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Ministros do STF buscam flexibilização no pagamento de penduricalhos retroativos

Política

Ministros do STF buscam flexibilização no pagamento de penduricalhos retroativos

Ministros do STF discutem flexibilização no pagamento de penduricalhos retroativos.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h21
Ministros do STF buscam flexibilização no pagamento de penduricalhos retroativos

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, André Mendonça e Dias Toffoli, iniciaram uma discussão neste fim de semana visando ampliar a flexibilidade no pagamento de penduricalhos retroativos. Essa proposta contrasta com a posição dos relatores Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, que defendem que os valores prometidos antes do julgamento do STF devem ser pagos com o limite de 35% do teto constitucional.

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No dia 26 de junho de 2026, o plenário virtual começou a votar os recursos contra uma decisão de março de 2026, que restringiu o pagamento dos valores que inflacionam os ganhos de magistrados e integrantes do Ministério Público. Na ocasião, o tribunal, por unanimidade, estabeleceu que os penduricalhos poderiam alcançar até 70% do teto constitucional, sendo 35% considerados como indenizações e outros 35% como uma gratificação por tempo de serviço.

As ações relacionadas ao tema foram relatadas pelos ministros Dino, Zanin, Moraes e Gilmar Mendes, e com o julgamento dos recursos, houve um consenso entre os ministros sobre a flexibilização das regras estabelecidas, permitindo que os penduricalhos não pagos até março de 2026 fossem quitados. Contudo, foi estabelecido um limite para a regra dos 35%.

Luiz Fux, no dia 27 de junho, apresentou uma divergência parcial, sugerindo o pagamento integral dos penduricalhos retroativos, ou seja, os valores das “indenizações” prometidos antes do julgamento do STF. Essa proposta foi apoiada por Mendonça e Toffoli, que também apresentou um voto escrito no plenário. A divergência sugere que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devem ter a autoridade para determinar quais tipos de penduricalhos são válidos.

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Em março, o plenário havia decidido que o pagamento de benefícios chamados de “indenizações”, que aumentam os salários de juízes e integrantes do Ministério Público, seria permitido até 35% do teto, além de outros 35% como gratificação por tempo de serviço, sendo o adicional de 5% a cada cinco anos de carreira.

Os ministros relatores permitiram o pagamento imediato da “parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira” (PV TAC), que retoma a lógica dos quinquênios. Além disso, foi autorizado o pagamento de valores considerados como “indenização” por férias, licenças-prêmio e plantões acumulados, desde que não ultrapassem o teto de 35% do valor do teto constitucional.

Entre as mudanças propostas, destaca-se o fim do auxílio-saúde em valor fixo, que agora terá caráter indenizatório, funcionando por sistema de reembolso. Também foram estabelecidos limites para a venda de plantões judiciais e um cronograma para a retomada dos pagamentos de passivos anteriores a fevereiro de 2026.

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O voto dos ministros permanece sob análise do plenário até o dia 30 de junho, e a partir de 2 de julho, o Judiciário entrará em recesso do meio do ano. O presidente do tribunal, ministro Luiz Edson Fachin, acompanhou os relatores durante o debate.

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, André Mendonça e Dias Toffoli, iniciaram uma discussão neste fim de semana visando ampliar a flexibilidade no pagamento de penduricalhos retroativos. Essa proposta contrasta com a posição dos relatores Flávio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, que defendem que os valores prometidos antes do julgamento do STF devem ser pagos com o limite de 35% do teto constitucional.

No dia 26 de junho de 2026, o plenário virtual começou a votar os recursos contra uma decisão de março de 2026, que restringiu o pagamento dos valores que inflacionam os ganhos de magistrados e integrantes do Ministério Público. Na ocasião, o tribunal, por unanimidade, estabeleceu que os penduricalhos poderiam alcançar até 70% do teto constitucional, sendo 35% considerados como indenizações e outros 35% como uma gratificação por tempo de serviço.

As ações relacionadas ao tema foram relatadas pelos ministros Dino, Zanin, Moraes e Gilmar Mendes, e com o julgamento dos recursos, houve um consenso entre os ministros sobre a flexibilização das regras estabelecidas, permitindo que os penduricalhos não pagos até março de 2026 fossem quitados. Contudo, foi estabelecido um limite para a regra dos 35%.

Luiz Fux, no dia 27 de junho, apresentou uma divergência parcial, sugerindo o pagamento integral dos penduricalhos retroativos, ou seja, os valores das “indenizações” prometidos antes do julgamento do STF. Essa proposta foi apoiada por Mendonça e Toffoli, que também apresentou um voto escrito no plenário. A divergência sugere que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devem ter a autoridade para determinar quais tipos de penduricalhos são válidos.

Em março, o plenário havia decidido que o pagamento de benefícios chamados de “indenizações”, que aumentam os salários de juízes e integrantes do Ministério Público, seria permitido até 35% do teto, além de outros 35% como gratificação por tempo de serviço, sendo o adicional de 5% a cada cinco anos de carreira.

Os ministros relatores permitiram o pagamento imediato da “parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira” (PV TAC), que retoma a lógica dos quinquênios. Além disso, foi autorizado o pagamento de valores considerados como “indenização” por férias, licenças-prêmio e plantões acumulados, desde que não ultrapassem o teto de 35% do valor do teto constitucional.

Entre as mudanças propostas, destaca-se o fim do auxílio-saúde em valor fixo, que agora terá caráter indenizatório, funcionando por sistema de reembolso. Também foram estabelecidos limites para a venda de plantões judiciais e um cronograma para a retomada dos pagamentos de passivos anteriores a fevereiro de 2026.

O voto dos ministros permanece sob análise do plenário até o dia 30 de junho, e a partir de 2 de julho, o Judiciário entrará em recesso do meio do ano. O presidente do tribunal, ministro Luiz Edson Fachin, acompanhou os relatores durante o debate.

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