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Levantamento aponta que 87% dos eleitores não devem usar WhatsApp para política

Política

Levantamento aponta que 87% dos eleitores não devem usar WhatsApp para política

Levantamento aponta que 87% dos eleitores não devem participar de grupos de WhatsApp sobre política.

17/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h59
Levantamento aponta que 87% dos eleitores não devem usar WhatsApp para política

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Um novo levantamento realizado pela Genial/Quaest, divulgado nesta sexta-feira (17), revela que 87% dos eleitores não devem participar de grupos de WhatsApp voltados para discussões políticas durante as eleições deste ano. Apenas 11% dos entrevistados afirmaram que devem utilizar essa plataforma de comunicação, enquanto 2% indicaram que talvez considerem se juntar a algum grupo.

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A pesquisa teve como objetivo entender como os eleitores pretendem acompanhar as informações sobre candidatos e suas propostas durante o pleito. Os dados mostram que os meios preferidos para acompanhar a disputa eleitoral são as entrevistas dos candidatos, além das propostas e programas de governo, com ambos recebendo 63% de respostas positivas. Em seguida, 60% dos eleitores optam por acompanhar o noticiário político.

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Em contrapartida, os grupos de WhatsApp se encontram entre os meios menos escolhidos, ao lado dos eventos de rua em apoio a candidatos, onde 71% dos entrevistados afirmaram que não pretendem participar. Apenas 24% disseram que devem comparecer a comícios, enquanto 5% ainda não sabem.

No que se refere ao acompanhamento das campanhas por meio das redes sociais e à propaganda eleitoral gratuita, as opiniões estão quase equilibradas: 48% afirmaram que não vão acompanhar as atualizações nas redes, enquanto 47% disseram que irão, e 5% indicaram que talvez considerem. Em relação à divulgação em rede nacional de rádio e TV, 49% dos entrevistados afirmaram que não seguirão esse meio de comunicação, contra 46% que devem acompanhar, e 5% que ainda não decidiram.

A metodologia da pesquisa envolveu a entrevista de 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07181/2026.

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Um novo levantamento realizado pela Genial/Quaest, divulgado nesta sexta-feira (17), revela que 87% dos eleitores não devem participar de grupos de WhatsApp voltados para discussões políticas durante as eleições deste ano. Apenas 11% dos entrevistados afirmaram que devem utilizar essa plataforma de comunicação, enquanto 2% indicaram que talvez considerem se juntar a algum grupo.

A pesquisa teve como objetivo entender como os eleitores pretendem acompanhar as informações sobre candidatos e suas propostas durante o pleito. Os dados mostram que os meios preferidos para acompanhar a disputa eleitoral são as entrevistas dos candidatos, além das propostas e programas de governo, com ambos recebendo 63% de respostas positivas. Em seguida, 60% dos eleitores optam por acompanhar o noticiário político.

Em contrapartida, os grupos de WhatsApp se encontram entre os meios menos escolhidos, ao lado dos eventos de rua em apoio a candidatos, onde 71% dos entrevistados afirmaram que não pretendem participar. Apenas 24% disseram que devem comparecer a comícios, enquanto 5% ainda não sabem.

No que se refere ao acompanhamento das campanhas por meio das redes sociais e à propaganda eleitoral gratuita, as opiniões estão quase equilibradas: 48% afirmaram que não vão acompanhar as atualizações nas redes, enquanto 47% disseram que irão, e 5% indicaram que talvez considerem. Em relação à divulgação em rede nacional de rádio e TV, 49% dos entrevistados afirmaram que não seguirão esse meio de comunicação, contra 46% que devem acompanhar, e 5% que ainda não decidiram.

A metodologia da pesquisa envolveu a entrevista de 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07181/2026.

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