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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Intensificação das hostilidades entre EUA e Irã após fechamento do Estreito de Ormuz

Policial

Intensificação das hostilidades entre EUA e Irã após fechamento do Estreito de Ormuz

Aumento das tensões entre EUA e Irã após fechamento do Estreito de Ormuz em 11/07.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h15
Intensificação das hostilidades entre EUA e Irã após fechamento do Estreito de Ormuz

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As tensões entre os Estados Unidos e o Irã aumentaram significativamente desde que Teerã anunciou, no último sábado (11), o fechamento do Estreito de Ormuz. A medida foi uma resposta a um tiro de advertência disparado por forças iranianas que atingiu uma embarcação em uma rota considerada não autorizada. Na terça-feira (14), os EUA retomaram o bloqueio aos portos iranianos, que abrange todos os portos do país, tanto dentro quanto fora do estreito.

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Esse bloqueio não é uma novidade, uma vez que Washington já havia imposto uma restrição nos portos iranianos entre abril e junho, durando cerca de dois meses. Após a reativação do bloqueio naval, os Estados Unidos intensificaram as ações de fiscalização no Estreito de Ormuz, um dos pontos mais críticos para o tráfego marítimo global.

Os EUA informaram na quarta-feira (15) que neutralizaram um navio-tanque vazio que se dirigia à ilha iraniana de Kharg. O ataque foi realizado com mísseis Hellfire, e a justificativa apresentada pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM) foi de que a embarcação havia ignorado múltiplas advertências.

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Além disso, as forças armadas americanas redirecionaram dois navios comerciais que obedeceram às ordens nas primeiras 24 horas do bloqueio. Durante o primeiro bloqueio, entre abril e junho, o CENTCOM relatou ter redirecionado 142 navios e neutralizado nove. No dia 15, também ocorreram ataques aéreos na ilha de Greater Tunb, visando sistemas de defesa costeira e locais de armazenamento de mísseis de cruzeiro. A operação teve a finalidade de reduzir a capacidade do Irã de realizar ataques no estreito.

Os dados do site de monitoramento MarineTraffic indicam que pelo menos 13 navios comerciais passaram pelo estreito nas primeiras 24 horas do bloqueio. Esses números refletem uma tendência de tráfego reduzido, observada nos últimos dias, especialmente após o fracasso das negociações entre os dois países.

Desde o dia 17 de junho, pelo menos oito embarcações foram atacadas pelo Irã enquanto transitavam pelo Estreito de Ormuz. Os ataques ocorreram após um acordo entre o Irã e os EUA sobre a passagem segura de navios, e cinco deles aconteceram antes da declaração do presidente Donald Trump, em 10 de julho, que marcou o fim da trégua.

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O Estreito de Ormuz é considerado uma rota crucial para a economia global, sendo responsável por uma parcela significativa do transporte marítimo de petróleo. A atual situação geopolítica na região levanta preocupações sobre a segurança das operações comerciais e o impacto econômico que um conflito prolongado poderia causar.

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As tensões entre os Estados Unidos e o Irã aumentaram significativamente desde que Teerã anunciou, no último sábado (11), o fechamento do Estreito de Ormuz. A medida foi uma resposta a um tiro de advertência disparado por forças iranianas que atingiu uma embarcação em uma rota considerada não autorizada. Na terça-feira (14), os EUA retomaram o bloqueio aos portos iranianos, que abrange todos os portos do país, tanto dentro quanto fora do estreito.

Esse bloqueio não é uma novidade, uma vez que Washington já havia imposto uma restrição nos portos iranianos entre abril e junho, durando cerca de dois meses. Após a reativação do bloqueio naval, os Estados Unidos intensificaram as ações de fiscalização no Estreito de Ormuz, um dos pontos mais críticos para o tráfego marítimo global.

Os EUA informaram na quarta-feira (15) que neutralizaram um navio-tanque vazio que se dirigia à ilha iraniana de Kharg. O ataque foi realizado com mísseis Hellfire, e a justificativa apresentada pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM) foi de que a embarcação havia ignorado múltiplas advertências.

Além disso, as forças armadas americanas redirecionaram dois navios comerciais que obedeceram às ordens nas primeiras 24 horas do bloqueio. Durante o primeiro bloqueio, entre abril e junho, o CENTCOM relatou ter redirecionado 142 navios e neutralizado nove. No dia 15, também ocorreram ataques aéreos na ilha de Greater Tunb, visando sistemas de defesa costeira e locais de armazenamento de mísseis de cruzeiro. A operação teve a finalidade de reduzir a capacidade do Irã de realizar ataques no estreito.

Os dados do site de monitoramento MarineTraffic indicam que pelo menos 13 navios comerciais passaram pelo estreito nas primeiras 24 horas do bloqueio. Esses números refletem uma tendência de tráfego reduzido, observada nos últimos dias, especialmente após o fracasso das negociações entre os dois países.

Desde o dia 17 de junho, pelo menos oito embarcações foram atacadas pelo Irã enquanto transitavam pelo Estreito de Ormuz. Os ataques ocorreram após um acordo entre o Irã e os EUA sobre a passagem segura de navios, e cinco deles aconteceram antes da declaração do presidente Donald Trump, em 10 de julho, que marcou o fim da trégua.

O Estreito de Ormuz é considerado uma rota crucial para a economia global, sendo responsável por uma parcela significativa do transporte marítimo de petróleo. A atual situação geopolítica na região levanta preocupações sobre a segurança das operações comerciais e o impacto econômico que um conflito prolongado poderia causar.

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