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Justiça

Moraes arquiva inquérito sobre esquema da Abin envolvendo Bolsonaro

Moraes arquiva inquérito contra Bolsonaro sobre esquema da Abin, mas investigações continuam.

20/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h46
Moraes arquiva inquérito sobre esquema da Abin envolvendo Bolsonaro

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, referentes ao esquema da Abin paralela. A decisão ocorreu nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, e segundo o ministro, os fatos já haviam sido tratados em ação anterior que resultou na condenação do ex-presidente e do ex-chefe da Abin, Alexandre Ramagem, por golpe de Estado.

O inquérito diz respeito ao uso de um programa de espionagem por agentes da Abin para monitorar adversários políticos do governo Bolsonaro. Além de Bolsonaro, outras pessoas também foram citadas, incluindo Alexandre Ramagem, Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército, e Marcelo Araújo Bormevet, agente da Polícia Federal.

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Moraes decidiu arquivar o caso em relação aos investigados que já foram condenados, mas enviou o inquérito à Justiça Federal para apurar a participação de mais 28 pessoas, entre elas o filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro.

As investigações revelaram que assessores e agentes da Abin, utilizando o programa First Mile, monitoravam sem autorização os celulares de adversários. Moraes destacou que houve uma apropriação indevida da Abin por parte dos investigados, que eram em sua maioria policiais federais. Ele afirmou que o sistema foi utilizado apenas entre 2019 e 2022 durante o governo de Jair Bolsonaro, conforme reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal em julgamentos anteriores.

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O relatório da Polícia Federal não apresentou indícios suficientes contra alguns investigados, como o corregedor da Abin, José Fernando Moraes Chuy, e o diretor-adjunto da Abin, Alessandro Moretti, levando ao arquivamento das investigações a respeito deles.

Apesar do arquivamento em relação a alguns, o inquérito seguirá contra as outras 28 pessoas. Moraes determinou que a documentação seja encaminhada à Justiça Federal, uma vez que não há mais autoridades com foro privilegiado no processo.

A lista dos investigados inclui Carlos Nantes Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, e diversos assessores e oficiais de inteligência da Abin. O desenrolar desse caso poderá ter implicações significativas nas investigações em curso e na política nacional.

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou o arquivamento das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, referentes ao esquema da Abin paralela. A decisão ocorreu nesta segunda-feira, 20 de julho de 2026, e segundo o ministro, os fatos já haviam sido tratados em ação anterior que resultou na condenação do ex-presidente e do ex-chefe da Abin, Alexandre Ramagem, por golpe de Estado.

O inquérito diz respeito ao uso de um programa de espionagem por agentes da Abin para monitorar adversários políticos do governo Bolsonaro. Além de Bolsonaro, outras pessoas também foram citadas, incluindo Alexandre Ramagem, Giancarlo Gomes Rodrigues, subtenente do Exército, e Marcelo Araújo Bormevet, agente da Polícia Federal.

Moraes decidiu arquivar o caso em relação aos investigados que já foram condenados, mas enviou o inquérito à Justiça Federal para apurar a participação de mais 28 pessoas, entre elas o filho do ex-presidente, Carlos Bolsonaro.

As investigações revelaram que assessores e agentes da Abin, utilizando o programa First Mile, monitoravam sem autorização os celulares de adversários. Moraes destacou que houve uma apropriação indevida da Abin por parte dos investigados, que eram em sua maioria policiais federais. Ele afirmou que o sistema foi utilizado apenas entre 2019 e 2022 durante o governo de Jair Bolsonaro, conforme reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal em julgamentos anteriores.

O relatório da Polícia Federal não apresentou indícios suficientes contra alguns investigados, como o corregedor da Abin, José Fernando Moraes Chuy, e o diretor-adjunto da Abin, Alessandro Moretti, levando ao arquivamento das investigações a respeito deles.

Apesar do arquivamento em relação a alguns, o inquérito seguirá contra as outras 28 pessoas. Moraes determinou que a documentação seja encaminhada à Justiça Federal, uma vez que não há mais autoridades com foro privilegiado no processo.

A lista dos investigados inclui Carlos Nantes Bolsonaro, vereador do Rio de Janeiro, e diversos assessores e oficiais de inteligência da Abin. O desenrolar desse caso poderá ter implicações significativas nas investigações em curso e na política nacional.

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