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Economia

Inflação oficial (IPCA) sobe 0,88% em março, diz IBGE

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação de 0,88% em março de 2026, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e...

10/04/2026 · 14h55
Inflação oficial (IPCA) sobe 0,88% em março, diz IBGE
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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação de 0,88% em março de 2026, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou 0,18 ponto percentual acima do apurado em fevereiro (0,70%) e foi influenciado principalmente pelos grupos transportes e alimentação e bebidas, que juntos responderam por 76% do índice do mês. Transmissão: Band.

No acumulado do ano, o IPCA alcança 1,92% e, nos 12 meses encerrados em março, acumula alta de 4,14%, valor superior aos 3,81% verificados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, o índice havia subido 0,56%.

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O aumento de 4,59% no preço da gasolina foi o componente que mais impactou o grupo transportes, com efeito de 0,23 ponto percentual sobre a inflação do mês. Passagem aérea (6,08%) e diesel (13,90%) também contribuíram para o avanço, embora com menor participação no IPCA total.

No segmento de alimentação e bebidas, os maiores aumentos vieram em leite longa vida (11,74%) e tomate (20,31%), com impactos de 0,07 e 0,05 ponto percentual, respectivamente. Segundo o IBGE, esses e outros subitens — cinco no total citados pela pesquisa — explicaram 0,43 ponto percentual do IPCA de março (0,88%).

Todos os nove grupos que compõem o IPCA registraram elevação em março. O maior crescimento foi no grupo transportes (1,64%), seguido por alimentação e bebidas (1,56%). As taxas dos demais grupos variaram entre 0,02% em educação e 0,65% em despesas pessoais.

O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, afirmou que já é possível identificar efeitos das incertezas no cenário internacional em alguns subitens, sobretudo nos combustíveis. Ele ressaltou ainda que a alimentação em casa teve aceleração mais clara, com alta de 1,94% — a maior desde abril de 2022 (2,59%) — combinando redução de oferta de determinados produtos e aumento do frete decorrente do encarecimento dos combustíveis.

INPC e outros detalhes

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,91% em março, taxa 0,35 ponto percentual superior à de fevereiro (0,56%). No ano, o INPC acumula 1,87% e, em 12 meses, 3,77%, acima dos 3,36% observados no período imediatamente anterior. Em março de 2025, o INPC havia registrado 0,51%.

Entre os destaques por grupos, despesas pessoais cresceu 0,65%, puxado por cinema, teatro e concertos (3,95%). Saúde e cuidados pessoais avançou 0,42%, influenciado por reajuste em planos de saúde (0,49%). A energia elétrica residencial subiu 0,13%, levando o grupo habitação a variar 0,22% em março, com reajustes médios em concessionárias do Rio de Janeiro de 6,92% e 14,66% (impacto de 3,09%), vigentes a partir de 15 de março.

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Na habitação, a taxa de água e esgoto (0,24%) incorporou aumento de 6,21% em uma concessionária de Porto Alegre (impacto de 2,18%), a partir de 23 de fevereiro. O gás encanado registrou queda de 0,10%, influenciada por reduções nas tarifas em Curitiba (-4,01% a partir de 1° de fevereiro) e no Rio de Janeiro (-4,44% a partir de 1° de fevereiro).

Variações regionais

Salvador apresentou a maior variação regional do IPCA em março (1,47%), influenciada pela alta da gasolina (17,37%) e das carnes (3,56%). A menor variação foi em Rio Branco (0,37%), impactada pela redução da energia elétrica residencial (-3,28%) e das frutas (-3,72%).

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No INPC regional, Salvador também teve a maior alta (1,52%), com forte influência da gasolina (17,37%) e do tomate (49,25%). Rio Branco apresentou a menor variação no INPC (0,33%), puxada pela queda da energia elétrica (-3,28%) e do óleo de soja (-6,46%).

O IBGE informou que o cálculo do índice comparou preços coletados no período de 4 de março de 2026 a 31 de março de 2026 (referência) com os preços vigentes de 30 de janeiro de 2026 a 3 de março de 2026 (base). O instituto calcula o indicador desde 1979; o INPC refere-se às famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, com o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas e municípios selecionados, como Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

Com informações de Agência Brasil

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou variação de 0,88% em março de 2026, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou 0,18 ponto percentual acima do apurado em fevereiro (0,70%) e foi influenciado principalmente pelos grupos transportes e alimentação e bebidas, que juntos responderam por 76% do índice do mês. Transmissão: Band.

No acumulado do ano, o IPCA alcança 1,92% e, nos 12 meses encerrados em março, acumula alta de 4,14%, valor superior aos 3,81% verificados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em março de 2025, o índice havia subido 0,56%.

O aumento de 4,59% no preço da gasolina foi o componente que mais impactou o grupo transportes, com efeito de 0,23 ponto percentual sobre a inflação do mês. Passagem aérea (6,08%) e diesel (13,90%) também contribuíram para o avanço, embora com menor participação no IPCA total.

No segmento de alimentação e bebidas, os maiores aumentos vieram em leite longa vida (11,74%) e tomate (20,31%), com impactos de 0,07 e 0,05 ponto percentual, respectivamente. Segundo o IBGE, esses e outros subitens — cinco no total citados pela pesquisa — explicaram 0,43 ponto percentual do IPCA de março (0,88%).

Todos os nove grupos que compõem o IPCA registraram elevação em março. O maior crescimento foi no grupo transportes (1,64%), seguido por alimentação e bebidas (1,56%). As taxas dos demais grupos variaram entre 0,02% em educação e 0,65% em despesas pessoais.

O gerente do IPCA, Fernando Gonçalves, afirmou que já é possível identificar efeitos das incertezas no cenário internacional em alguns subitens, sobretudo nos combustíveis. Ele ressaltou ainda que a alimentação em casa teve aceleração mais clara, com alta de 1,94% — a maior desde abril de 2022 (2,59%) — combinando redução de oferta de determinados produtos e aumento do frete decorrente do encarecimento dos combustíveis.

INPC e outros detalhes

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ficou em 0,91% em março, taxa 0,35 ponto percentual superior à de fevereiro (0,56%). No ano, o INPC acumula 1,87% e, em 12 meses, 3,77%, acima dos 3,36% observados no período imediatamente anterior. Em março de 2025, o INPC havia registrado 0,51%.

Entre os destaques por grupos, despesas pessoais cresceu 0,65%, puxado por cinema, teatro e concertos (3,95%). Saúde e cuidados pessoais avançou 0,42%, influenciado por reajuste em planos de saúde (0,49%). A energia elétrica residencial subiu 0,13%, levando o grupo habitação a variar 0,22% em março, com reajustes médios em concessionárias do Rio de Janeiro de 6,92% e 14,66% (impacto de 3,09%), vigentes a partir de 15 de março.

onibus tarifa 08

Na habitação, a taxa de água e esgoto (0,24%) incorporou aumento de 6,21% em uma concessionária de Porto Alegre (impacto de 2,18%), a partir de 23 de fevereiro. O gás encanado registrou queda de 0,10%, influenciada por reduções nas tarifas em Curitiba (-4,01% a partir de 1° de fevereiro) e no Rio de Janeiro (-4,44% a partir de 1° de fevereiro).

Variações regionais

Salvador apresentou a maior variação regional do IPCA em março (1,47%), influenciada pela alta da gasolina (17,37%) e das carnes (3,56%). A menor variação foi em Rio Branco (0,37%), impactada pela redução da energia elétrica residencial (-3,28%) e das frutas (-3,72%).

No INPC regional, Salvador também teve a maior alta (1,52%), com forte influência da gasolina (17,37%) e do tomate (49,25%). Rio Branco apresentou a menor variação no INPC (0,33%), puxada pela queda da energia elétrica (-3,28%) e do óleo de soja (-6,46%).

O IBGE informou que o cálculo do índice comparou preços coletados no período de 4 de março de 2026 a 31 de março de 2026 (referência) com os preços vigentes de 30 de janeiro de 2026 a 3 de março de 2026 (base). O instituto calcula o indicador desde 1979; o INPC refere-se às famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos, com o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas e municípios selecionados, como Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e Brasília.

Com informações de Agência Brasil

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