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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Política

Lula pede que Wagner se defenda após acusações da PF

Debate sobre as acusações contra Jaques Wagner levanta preocupações no governo Lula.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h52
Lula pede que Wagner se defenda após acusações da PF

O presidente Lula telefonou para o senador Jaques Wagner após acusações na Operação Compliance Zero. O caso gera preocupação no governo federal e divide opiniões entre analistas políticos.

O comentarista José Eduardo Cardozo e a jornalista e ex-senadora Ana Amélia Lemos discutiram, nesta quinta-feira (18), as acusações contra o senador Jaques Wagner (PT-BA) na Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. No programa O Grande Debate, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 23h, a situação do parlamentar foi abordada com preocupação em relação ao governo federal.

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De acordo com informações do âncora do programa, Gustavo Uribe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou para Jaques Wagner e pediu que ele se defendesse das acusações, evitando deixar perguntas sem respostas. Wagner, que é alvo de um mandado de busca e apreensão na 9ª fase da Operação Compliance Zero, sinalizou a interlocutores sua disposição para prestar depoimento à PF e esclarecer sua relação com Augusto Lima.

O senador é suspeito de ter se beneficiado de recursos do Banco Master. Em entrevista à Band News, Wagner negou as acusações que pesam contra ele. Antes da operação, ele se reuniu com André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). A expectativa é que Wagner retorne a Brasília para se reunir com Lula e discutir sua permanência na liderança do governo no Senado.

A situação de Wagner levanta questionamentos sobre sua permanência no cargo. Ana Amélia Lemos alertou que essa situação pode representar um problema sério para o governo.

“O ato mais correto seria pedir para sair do cargo, para não contaminar todo o governo e, particularmente, o presidente, de quem é grande amigo,”

afirmou.

A jornalista lembrou um episódio histórico em que Itamar Franco afastou seu chefe da Casa Civil diante de acusações de irregularidades, e, após provar sua inocência, o afastado voltou mais forte.

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“O presidente Lula deve recomendar a saída do senador Jaques Wagner do posto de liderança do governo no Senado Federal, e isso vai livrar o governo das explicações,”

acrescentou Ana Amélia.

A discussão também envolveu a análise de Cardozo, que destacou que a Polícia Federal está realizando um trabalho autônomo e sério. Ele comparou a situação atual com episódios do governo anterior, onde houve tentativas de interferência na corporação.

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“Isso não está acontecendo e nunca aconteceu no governo Lula,”

afirmou o comentarista.

Cardozo defendeu a presunção de inocência de Wagner, ressaltando a importância de não pré-julgar os envolvidos. Ele citou um caso anterior em que relógios encontrados na residência de Wagner foram inicialmente considerados valiosos, mas que se revelaram sem grande valor.

A situação de Ciro Nogueira foi trazida à tona por Ana Amélia como uma comparação, destacando que ambos os parlamentares teriam atuado em benefício de Daniel Vorcaro. Ela questionou a explicação de Wagner sobre valores encontrados com ele e a necessidade de devolução aos cofres públicos. Cardozo, por sua vez, discordou, ressaltando que diárias de viagem têm caráter indenizatório.

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O presidente Lula telefonou para o senador Jaques Wagner após acusações na Operação Compliance Zero. O caso gera preocupação no governo federal e divide opiniões entre analistas políticos.

O comentarista José Eduardo Cardozo e a jornalista e ex-senadora Ana Amélia Lemos discutiram, nesta quinta-feira (18), as acusações contra o senador Jaques Wagner (PT-BA) na Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. No programa O Grande Debate, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 23h, a situação do parlamentar foi abordada com preocupação em relação ao governo federal.

De acordo com informações do âncora do programa, Gustavo Uribe, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) telefonou para Jaques Wagner e pediu que ele se defendesse das acusações, evitando deixar perguntas sem respostas. Wagner, que é alvo de um mandado de busca e apreensão na 9ª fase da Operação Compliance Zero, sinalizou a interlocutores sua disposição para prestar depoimento à PF e esclarecer sua relação com Augusto Lima.

O senador é suspeito de ter se beneficiado de recursos do Banco Master. Em entrevista à Band News, Wagner negou as acusações que pesam contra ele. Antes da operação, ele se reuniu com André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). A expectativa é que Wagner retorne a Brasília para se reunir com Lula e discutir sua permanência na liderança do governo no Senado.

A situação de Wagner levanta questionamentos sobre sua permanência no cargo. Ana Amélia Lemos alertou que essa situação pode representar um problema sério para o governo.

“O ato mais correto seria pedir para sair do cargo, para não contaminar todo o governo e, particularmente, o presidente, de quem é grande amigo,”

afirmou.

A jornalista lembrou um episódio histórico em que Itamar Franco afastou seu chefe da Casa Civil diante de acusações de irregularidades, e, após provar sua inocência, o afastado voltou mais forte.

“O presidente Lula deve recomendar a saída do senador Jaques Wagner do posto de liderança do governo no Senado Federal, e isso vai livrar o governo das explicações,”

acrescentou Ana Amélia.

A discussão também envolveu a análise de Cardozo, que destacou que a Polícia Federal está realizando um trabalho autônomo e sério. Ele comparou a situação atual com episódios do governo anterior, onde houve tentativas de interferência na corporação.

“Isso não está acontecendo e nunca aconteceu no governo Lula,”

afirmou o comentarista.

Cardozo defendeu a presunção de inocência de Wagner, ressaltando a importância de não pré-julgar os envolvidos. Ele citou um caso anterior em que relógios encontrados na residência de Wagner foram inicialmente considerados valiosos, mas que se revelaram sem grande valor.

A situação de Ciro Nogueira foi trazida à tona por Ana Amélia como uma comparação, destacando que ambos os parlamentares teriam atuado em benefício de Daniel Vorcaro. Ela questionou a explicação de Wagner sobre valores encontrados com ele e a necessidade de devolução aos cofres públicos. Cardozo, por sua vez, discordou, ressaltando que diárias de viagem têm caráter indenizatório.

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