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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Justiça torna Deolane Bezerra ré por lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Brasil

Justiça torna Deolane Bezerra ré por lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Deolane Bezerra se torna ré em processo por envolvimento com o PCC e lavagem de dinheiro.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h57
Justiça torna Deolane Bezerra ré por lavagem de dinheiro ligada ao PCC

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A influenciadora e advogada virou ré em São Paulo após o MP provar vínculos com o PCC. Ela é acusada de receber valores da facção por meio de uma transportadora de fachada.

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A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público contra a influenciadora e advogada Deolane Bezerra Santos, tornando-a ré em um processo que investiga seu suposto envolvimento com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em um esquema de lavagem de dinheiro.

As investigações apontam que Deolane teria atuado como receptora de valores da facção, beneficiando-se de operações realizadas por uma transportadora considerada de fachada, supostamente criada pelo PCC para ocultar a origem ilícita dos recursos. Além disso, a influenciadora é acusada de utilizar a técnica conhecida como smurfing, realizando movimentações financeiras significativas por meio de depósitos fracionados, dificultando o rastreamento das origens dos valores.

As investigações também revelaram a existência de imóveis registrados em nome de Deolane e de seus filhos, que teriam sido adquiridos com recursos vinculados à organização criminosa.

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Deolane Bezerra responde pelos crimes de:

  • Organização Criminosa – Art. 2º, caput, da Lei nº 12.850/2013 (Lei de Organização Criminosa), com pena prevista de três a oito anos de reclusão.
  • Lavagem de Capitais – Art. 1º, caput, §1º, inciso I e §4º, da Lei nº 9.613/1998 (Lei sobre lavagem de dinheiro), com pena de três a dez anos de reclusão.

Ambos os crimes também preveem a aplicação de multas. Além de Deolane, a denúncia recebeu outros cinco acusados, incluindo Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e seus familiares, com a decisão da Justiça programando que todos os réus sejam citados pessoalmente para apresentar resposta à acusação em até 10 dias.

Atualmente, Deolane permanece presa na penitenciária de Tupi Paulista, interior de São Paulo. A defesa de Marcola e sua família emitiu uma nota contestando a denúncia, afirmando que as acusações são infundadas e que a defesa apresentará provas para demonstrar a regularidade das operações financeiras mencionadas na denúncia.

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A defesa de Deolane Bezerra ainda não se manifestou oficialmente sobre as acusações, mas o espaço permanece aberto para que se pronunciem.

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A influenciadora e advogada virou ré em São Paulo após o MP provar vínculos com o PCC. Ela é acusada de receber valores da facção por meio de uma transportadora de fachada.

A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público contra a influenciadora e advogada Deolane Bezerra Santos, tornando-a ré em um processo que investiga seu suposto envolvimento com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) em um esquema de lavagem de dinheiro.

As investigações apontam que Deolane teria atuado como receptora de valores da facção, beneficiando-se de operações realizadas por uma transportadora considerada de fachada, supostamente criada pelo PCC para ocultar a origem ilícita dos recursos. Além disso, a influenciadora é acusada de utilizar a técnica conhecida como smurfing, realizando movimentações financeiras significativas por meio de depósitos fracionados, dificultando o rastreamento das origens dos valores.

As investigações também revelaram a existência de imóveis registrados em nome de Deolane e de seus filhos, que teriam sido adquiridos com recursos vinculados à organização criminosa.

Deolane Bezerra responde pelos crimes de:

  • Organização Criminosa – Art. 2º, caput, da Lei nº 12.850/2013 (Lei de Organização Criminosa), com pena prevista de três a oito anos de reclusão.
  • Lavagem de Capitais – Art. 1º, caput, §1º, inciso I e §4º, da Lei nº 9.613/1998 (Lei sobre lavagem de dinheiro), com pena de três a dez anos de reclusão.

Ambos os crimes também preveem a aplicação de multas. Além de Deolane, a denúncia recebeu outros cinco acusados, incluindo Marco Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, e seus familiares, com a decisão da Justiça programando que todos os réus sejam citados pessoalmente para apresentar resposta à acusação em até 10 dias.

Atualmente, Deolane permanece presa na penitenciária de Tupi Paulista, interior de São Paulo. A defesa de Marcola e sua família emitiu uma nota contestando a denúncia, afirmando que as acusações são infundadas e que a defesa apresentará provas para demonstrar a regularidade das operações financeiras mencionadas na denúncia.

A defesa de Deolane Bezerra ainda não se manifestou oficialmente sobre as acusações, mas o espaço permanece aberto para que se pronunciem.

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