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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Maternidade Nossa Senhora de Lourdes destaca importância da vacina BCG

Maternidade Nossa Senhora de Lourdes destaca a importância da vacinação BCG para bebês.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h26
Maternidade Nossa Senhora de Lourdes destaca importância da vacina BCG

No dia 1º de julho, é comemorado o Dia da Vacina BCG (Bacilo de Calmette e Guérin) e, em virtude dessa data, a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), uma unidade de alta complexidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), reforça a relevância da imunização para proteger os recém-nascidos contra as formas mais graves da tuberculose. Na MNSL, a vacina é oferecida aos bebês que atendem aos critérios para receber o imunizante antes da alta hospitalar, assegurando proteção desde os primeiros dias de vida.

De acordo com a pediatra e diretora técnica da MNSL, Roseane Porto, a vacinação é uma estratégia crucial de prevenção e ajuda a reduzir o risco de complicações da doença na infância.

“A vacina BCG é fundamental para proteger os bebês contra as formas mais graves da tuberculose, que podem causar sérias complicações. Por isso, sempre que houver indicação, ela deve ser aplicada ainda na maternidade, antes da alta hospitalar”,

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destaca a médica.

A tuberculose é uma infecção transmitida pela saliva e por materiais contaminados, sendo causada pelo Mycobacterium tuberculosis, conhecido também como bacilo de Koch. A vacina BCG é administrada em dose única e deve ser aplicada assim que o recém-nascido atingir o peso de dois quilos. Além de prevenir as formas graves da tuberculose pulmonar, o imunizante protege contra manifestações da doença que podem afetar outros órgãos, como ossos, rins e as membranas que envolvem o cérebro.

“Os recém-nascidos prematuros, principalmente os prematuros extremos, costumam receber a vacina posteriormente, quando atingem o peso recomendado. Esse é o principal critério para a administração da BCG”,

explica Roseane.

Após a aplicação da vacina, é comum que uma pequena cicatriz apareça no braço do bebê, indicando a resposta vacinal. Contudo, a ausência dessa marca não significa falta de proteção.

“Crianças vacinadas na idade recomendada que não apresentem a cicatriz não precisam ser revacinadas”,

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complementa a médica.

A dona de casa Eliane Alves, 32, mãe de Mariah Eloísa, ressalta a importância da vacinação para a prevenção de doenças.

“É um alívio saber que os nossos filhos já saem da maternidade vacinados e protegidos contra as doenças, não precisamos ir de imediato ao posto de saúde porque as primeiras vacinas, os bebês já recebem aqui mesmo”,

enfatiza.

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A MNSL mantém uma parceria com o Projeto Corujinha da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju para a vacinação de recém-nascidos na unidade. Profissionais do projeto realizam a imunização dos bebês com as vacinas da BCG, a primeira dose da hepatite B e o imunizante nirsevimabe, um anticorpo monoclonal que amplia a proteção contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de internação por bronquiolite. Este anticorpo é administrado nos bebês que nasceram antes de 37 semanas de gestação.

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No dia 1º de julho, é comemorado o Dia da Vacina BCG (Bacilo de Calmette e Guérin) e, em virtude dessa data, a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL), uma unidade de alta complexidade vinculada à Secretaria de Estado da Saúde (SES), reforça a relevância da imunização para proteger os recém-nascidos contra as formas mais graves da tuberculose. Na MNSL, a vacina é oferecida aos bebês que atendem aos critérios para receber o imunizante antes da alta hospitalar, assegurando proteção desde os primeiros dias de vida.

De acordo com a pediatra e diretora técnica da MNSL, Roseane Porto, a vacinação é uma estratégia crucial de prevenção e ajuda a reduzir o risco de complicações da doença na infância.

“A vacina BCG é fundamental para proteger os bebês contra as formas mais graves da tuberculose, que podem causar sérias complicações. Por isso, sempre que houver indicação, ela deve ser aplicada ainda na maternidade, antes da alta hospitalar”,

destaca a médica.

A tuberculose é uma infecção transmitida pela saliva e por materiais contaminados, sendo causada pelo Mycobacterium tuberculosis, conhecido também como bacilo de Koch. A vacina BCG é administrada em dose única e deve ser aplicada assim que o recém-nascido atingir o peso de dois quilos. Além de prevenir as formas graves da tuberculose pulmonar, o imunizante protege contra manifestações da doença que podem afetar outros órgãos, como ossos, rins e as membranas que envolvem o cérebro.

“Os recém-nascidos prematuros, principalmente os prematuros extremos, costumam receber a vacina posteriormente, quando atingem o peso recomendado. Esse é o principal critério para a administração da BCG”,

explica Roseane.

Após a aplicação da vacina, é comum que uma pequena cicatriz apareça no braço do bebê, indicando a resposta vacinal. Contudo, a ausência dessa marca não significa falta de proteção.

“Crianças vacinadas na idade recomendada que não apresentem a cicatriz não precisam ser revacinadas”,

complementa a médica.

A dona de casa Eliane Alves, 32, mãe de Mariah Eloísa, ressalta a importância da vacinação para a prevenção de doenças.

“É um alívio saber que os nossos filhos já saem da maternidade vacinados e protegidos contra as doenças, não precisamos ir de imediato ao posto de saúde porque as primeiras vacinas, os bebês já recebem aqui mesmo”,

enfatiza.

A MNSL mantém uma parceria com o Projeto Corujinha da Secretaria Municipal de Saúde de Aracaju para a vacinação de recém-nascidos na unidade. Profissionais do projeto realizam a imunização dos bebês com as vacinas da BCG, a primeira dose da hepatite B e o imunizante nirsevimabe, um anticorpo monoclonal que amplia a proteção contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causa de internação por bronquiolite. Este anticorpo é administrado nos bebês que nasceram antes de 37 semanas de gestação.

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