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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Polícia Civil investiga esquema milionário de lavagem de dinheiro e apostas ilegais em Sergipe

ITABAIANA

Polícia Civil investiga esquema milionário de lavagem de dinheiro e apostas ilegais em Sergipe

Deflagrada pelo Deotap na manhã desta quinta-feira (16), ação cumpriu mandados de busca e apreensão em Itabaiana, Aracaju e Simão Dias; rede utilizava empresas de fachada e "laranjas".

16/07/2026 · 13h48
Polícia Civil investiga esquema milionário de lavagem de dinheiro e apostas ilegais em Sergipe

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Deflagrada pelo Deotap na manhã desta quinta-feira (16), ação cumpriu mandados de busca e apreensão em Itabaiana, Aracaju e Simão Dias; rede utilizava empresas de fachada e “laranjas”.

A Polícia Civil de Sergipe, por meio do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 16 de julho, a Operação Contracorrente. A ofensiva policial mira desarticular uma associação criminosa voltada à lavagem de dinheiro e à exploração ilegal de jogos e apostas eletrônicas no estado.

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As diligências ocorreram de forma simultânea na capital, Aracaju, no município de Simão Dias e em Itabaiana. Na cidade serrana, a movimentação de viaturas policiais civis nas ruas chamou a atenção de moradores ainda durante a madrugada.

Como funcionava o esquema milionário

As investigações do Deotap foram iniciadas a partir da análise minuciosa de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). Os documentos revelaram transações bancárias atípicas e altamente suspeitas, com fluxos que somavam milhões de reais.

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De acordo com as apurações da equipe especializada da Polícia Civil, o grupo criminoso operava através de três pilares principais para ocultar o rastro do dinheiro:

  • Contas de terceiros (“laranjas”): Utilização de contas bancárias de pessoas físicas sem capacidade financeira compatível para movimentar os valores;
  • Empresas de fachada: Criação de pessoas jurídicas fictícias para simular operações comerciais inexistentes;
  • Ocultação de origem: Mecanismos de transações fracionadas e sucessivas para dificultar o rastreamento do dinheiro ilícito pelas autoridades de controle e dar uma falsa aparência de legalidade aos recursos.

Apreensões e continuidade das investigações

Durante a execução das ordens judiciais de busca e apreensão nesta quinta, os policiais civis recolheram diversos documentos contábeis, computadores, celulares, equipamentos eletrônicos e outras mídias digitais. Todo o material arrecadado será submetido a perícia técnica e análise investigativa detalhada pelo setor de inteligência financeira do Deotap.

A Polícia Civil informou que o inquérito policial segue em andamento ativo para mapear a totalidade dos integrantes da organização, rastrear o destino final do patrimônio ocultado e robustecer as provas sobre os crimes de lavagem de capital e associação criminosa. Novas fases da operação não estão descartadas pelas autoridades.

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Deflagrada pelo Deotap na manhã desta quinta-feira (16), ação cumpriu mandados de busca e apreensão em Itabaiana, Aracaju e Simão Dias; rede utilizava empresas de fachada e “laranjas”.

A Polícia Civil de Sergipe, por meio do Departamento de Crimes contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), deflagrou nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira, 16 de julho, a Operação Contracorrente. A ofensiva policial mira desarticular uma associação criminosa voltada à lavagem de dinheiro e à exploração ilegal de jogos e apostas eletrônicas no estado.

As diligências ocorreram de forma simultânea na capital, Aracaju, no município de Simão Dias e em Itabaiana. Na cidade serrana, a movimentação de viaturas policiais civis nas ruas chamou a atenção de moradores ainda durante a madrugada.

Como funcionava o esquema milionário

As investigações do Deotap foram iniciadas a partir da análise minuciosa de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs). Os documentos revelaram transações bancárias atípicas e altamente suspeitas, com fluxos que somavam milhões de reais.

De acordo com as apurações da equipe especializada da Polícia Civil, o grupo criminoso operava através de três pilares principais para ocultar o rastro do dinheiro:

  • Contas de terceiros (“laranjas”): Utilização de contas bancárias de pessoas físicas sem capacidade financeira compatível para movimentar os valores;
  • Empresas de fachada: Criação de pessoas jurídicas fictícias para simular operações comerciais inexistentes;
  • Ocultação de origem: Mecanismos de transações fracionadas e sucessivas para dificultar o rastreamento do dinheiro ilícito pelas autoridades de controle e dar uma falsa aparência de legalidade aos recursos.

Apreensões e continuidade das investigações

Durante a execução das ordens judiciais de busca e apreensão nesta quinta, os policiais civis recolheram diversos documentos contábeis, computadores, celulares, equipamentos eletrônicos e outras mídias digitais. Todo o material arrecadado será submetido a perícia técnica e análise investigativa detalhada pelo setor de inteligência financeira do Deotap.

A Polícia Civil informou que o inquérito policial segue em andamento ativo para mapear a totalidade dos integrantes da organização, rastrear o destino final do patrimônio ocultado e robustecer as provas sobre os crimes de lavagem de capital e associação criminosa. Novas fases da operação não estão descartadas pelas autoridades.

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