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Política

Lula avisa: Brasil vai impedir interferência externa nas eleições

Lula afirma que interferências externas nas eleições brasileiras não serão toleradas.

25/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h21
Lula avisa: Brasil vai impedir interferência externa nas eleições

Na convenção que confirmou Fernando Haddad em São Paulo, Lula afirmou que o resultado das urnas pertence aos brasileiros. Disse que qualquer tentativa de influência estrangeira será rechaçada com firmeza.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou neste sábado (25.jul.2026) que não permitirá interferências de países estrangeiros nas eleições brasileiras. A afirmação ocorreu durante a convenção que oficializou Fernando Haddad (PT) como candidato ao governo de São Paulo. Segundo Lula, a decisão sobre o resultado do pleito é exclusiva dos eleitores brasileiros e qualquer tentativa de interferência será rechaçada.

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“Que não venha ninguém de fora querendo meter o dedo nas nossas eleições. (…) Quem de fora quiser se meter nas eleições brasileiras vai apanhar muito aqui na televisão. Quem vai decidir o destino desse país são 157 milhões de eleitores. (…) Por isso, o aviso está dado”, declarou.

A convenção, realizada em Campinas (SP), também oficializou a chapa composta por Márcio França (PSB) como vice-governador e Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (MDB) para o Senado. Durante seu discurso, Lula destacou que, embora o Brasil mantenha relações diplomáticas com diversos países, as decisões políticas do país são prerrogativa dos brasileiros. Ele enfatizou que não faz bravatas, mas que o Brasil reagirá a tentativas de interferência externa.

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“O Brasil é soberano. O Brasil quer ter relações com todos os países do mundo. O Brasil não quer guerra. O Brasil quer paz”, afirmou o presidente.

A declaração de Lula surge em um contexto de tensão entre os governos brasileiro e norte-americano, especialmente em relação às eleições. Recentemente, o governo brasileiro negou vistos a membros da administração de Donald Trump (Partido Republicano), que planejavam visitar o Brasil para discutir o sistema eleitoral local. Em junho, Lula já havia criticado qualquer tentativa de interferência de Trump na política brasileira, ressaltando a necessidade de respeitar a soberania nacional.

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Na convenção que confirmou Fernando Haddad em São Paulo, Lula afirmou que o resultado das urnas pertence aos brasileiros. Disse que qualquer tentativa de influência estrangeira será rechaçada com firmeza.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou neste sábado (25.jul.2026) que não permitirá interferências de países estrangeiros nas eleições brasileiras. A afirmação ocorreu durante a convenção que oficializou Fernando Haddad (PT) como candidato ao governo de São Paulo. Segundo Lula, a decisão sobre o resultado do pleito é exclusiva dos eleitores brasileiros e qualquer tentativa de interferência será rechaçada.

“Que não venha ninguém de fora querendo meter o dedo nas nossas eleições. (…) Quem de fora quiser se meter nas eleições brasileiras vai apanhar muito aqui na televisão. Quem vai decidir o destino desse país são 157 milhões de eleitores. (…) Por isso, o aviso está dado”, declarou.

A convenção, realizada em Campinas (SP), também oficializou a chapa composta por Márcio França (PSB) como vice-governador e Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (MDB) para o Senado. Durante seu discurso, Lula destacou que, embora o Brasil mantenha relações diplomáticas com diversos países, as decisões políticas do país são prerrogativa dos brasileiros. Ele enfatizou que não faz bravatas, mas que o Brasil reagirá a tentativas de interferência externa.

“O Brasil é soberano. O Brasil quer ter relações com todos os países do mundo. O Brasil não quer guerra. O Brasil quer paz”, afirmou o presidente.

A declaração de Lula surge em um contexto de tensão entre os governos brasileiro e norte-americano, especialmente em relação às eleições. Recentemente, o governo brasileiro negou vistos a membros da administração de Donald Trump (Partido Republicano), que planejavam visitar o Brasil para discutir o sistema eleitoral local. Em junho, Lula já havia criticado qualquer tentativa de interferência de Trump na política brasileira, ressaltando a necessidade de respeitar a soberania nacional.

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