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Lula retira delegados cedidos à Justiça em meio a investigações no INSS

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Lula retira delegados cedidos à Justiça em meio a investigações no INSS

Governo Lula solicita retorno de delegados da PF cedidos à Justiça em meio a investigações.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h14
Lula retira delegados cedidos à Justiça em meio a investigações no INSS

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O Ministério da Justiça enviou ofícios pedindo a volta de policiais federais cedidos a magistrados. A medida ocorre enquanto o STF apura fraudes no INSS e no Banco Master.

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O governo federal enviou ofícios na quarta-feira, dia 17 de junho de 2026, solicitando o retorno de policiais federais que estão cedidos a magistrados. De acordo com os jornalistas Roseann Kennedy e Aguirre Talento, do Estadão, os documentos foram assinados pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ademar Borges.

Essa medida ocorre em meio ao avanço das investigações que apuram fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e no Banco Master. As investigações estão sendo conduzidas pelo gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. O delegado da Polícia Federal, Thiago Marcantonio Ferreira, que é assessor do ministro desde o ano passado, faz parte da equipe que auxilia nas apurações.

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As investigações sob a responsabilidade de Mendonça também têm apurado situações envolvendo pessoas próximas ao governo. No caso das irregularidades no INSS, foi mencionado o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva. Já em relação ao Banco Master, uma operação realizada nesta semana teve como alvo o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

O presidente Lula declarou publicamente, em 23 de abril de 2026, que havia determinado o retorno dos delegados. “Eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que forem secretários de Estado”, afirmou na ocasião. Ele descreveu os delegados cedidos como servidores que estariam “fingindo trabalhar”.

O Poder360 entrou em contato com a assessoria do Ministério da Justiça por e-mail, buscando uma manifestação sobre as informações. No entanto, até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta. O texto será atualizado caso uma manifestação seja recebida.

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O Ministério da Justiça enviou ofícios pedindo a volta de policiais federais cedidos a magistrados. A medida ocorre enquanto o STF apura fraudes no INSS e no Banco Master.

O governo federal enviou ofícios na quarta-feira, dia 17 de junho de 2026, solicitando o retorno de policiais federais que estão cedidos a magistrados. De acordo com os jornalistas Roseann Kennedy e Aguirre Talento, do Estadão, os documentos foram assinados pelo secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ademar Borges.

Essa medida ocorre em meio ao avanço das investigações que apuram fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e no Banco Master. As investigações estão sendo conduzidas pelo gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça. O delegado da Polícia Federal, Thiago Marcantonio Ferreira, que é assessor do ministro desde o ano passado, faz parte da equipe que auxilia nas apurações.

As investigações sob a responsabilidade de Mendonça também têm apurado situações envolvendo pessoas próximas ao governo. No caso das irregularidades no INSS, foi mencionado o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva. Já em relação ao Banco Master, uma operação realizada nesta semana teve como alvo o líder do Governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

O presidente Lula declarou publicamente, em 23 de abril de 2026, que havia determinado o retorno dos delegados. “Eu mandei o ministro da Justiça fazer uma nota convidando todos os delegados da Polícia Federal que estão fora da Polícia Federal. Só vai ficar fora aqueles que forem secretários de Estado”, afirmou na ocasião. Ele descreveu os delegados cedidos como servidores que estariam “fingindo trabalhar”.

O Poder360 entrou em contato com a assessoria do Ministério da Justiça por e-mail, buscando uma manifestação sobre as informações. No entanto, até o momento da publicação desta reportagem, não houve resposta. O texto será atualizado caso uma manifestação seja recebida.

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