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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Júri popular julga PMs pelo assassinato de delator Gritzbach em SP

Policial

Júri popular julga PMs pelo assassinato de delator Gritzbach em SP

Hoje começa o julgamento de três policiais militares acusados de matar Vinicius Gritzbach.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h36
Júri popular julga PMs pelo assassinato de delator Gritzbach em SP

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O julgamento dos três policiais militares acusados de matar o delator Vinícius Gritzbach começa nesta segunda em Guarulhos. Fórum tem esquema especial de segurança e sessões suspensas durante os cinco dias previstos de julgamento.

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Hoje, 22 de junho de 2026, inicia-se no Fórum Criminal de Guarulhos o julgamento de três policiais militares acusados de envolvimento no assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. A sessão ocorrerá sob rígido esquema de segurança, com a seleção dos sete jurados que comporão o júri popular. A expectativa é que o processo judicial dure cerca de cinco dias.

Enquanto o julgamento estiver em andamento, as demais audiências no Fórum de Guarulhos estarão suspensas, e uma área de segurança foi estabelecida ao redor do local, com bloqueios de ruas. O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, que também presidirá o julgamento, já atuou em casos de grande repercussão, como o Massacre do Carandiru.

Os policiais que serão julgados são o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, todos detidos. Eles enfrentam acusações não apenas pela execução de Gritzbach, que ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, mas também pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que foi atingido durante a ação, além de ferimentos em duas outras pessoas por estilhaços dos disparos.

Antes de entrar no fórum, a mãe de Celso Novais, Aparecida Camilo, de 65 anos, expressou sua expectativa por justiça:

“Espero justiça. Justiça. O meu filho estava trabalhando, né? Era um filho maravilhoso, um bom pai, um bom marido e infelizmente eles tiraram a vida dele inocentemente.”

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Os advogados de defesa dos réus alegaram, em coletiva à imprensa antes do início do júri, que seus clientes são inocentes e que não estavam presentes no local do crime. Cláudio Dalledone, advogado de um dos réus, afirmou:

“Hoje nós vamos desmascarar essa opinião publicada que perdurou.”

Ele acrescentou que apresentarão provas de que a acusação é uma manipulação da Polícia Civil. Mauro Ribeiro, defensor de Genauro, também declarou que demonstrará que todos os réus não estavam em Guarulhos no dia do crime e que a acusação foi criada para encobrir os verdadeiros mandantes.

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O advogado Renan Canto, que representa os três policiais, comparou a situação a outros casos notórios, afirmando que os réus foram vítimas de uma acusação manipulada. Segundo ele, os policiais não têm antecedentes criminais e nunca haviam sido processados anteriormente.

O júri popular, um órgão da Justiça brasileira, é responsável por julgar crimes dolosos contra a vida e conta com a participação de sete jurados, que decidirão se os réus são culpados ou inocentes. Durante o julgamento, deverão ser ouvidas 21 testemunhas, além dos réus, e por fim, ocorrerão os debates entre a defesa e a acusação, representada pelo Ministério Público.

A investigação da Polícia Civil sobre o assassinato de Gritzbach, concluída em março do ano passado, resultou no indiciamento de seis pessoas. O crime, segundo a polícia, foi motivado por vingança, em resposta a ações de Gritzbach que teriam atingido aliados de líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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O julgamento dos três policiais militares acusados de matar o delator Vinícius Gritzbach começa nesta segunda em Guarulhos. Fórum tem esquema especial de segurança e sessões suspensas durante os cinco dias previstos de julgamento.

Hoje, 22 de junho de 2026, inicia-se no Fórum Criminal de Guarulhos o julgamento de três policiais militares acusados de envolvimento no assassinato do empresário e delator Vinicius Gritzbach. A sessão ocorrerá sob rígido esquema de segurança, com a seleção dos sete jurados que comporão o júri popular. A expectativa é que o processo judicial dure cerca de cinco dias.

Enquanto o julgamento estiver em andamento, as demais audiências no Fórum de Guarulhos estarão suspensas, e uma área de segurança foi estabelecida ao redor do local, com bloqueios de ruas. O juiz Rodrigo Tellini de Aguirre Camargo, que também presidirá o julgamento, já atuou em casos de grande repercussão, como o Massacre do Carandiru.

Os policiais que serão julgados são o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, todos detidos. Eles enfrentam acusações não apenas pela execução de Gritzbach, que ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos, mas também pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que foi atingido durante a ação, além de ferimentos em duas outras pessoas por estilhaços dos disparos.

Antes de entrar no fórum, a mãe de Celso Novais, Aparecida Camilo, de 65 anos, expressou sua expectativa por justiça:

“Espero justiça. Justiça. O meu filho estava trabalhando, né? Era um filho maravilhoso, um bom pai, um bom marido e infelizmente eles tiraram a vida dele inocentemente.”

Os advogados de defesa dos réus alegaram, em coletiva à imprensa antes do início do júri, que seus clientes são inocentes e que não estavam presentes no local do crime. Cláudio Dalledone, advogado de um dos réus, afirmou:

“Hoje nós vamos desmascarar essa opinião publicada que perdurou.”

Ele acrescentou que apresentarão provas de que a acusação é uma manipulação da Polícia Civil. Mauro Ribeiro, defensor de Genauro, também declarou que demonstrará que todos os réus não estavam em Guarulhos no dia do crime e que a acusação foi criada para encobrir os verdadeiros mandantes.

O advogado Renan Canto, que representa os três policiais, comparou a situação a outros casos notórios, afirmando que os réus foram vítimas de uma acusação manipulada. Segundo ele, os policiais não têm antecedentes criminais e nunca haviam sido processados anteriormente.

O júri popular, um órgão da Justiça brasileira, é responsável por julgar crimes dolosos contra a vida e conta com a participação de sete jurados, que decidirão se os réus são culpados ou inocentes. Durante o julgamento, deverão ser ouvidas 21 testemunhas, além dos réus, e por fim, ocorrerão os debates entre a defesa e a acusação, representada pelo Ministério Público.

A investigação da Polícia Civil sobre o assassinato de Gritzbach, concluída em março do ano passado, resultou no indiciamento de seis pessoas. O crime, segundo a polícia, foi motivado por vingança, em resposta a ações de Gritzbach que teriam atingido aliados de líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC).

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