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Política

Lula tem agenda internacional e visita ao Nordeste na próxima semana

Lula terá compromissos internacionais e visitas ao Nordeste na próxima semana.

27/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 05h32
Lula tem agenda internacional e visita ao Nordeste na próxima semana

Na última semana antes da implementação das restrições da legislação eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá uma agenda que combina compromissos internacionais e viagens pelo Nordeste. Na terça-feira, dia 30, o presidente participará da 64ª Cúpula do Mercosul, que ocorrerá em Assunção, no Paraguai. Durante o encontro, Lula deve anunciar um aumento da contribuição brasileira ao Focem (Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul). Este fundo é considerado o principal mecanismo financeiro do bloco, destinado a reduzir as assimetrias entre os países-membros.

Após a cúpula, Lula retornará ao Brasil e seguirá para a Bahia, onde cumprirá compromissos relacionados às celebrações do 2 de Julho, que marca a Independência do estado. Em Alagoinhas, o presidente visitará o Hospital Regional e participará da entrega de veículos do Ministério da Saúde. Em Salvador, está prevista sua participação na cerimônia de reabertura da sala principal do Teatro Castro Alves.

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A Bahia é um dos maiores colégios eleitorais do Brasil e um reduto político estratégico para Lula, sendo um dos estados mais visitados pelo presidente em 2026. Entretanto, a visita ocorrerá em um momento de desgaste político, especialmente após a saída de Jaques Wagner da liderança do governo no Senado, que se deu após o senador ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada ao caso Master.

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A agenda do presidente se desenrola na contagem regressiva para o início das restrições previstas pela legislação eleitoral, que começam a valer a partir de 4 de julho. Essas regras limitarão, entre outras coisas, a publicidade institucional, inaugurações com promoção pessoal e anúncios de ações governamentais que possam influenciar o eleitorado.

Nos últimos 15 dias, Lula intensificou suas agendas públicas, concentrando anúncios nos quatro maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Em Minas Gerais, fez anúncios na área da saúde e entregou um hospital universitário. No Rio de Janeiro, participou da premiação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), anunciou investimentos para periferias, inaugurou a primeira etapa da nova Serra das Araras e lançou uma nova fase do Programa Nacional Celular Seguro, além de entregar um equipamento de radioterapia no Hospital Santa Marcelina.

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Na última semana antes da implementação das restrições da legislação eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá uma agenda que combina compromissos internacionais e viagens pelo Nordeste. Na terça-feira, dia 30, o presidente participará da 64ª Cúpula do Mercosul, que ocorrerá em Assunção, no Paraguai. Durante o encontro, Lula deve anunciar um aumento da contribuição brasileira ao Focem (Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul). Este fundo é considerado o principal mecanismo financeiro do bloco, destinado a reduzir as assimetrias entre os países-membros.

Após a cúpula, Lula retornará ao Brasil e seguirá para a Bahia, onde cumprirá compromissos relacionados às celebrações do 2 de Julho, que marca a Independência do estado. Em Alagoinhas, o presidente visitará o Hospital Regional e participará da entrega de veículos do Ministério da Saúde. Em Salvador, está prevista sua participação na cerimônia de reabertura da sala principal do Teatro Castro Alves.

A Bahia é um dos maiores colégios eleitorais do Brasil e um reduto político estratégico para Lula, sendo um dos estados mais visitados pelo presidente em 2026. Entretanto, a visita ocorrerá em um momento de desgaste político, especialmente após a saída de Jaques Wagner da liderança do governo no Senado, que se deu após o senador ser alvo de uma operação da Polícia Federal relacionada ao caso Master.

A agenda do presidente se desenrola na contagem regressiva para o início das restrições previstas pela legislação eleitoral, que começam a valer a partir de 4 de julho. Essas regras limitarão, entre outras coisas, a publicidade institucional, inaugurações com promoção pessoal e anúncios de ações governamentais que possam influenciar o eleitorado.

Nos últimos 15 dias, Lula intensificou suas agendas públicas, concentrando anúncios nos quatro maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Em Minas Gerais, fez anúncios na área da saúde e entregou um hospital universitário. No Rio de Janeiro, participou da premiação da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), anunciou investimentos para periferias, inaugurou a primeira etapa da nova Serra das Araras e lançou uma nova fase do Programa Nacional Celular Seguro, além de entregar um equipamento de radioterapia no Hospital Santa Marcelina.

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