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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Política

Lula registra R$4,7 mi no TSE; patrimônio recua 35% desde 2022

Lula declarou R$ 4,7 milhões ao TSE, reduzindo seu patrimônio em 35% desde 2022.

08/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h09
Lula registra R$4,7 mi no TSE; patrimônio recua 35% desde 2022

No registro de candidatura, Lula informou bens de cerca de R$4,7 milhões. A lista inclui imóveis em construção, 50% de apartamento, sítio, terrenos em São Bernardo, carro, investimentos e participação na L.I.L.S. Palestras.

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, oficializou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declarou um patrimônio de aproximadamente R$ 4,7 milhões. Este valor representa uma diminuição de cerca de 35% em comparação aos R$ 7,4 milhões declarados em 2022.

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A nova declaração de bens inclui imóveis em construção, 50% de um apartamento, um sítio e terrenos localizados em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Além disso, Lula informou possuir um carro, investimentos financeiros, dinheiro em conta corrente e participação na empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, que foi fundada em 2011.

Na mesma ocasião, o presidente apresentou a foto oficial de sua candidatura e um plano de governo para uma possível reeleição, que foi estruturado em 13 tópicos abordando diversas áreas da administração pública. Este pleito de 2026 marca a sétima vez em que Lula concorrerá ao cargo de presidente.

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Entre as propostas do plano de governo, destaca-se a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública. A implementação desse ministério dependerá da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que foi enviada ao Congresso pelo Executivo. A nova pasta seria responsável por coordenar a execução das políticas nacionais de segurança em colaboração com estados e municípios, visando fortalecer a integração entre os diversos entes federados e intensificar o combate ao crime organizado.

Outro ponto relevante no plano de governo é a regulação das redes sociais e plataformas digitais, considerada crucial para o fortalecimento da democracia. O documento propõe uma “regulação democrática” dessas plataformas, com o objetivo de combater a disseminação de desinformação, campanhas de ódio e outras comunicações prejudiciais à democracia.

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No registro de candidatura, Lula informou bens de cerca de R$4,7 milhões. A lista inclui imóveis em construção, 50% de apartamento, sítio, terrenos em São Bernardo, carro, investimentos e participação na L.I.L.S. Palestras.

O presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, oficializou sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e declarou um patrimônio de aproximadamente R$ 4,7 milhões. Este valor representa uma diminuição de cerca de 35% em comparação aos R$ 7,4 milhões declarados em 2022.

A nova declaração de bens inclui imóveis em construção, 50% de um apartamento, um sítio e terrenos localizados em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Além disso, Lula informou possuir um carro, investimentos financeiros, dinheiro em conta corrente e participação na empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, que foi fundada em 2011.

Na mesma ocasião, o presidente apresentou a foto oficial de sua candidatura e um plano de governo para uma possível reeleição, que foi estruturado em 13 tópicos abordando diversas áreas da administração pública. Este pleito de 2026 marca a sétima vez em que Lula concorrerá ao cargo de presidente.

Entre as propostas do plano de governo, destaca-se a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública. A implementação desse ministério dependerá da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que foi enviada ao Congresso pelo Executivo. A nova pasta seria responsável por coordenar a execução das políticas nacionais de segurança em colaboração com estados e municípios, visando fortalecer a integração entre os diversos entes federados e intensificar o combate ao crime organizado.

Outro ponto relevante no plano de governo é a regulação das redes sociais e plataformas digitais, considerada crucial para o fortalecimento da democracia. O documento propõe uma “regulação democrática” dessas plataformas, com o objetivo de combater a disseminação de desinformação, campanhas de ódio e outras comunicações prejudiciais à democracia.

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