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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Policial

Laudo do IML revela que bebê de 1 ano foi espancado e asfixiado; mãe confessa que padrasto matou

Breno Gabriel teve o fígado rompido e marcas de unhas no pescoço. Mãe admitiu à polícia que o companheiro agrediu a criança por se irritar com o choro. Leia também Homem mata companheira a facadas em Alagoas e é preso durante fuga na BR-101 em Sergipe Um crime de extrema crueldade chocou os moradores do […]

10/01/2026 · 12h52 · Atualizado às 18h46
Laudo do IML revela que bebê de 1 ano foi espancado e asfixiado; mãe confessa que padrasto matou
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Breno Gabriel teve o fígado rompido e marcas de unhas no pescoço. Mãe admitiu à polícia que o companheiro agrediu a criança por se irritar com o choro.

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Um crime de extrema crueldade chocou os moradores do povoado Colônia Sapé II, em Itaporanga D’Ajuda (Grande Aracaju). O que parecia ser uma morte a esclarecer revelou-se um assassinato brutal contra uma criança de apenas 1 ano e 2 meses.

O pequeno Breno Gabriel Santos Alves foi encontrado sem vida na manhã de sexta-feira (9). Inicialmente, a mãe acionou as autoridades alegando ter encontrado o filho morto. No local, a perícia e a Polícia Civil notaram apenas escoriações no rosto, sem lesões externas que indicassem, de imediato, a causa da morte.

A Reviravolta no IML

A verdade veio à tona após os exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo necroscópico apontou um cenário de tortura: a criança apresentava marcas de unhas no pescoço e teve rompimento do fígado. A causa da morte foi confirmada como lesão hepática provocada por ação contundente (pancada), associada à asfixia mecânica por esganamento.

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A Confissão

Ao comparecer ao IML para liberar o corpo do filho, a mãe foi confrontada pelos policiais civis diante das evidências técnicas. Pressionada, ela acabou confessando.

Em depoimento, a mulher relatou que presenciou o crime. Segundo ela, o companheiro (padrasto da vítima) espancou o bebê. A motivação, segundo o relato, seria a intolerância do homem ao choro da criança. A mãe admitiu sua omissão e participação no contexto do crime.

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O caso segue sob investigação da Polícia Civil para formalização das prisões e indiciamento por homicídio qualificado.

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2 min de leitura

Breno Gabriel teve o fígado rompido e marcas de unhas no pescoço. Mãe admitiu à polícia que o companheiro agrediu a criança por se irritar com o choro.

Um crime de extrema crueldade chocou os moradores do povoado Colônia Sapé II, em Itaporanga D’Ajuda (Grande Aracaju). O que parecia ser uma morte a esclarecer revelou-se um assassinato brutal contra uma criança de apenas 1 ano e 2 meses.

O pequeno Breno Gabriel Santos Alves foi encontrado sem vida na manhã de sexta-feira (9). Inicialmente, a mãe acionou as autoridades alegando ter encontrado o filho morto. No local, a perícia e a Polícia Civil notaram apenas escoriações no rosto, sem lesões externas que indicassem, de imediato, a causa da morte.

A Reviravolta no IML

A verdade veio à tona após os exames no Instituto Médico Legal (IML). O laudo necroscópico apontou um cenário de tortura: a criança apresentava marcas de unhas no pescoço e teve rompimento do fígado. A causa da morte foi confirmada como lesão hepática provocada por ação contundente (pancada), associada à asfixia mecânica por esganamento.

A Confissão

Ao comparecer ao IML para liberar o corpo do filho, a mãe foi confrontada pelos policiais civis diante das evidências técnicas. Pressionada, ela acabou confessando.

Em depoimento, a mulher relatou que presenciou o crime. Segundo ela, o companheiro (padrasto da vítima) espancou o bebê. A motivação, segundo o relato, seria a intolerância do homem ao choro da criança. A mãe admitiu sua omissão e participação no contexto do crime.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil para formalização das prisões e indiciamento por homicídio qualificado.

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