Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Kassab prevê vitória de Lula sobre Flávio, mas derrota para Caiado

Blog

Kassab prevê vitória de Lula sobre Flávio, mas derrota para Caiado

Kassab afirma que Lula vencerá Flávio, mas perderá para Caiado na corrida presidencial.

13/07/2026 · 13h00
Kassab prevê vitória de Lula sobre Flávio, mas derrota para Caiado

Publicidade

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, comentou sobre a disputa pela Presidência da República, afirmando que não acredita que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desista de sua candidatura, apesar dos desafios internos que enfrenta. Em uma entrevista, Kassab declarou que, em um possível segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Flávio, mas perderia para o pré-candidato do PSD, Ronaldo Caiado.

Publicidade

Publicidade

“Se for Flávio contra Lula, o Lula ganha. Se for o Caiado contra o Lula, o Caiado ganha”, afirmou Kassab, que foi escolhido como candidato a vice-presidente na chapa de Caiado, ex-governador de Goiás.

O dirigente destacou que Lula tem uma vantagem ao explorar a rejeição que Flávio enfrenta entre os eleitores, mencionando um índice de rejeição de 51%. Em contrapartida, segundo Kassab, Caiado não enfrenta resistência semelhante.

Kassab reconheceu que Flávio possui motivos para continuar na disputa, questionando: “Os números na pesquisa dele são bons, por que ele vai deixar?”. No entanto, ele também alertou que os conflitos entre a equipe de campanha estão prejudicando a imagem do senador. “A Michelle é esposa do pai do candidato. É possível falar que o candidato não está com problema? Lógico que está”, referindo-se à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

O presidente do PSD ressaltou que a candidatura do partido foi pensada desde o início como uma “chapa pura”, destacando que o PSD foi o único partido a resistir tanto ao bolsonarismo quanto ao petismo. Ele caracterizou Caiado como um político de “direita moderada”, com experiência em administração e habilidade para diálogo.

Kassab também afirmou que a campanha deve se concentrar em propostas e resultados, evitando críticas diretas aos adversários. Além disso, o PSD não vai exigir que seus candidatos a governos estaduais apoiem Caiado ou punir aqueles que se aliaram a outros candidatos. Para Kassab, as eleições estaduais são tão importantes quanto a presidencial, e as redes sociais diminuíram a dependência dos candidatos em relação às estruturas locais.

Como exemplo, ele citou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que é pré-candidato do PSD ao governo do Estado. Kassab mencionou que Paes estará associado às diferentes alianças formadas no Rio, incluindo as de Caiado, Lula e Flávio.

Publicidade

Na entrevista, Kassab também fez críticas à atuação dos irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante o tarifaço, destacando que o apoio inicial de Eduardo prejudicou a imagem da família. Ele acredita que Flávio tenta “correr atrás do prejuízo”. Além disso, Kassab defendeu mudanças no modelo de emendas de congressistas, considerando “absurdo” o montante de aproximadamente R$ 60 bilhões reservado no Orçamento e sugeriu que Caiado deveria se posicionar contra a manutenção do sistema atual.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, comentou sobre a disputa pela Presidência da República, afirmando que não acredita que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) desista de sua candidatura, apesar dos desafios internos que enfrenta. Em uma entrevista, Kassab declarou que, em um possível segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria Flávio, mas perderia para o pré-candidato do PSD, Ronaldo Caiado.

“Se for Flávio contra Lula, o Lula ganha. Se for o Caiado contra o Lula, o Caiado ganha”, afirmou Kassab, que foi escolhido como candidato a vice-presidente na chapa de Caiado, ex-governador de Goiás.

O dirigente destacou que Lula tem uma vantagem ao explorar a rejeição que Flávio enfrenta entre os eleitores, mencionando um índice de rejeição de 51%. Em contrapartida, segundo Kassab, Caiado não enfrenta resistência semelhante.

Kassab reconheceu que Flávio possui motivos para continuar na disputa, questionando: “Os números na pesquisa dele são bons, por que ele vai deixar?”. No entanto, ele também alertou que os conflitos entre a equipe de campanha estão prejudicando a imagem do senador. “A Michelle é esposa do pai do candidato. É possível falar que o candidato não está com problema? Lógico que está”, referindo-se à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

O presidente do PSD ressaltou que a candidatura do partido foi pensada desde o início como uma “chapa pura”, destacando que o PSD foi o único partido a resistir tanto ao bolsonarismo quanto ao petismo. Ele caracterizou Caiado como um político de “direita moderada”, com experiência em administração e habilidade para diálogo.

Kassab também afirmou que a campanha deve se concentrar em propostas e resultados, evitando críticas diretas aos adversários. Além disso, o PSD não vai exigir que seus candidatos a governos estaduais apoiem Caiado ou punir aqueles que se aliaram a outros candidatos. Para Kassab, as eleições estaduais são tão importantes quanto a presidencial, e as redes sociais diminuíram a dependência dos candidatos em relação às estruturas locais.

Como exemplo, ele citou o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que é pré-candidato do PSD ao governo do Estado. Kassab mencionou que Paes estará associado às diferentes alianças formadas no Rio, incluindo as de Caiado, Lula e Flávio.

Na entrevista, Kassab também fez críticas à atuação dos irmãos Flávio e Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante o tarifaço, destacando que o apoio inicial de Eduardo prejudicou a imagem da família. Ele acredita que Flávio tenta “correr atrás do prejuízo”. Além disso, Kassab defendeu mudanças no modelo de emendas de congressistas, considerando “absurdo” o montante de aproximadamente R$ 60 bilhões reservado no Orçamento e sugeriu que Caiado deveria se posicionar contra a manutenção do sistema atual.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA