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Aracaju, Domingo, 28 de junho de 2026
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Eleições 2026: Lula e Flávio aceleram definições de palanques nos estados

Política

Eleições 2026: Lula e Flávio aceleram definições de palanques nos estados

Lula e Flávio Bolsonaro aceleram definições de palanques para as eleições 2026.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h34
Eleições 2026: Lula e Flávio aceleram definições de palanques nos estados

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A menos de dois meses para o início das campanhas eleitorais, os pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), estão intensificando as definições de seus palanques nos estados. Lula já escolheu seu pré-candidato a governador em 24 estados e no Distrito Federal, enquanto Flávio enfrenta impasses, especialmente no Nordeste, e definiu o nome que apoiará em 13 unidades federativas, além do DF.

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De acordo com levantamento, Lula tem indefinições apenas em Minas Gerais e Goiás. No primeiro, a favorita do partido é Marília Campos, mas a ex-prefeita de Contagem resiste à possibilidade e prefere disputar o Senado em 2026. Em Goiás, o ex-deputado estadual Luís César Bueno se apresenta como pré-candidato, mas ainda não há confirmação.

Por sua vez, Flávio Bolsonaro enfrenta indefinições no Sudeste, Norte e, principalmente, no Nordeste, onde não definiu apoio em seis estados. No Sul e no Centro-Oeste, onde o senador encontra maior intenção de votos, não há indefinições.

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O desempenho de Flávio Bolsonaro no Nordeste é mais modesto, e vários pré-candidatos a governos estaduais estão hesitando em abrir espaço em seu palanque, temendo a perda de popularidade. Exemplos disso são ACM Neto (União) na Bahia e Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco, que têm se mostrado cautelosos.

O PT, em suas instâncias partidárias, definiu que priorizará palanques fortes com alianças em vez de candidaturas próprias. Assim, a sigla terá dez pré-candidatos a governos estaduais e apoiará cinco nomes do PSD, três do PSB, dois do MDB e do PDT, além de um do União, PP e Republicanos.

Em contrapartida, o PL, que está atrás na montagem de palanques e alianças, prevê ter onze candidatos próprios e apoiar dois do PP e um do Republicanos. A única indefinição entre os dois pré-candidatos está em Minas Gerais. Enquanto Lula insiste em Marília Campos, Flávio aguarda a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) sobre sua candidatura ao Palácio Tiradentes antes de procurar alternativas.

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A menos de dois meses para o início das campanhas eleitorais, os pré-candidatos à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-RJ), estão intensificando as definições de seus palanques nos estados. Lula já escolheu seu pré-candidato a governador em 24 estados e no Distrito Federal, enquanto Flávio enfrenta impasses, especialmente no Nordeste, e definiu o nome que apoiará em 13 unidades federativas, além do DF.

De acordo com levantamento, Lula tem indefinições apenas em Minas Gerais e Goiás. No primeiro, a favorita do partido é Marília Campos, mas a ex-prefeita de Contagem resiste à possibilidade e prefere disputar o Senado em 2026. Em Goiás, o ex-deputado estadual Luís César Bueno se apresenta como pré-candidato, mas ainda não há confirmação.

Por sua vez, Flávio Bolsonaro enfrenta indefinições no Sudeste, Norte e, principalmente, no Nordeste, onde não definiu apoio em seis estados. No Sul e no Centro-Oeste, onde o senador encontra maior intenção de votos, não há indefinições.

O desempenho de Flávio Bolsonaro no Nordeste é mais modesto, e vários pré-candidatos a governos estaduais estão hesitando em abrir espaço em seu palanque, temendo a perda de popularidade. Exemplos disso são ACM Neto (União) na Bahia e Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco, que têm se mostrado cautelosos.

O PT, em suas instâncias partidárias, definiu que priorizará palanques fortes com alianças em vez de candidaturas próprias. Assim, a sigla terá dez pré-candidatos a governos estaduais e apoiará cinco nomes do PSD, três do PSB, dois do MDB e do PDT, além de um do União, PP e Republicanos.

Em contrapartida, o PL, que está atrás na montagem de palanques e alianças, prevê ter onze candidatos próprios e apoiar dois do PP e um do Republicanos. A única indefinição entre os dois pré-candidatos está em Minas Gerais. Enquanto Lula insiste em Marília Campos, Flávio aguarda a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) sobre sua candidatura ao Palácio Tiradentes antes de procurar alternativas.

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