, povos e comunidades tradicionais, e moradores de áreas urbanas periféricas, levando em conta as diferentes exposições e impactos potenciais associados aos eventos climáticos extremos.

Os participantes concordaram sobre a importância da preparação antecipada, mesmo em cenários de incerteza, e ressaltaram a necessidade de integrar ciência, políticas públicas e participação social para desenvolver respostas eficazes aos riscos climáticos relacionados ao El Niño.

Estiveram presentes na reunião representantes do Cemanden e do Inmet no monitoramento técnico, além da Rede Pró-Adaptação Antirracista e do Observatório do Clima pela sociedade civil. Também participaram representantes de várias secretarias, como a Casa Civil, Meio Ambiente e Clima, ICMBio, Mulheres, Cidades, Integração e Desenvolvimento Regional, Secretaria de Relações Institucionais, Saúde, Igualdade Racial e Secretaria de Comunicação Social/PR.

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