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Motorista expõe contato entre vítima e PM acusado no caso Gritzbach

Brasil

Motorista expõe contato entre vítima e PM acusado no caso Gritzbach

Depoimento de motorista revela relação entre Vinícius Gritzbach e réu no julgamento.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 06h05
Motorista expõe contato entre vítima e PM acusado no caso Gritzbach

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Depoimento revelador abalou a defesa dos réus no julgamento dos PMs acusados de executar o delator do PCC. Motorista confirmou negociação de veículo com policial, contradizendo alegação de que não havia contato entre as partes.

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O julgamento dos três policiais militares acusados pela execução de Vinícius Gritzbach, delator do PCC, ocorrido na segunda-feira (22), trouxe à tona revelações importantes sobre a relação entre a vítima e um dos réus.

No depoimento prestado por Danilo Silva, que atuou como motorista de Gritzbach por dois anos e meio, ficaram evidentes interações que contradizem a defesa, que alegava não haver contato entre as partes.

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Danilo revelou que conhecia o réu Fernando Genauro e que estava em meio a uma negociação para a compra de um veículo com o policial. A proximidade entre eles era tão significativa que, no dia do crime, o motorista trocou mensagens com Genauro sobre problemas no carro, além de enviar uma foto de dentro do avião momentos antes de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O depoimento ainda destacou que circulavam rumores entre os funcionários de que Genauro estava adquirindo um apartamento no mesmo condomínio de Gritzbach. Essa informação reforça a tese da acusação, que sustenta que havia um monitoramento próximo da rotina do empresário. Após o assassinato, o pagamento do veículo negociado entre Danilo e o réu teria sido intermediado por um homem chamado Adriano, descrito como ‘secretário’ de Vinícius.

Além disso, Danilo esclareceu a dinâmica dos momentos que antecederam os disparos de fuzil no Terminal 2 do aeroporto. Segundo seu relato, a Amarok, veículo utilizado para a segurança de Gritzbach, apresentou problemas mecânicos e ficou parada em um posto de gasolina nas proximidades do aeroporto. Por ordem de Vinícius, Danilo ficou responsável pela remoção desse veículo.

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Durante o desembarque de Gritzbach, o motorista afirmou ter sinalizado para que um segundo carro se aproximasse da saída. Foi nesse momento que os executores, a bordo de um VW Gol, interceptaram as vítimas e iniciaram os disparos, resultando na morte de Gritzbach e do motorista de aplicativo Celso Araujo Sampaio de Novais, além de ferir outras pessoas. Outro ponto relevante do testemunho foi a confirmação da presença de joias com a comitiva, que Danilo buscou a pedido de Vinícius, embora não soubesse a origem exata das peças e que, segundo Gritzbach, seriam recebidas como pagamento de uma dívida.

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O julgamento dos três policiais militares acusados pela execução de Vinícius Gritzbach, delator do PCC, ocorrido na segunda-feira (22), trouxe à tona revelações importantes sobre a relação entre a vítima e um dos réus.

No depoimento prestado por Danilo Silva, que atuou como motorista de Gritzbach por dois anos e meio, ficaram evidentes interações que contradizem a defesa, que alegava não haver contato entre as partes.

Danilo revelou que conhecia o réu Fernando Genauro e que estava em meio a uma negociação para a compra de um veículo com o policial. A proximidade entre eles era tão significativa que, no dia do crime, o motorista trocou mensagens com Genauro sobre problemas no carro, além de enviar uma foto de dentro do avião momentos antes de desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

O depoimento ainda destacou que circulavam rumores entre os funcionários de que Genauro estava adquirindo um apartamento no mesmo condomínio de Gritzbach. Essa informação reforça a tese da acusação, que sustenta que havia um monitoramento próximo da rotina do empresário. Após o assassinato, o pagamento do veículo negociado entre Danilo e o réu teria sido intermediado por um homem chamado Adriano, descrito como ‘secretário’ de Vinícius.

Além disso, Danilo esclareceu a dinâmica dos momentos que antecederam os disparos de fuzil no Terminal 2 do aeroporto. Segundo seu relato, a Amarok, veículo utilizado para a segurança de Gritzbach, apresentou problemas mecânicos e ficou parada em um posto de gasolina nas proximidades do aeroporto. Por ordem de Vinícius, Danilo ficou responsável pela remoção desse veículo.

Durante o desembarque de Gritzbach, o motorista afirmou ter sinalizado para que um segundo carro se aproximasse da saída. Foi nesse momento que os executores, a bordo de um VW Gol, interceptaram as vítimas e iniciaram os disparos, resultando na morte de Gritzbach e do motorista de aplicativo Celso Araujo Sampaio de Novais, além de ferir outras pessoas. Outro ponto relevante do testemunho foi a confirmação da presença de joias com a comitiva, que Danilo buscou a pedido de Vinícius, embora não soubesse a origem exata das peças e que, segundo Gritzbach, seriam recebidas como pagamento de uma dívida.

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