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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Inverno 2026 chega com frio extremo e risco de geada no Sul e Sudeste

Clima

Inverno 2026 chega com frio extremo e risco de geada no Sul e Sudeste

Inverno começa com frio intenso e previsão de temperaturas abaixo de 0°C no Sul e Sudeste.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h01
Inverno 2026 chega com frio extremo e risco de geada no Sul e Sudeste

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O inverno começa neste domingo (21) com temperaturas abaixo de 0°C no Sul e partes do Sudeste. Frente fria intensa marca o início da estação, mas El Niño promete ondas de calor no fim do período.

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A chegada do inverno no próximo domingo (21) traz um frio intenso, com previsão de temperaturas abaixo de 0°C no Sul e em áreas do Sudeste durante o mês de julho. Apesar da massa polar que avança pelo país nas primeiras semanas, o fenômeno El Niño deve ser intenso e provocar ondas de calor no final da estação.

O inverno deste ano começará sob influência de uma forte frente fria que deve provocar a primeira onda de frio da estação. De acordo com a Climatempo, a massa de ar polar associada ao sistema deve derrubar as temperaturas no Sul, em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste já na primeira semana da nova estação. Além disso, a previsão indica um novo episódio de friagem em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas.

Uma das fortes massas polares esperadas para julho deve levar o ar frio até a região de Goiânia e de Brasília, para o norte de Minas Gerais e extremo sul da Bahia.

Picos de calor intenso podem ocorrer em agosto no Centro-Oeste e no Sudeste do país. Também são esperados dias de muito calor no Norte e no Nordeste.

Em setembro, aumenta o risco de ondas de calor influenciando áreas do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste e Sudeste do país. Segundo a Climatempo, o fenômeno El Niño 2026/2027 tem grande probabilidade de atingir intensidade forte ou muito forte, podendo figurar entre os eventos mais intensos observados desde 1950.

Apesar disso, a temperatura média do inverno deve permanecer próxima dos padrões históricos no Sul do país, assim como em grande parte de Mato Grosso do Sul, São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Já em amplas áreas do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte, a expectativa é de temperaturas acima da média para a estação.

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A previsão também indica períodos de calor intenso, especialmente no sul e leste do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, oeste da Bahia, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso.

O avanço do El Niño deve alterar o comportamento das chuvas em diversas regiões do país durante o inverno. No Sul, a expectativa é de um aumento da instabilidade atmosférica, com mais frentes frias atuando ou se formando sobre a região. Como consequência, episódios de chuva forte, temporais e ventos intensos tendem a ocorrer com maior frequência ao longo da estação.

A previsão indica precipitação acima da média nos três estados do Sul, com destaque para o sudoeste do Paraná, onde os acumulados podem ficar muito acima dos valores normalmente registrados para o período.

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Mesmo em regiões que costumam atravessar o inverno sob predomínio do tempo seco, como o Sudeste e o Centro-Oeste, são esperados diversos episódios de chuva fora do padrão. A tendência é que a estação termine com volumes ligeiramente acima da média em grande parte dessas duas regiões.

O cenário também favorece mais chuva no centro-sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do oeste, centro-sul e leste de São Paulo. No Norte, Acre, Rondônia e o sul do Amazonas devem registrar precipitações superiores às observadas normalmente durante o inverno.

No Nordeste, o padrão típico de tempo seco e quente deve prevalecer, embora na faixa leste da região a previsão aponte chuva abaixo da média em julho, mês que ainda costuma ser chuvoso em vários trechos do litoral. A tendência de precipitações reduzidas deve continuar em agosto e setembro.

No extremo norte do país, os volumes também devem ficar abaixo do normal em Roraima, no norte e noroeste do Amazonas, no Amapá e no norte do Pará. Em Tocantins e no leste paraense, o predomínio será de tempo seco, como normalmente ocorre durante a estação.

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O inverno começa neste domingo (21) com temperaturas abaixo de 0°C no Sul e partes do Sudeste. Frente fria intensa marca o início da estação, mas El Niño promete ondas de calor no fim do período.

A chegada do inverno no próximo domingo (21) traz um frio intenso, com previsão de temperaturas abaixo de 0°C no Sul e em áreas do Sudeste durante o mês de julho. Apesar da massa polar que avança pelo país nas primeiras semanas, o fenômeno El Niño deve ser intenso e provocar ondas de calor no final da estação.

O inverno deste ano começará sob influência de uma forte frente fria que deve provocar a primeira onda de frio da estação. De acordo com a Climatempo, a massa de ar polar associada ao sistema deve derrubar as temperaturas no Sul, em áreas do Sudeste e do Centro-Oeste já na primeira semana da nova estação. Além disso, a previsão indica um novo episódio de friagem em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas.

Uma das fortes massas polares esperadas para julho deve levar o ar frio até a região de Goiânia e de Brasília, para o norte de Minas Gerais e extremo sul da Bahia.

Picos de calor intenso podem ocorrer em agosto no Centro-Oeste e no Sudeste do país. Também são esperados dias de muito calor no Norte e no Nordeste.

Em setembro, aumenta o risco de ondas de calor influenciando áreas do Norte, do Nordeste, do Centro-Oeste e Sudeste do país. Segundo a Climatempo, o fenômeno El Niño 2026/2027 tem grande probabilidade de atingir intensidade forte ou muito forte, podendo figurar entre os eventos mais intensos observados desde 1950.

Apesar disso, a temperatura média do inverno deve permanecer próxima dos padrões históricos no Sul do país, assim como em grande parte de Mato Grosso do Sul, São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Já em amplas áreas do Centro-Oeste, do Nordeste e do Norte, a expectativa é de temperaturas acima da média para a estação.

A previsão também indica períodos de calor intenso, especialmente no sul e leste do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, oeste da Bahia, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso.

O avanço do El Niño deve alterar o comportamento das chuvas em diversas regiões do país durante o inverno. No Sul, a expectativa é de um aumento da instabilidade atmosférica, com mais frentes frias atuando ou se formando sobre a região. Como consequência, episódios de chuva forte, temporais e ventos intensos tendem a ocorrer com maior frequência ao longo da estação.

A previsão indica precipitação acima da média nos três estados do Sul, com destaque para o sudoeste do Paraná, onde os acumulados podem ficar muito acima dos valores normalmente registrados para o período.

Mesmo em regiões que costumam atravessar o inverno sob predomínio do tempo seco, como o Sudeste e o Centro-Oeste, são esperados diversos episódios de chuva fora do padrão. A tendência é que a estação termine com volumes ligeiramente acima da média em grande parte dessas duas regiões.

O cenário também favorece mais chuva no centro-sul de Mato Grosso do Sul e em áreas do oeste, centro-sul e leste de São Paulo. No Norte, Acre, Rondônia e o sul do Amazonas devem registrar precipitações superiores às observadas normalmente durante o inverno.

No Nordeste, o padrão típico de tempo seco e quente deve prevalecer, embora na faixa leste da região a previsão aponte chuva abaixo da média em julho, mês que ainda costuma ser chuvoso em vários trechos do litoral. A tendência de precipitações reduzidas deve continuar em agosto e setembro.

No extremo norte do país, os volumes também devem ficar abaixo do normal em Roraima, no norte e noroeste do Amazonas, no Amapá e no norte do Pará. Em Tocantins e no leste paraense, o predomínio será de tempo seco, como normalmente ocorre durante a estação.

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