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Aracaju, Quarta-feira, 24 de junho de 2026
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”Não foi acaso, foi cobrança” rebate Emília Corrêa sobre narrativa da obra da Av. Maranhão”

Aracaju

”Não foi acaso, foi cobrança” rebate Emília Corrêa sobre narrativa da obra da Av. Maranhão”

Publicidade Publicidade A prefeita Emília Corrêa, utilizou suas redes sociais na noite dessa quinta-feira, 16, durante o programa Café com Emília, para comentar os desdobramentos envolvendo a obra da Avenida Maranhão e rebater narrativas sobre a atuação do Governo do Estado no caso. Leia também Em agenda em Sergipe, ato com Ronaldo Caiado registra baixa […]

18/04/2026 · 09h03 · Atualizado às 19h03
”Não foi acaso, foi cobrança” rebate Emília Corrêa sobre narrativa da obra da Av. Maranhão”

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A prefeita Emília Corrêa, utilizou suas redes sociais na noite dessa quinta-feira, 16, durante o programa Café com Emília, para comentar os desdobramentos envolvendo a obra da Avenida Maranhão e rebater narrativas sobre a atuação do Governo do Estado no caso.

“A gente precisa colocar alguns pingos nos is, porque tem gente tentando reescrever a história. E eu tenho o dever de lembrar como ela realmente aconteceu”, afirmou.

A fala ocorreu após a coletiva realizada na última terça-feira, quando o governador anunciou que a Iguá Sergipe executará os reparos necessários, permitindo a continuidade da obra de infraestrutura conduzida pela Prefeitura de Aracaju.

Durante a transmissão, a prefeita afirmou que a medida anunciada não surgiu de forma espontânea, mas foi resultado de uma sequência de cobranças feitas pela gestão municipal. “Isso não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve cobrança, porque houve enfrentamento”, declarou.

Segundo ela, a prefeitura vinha enfrentando dificuldades para avançar com a obra devido a sucessivos rompimentos na rede de água, cuja responsabilidade é da concessionária. “A obra está pronta para avançar, mas foi impedida pelos constantes rompimentos da rede, que não é responsabilidade da prefeitura”, pontuou.

Ainda de acordo com a gestora, desde o início do impasse, a administração municipal adotou uma série de providências. “Nós cobramos, enviamos ofícios, registramos os rompimentos, alertamos sobre os prejuízos, entramos na Justiça e criamos um comitê de monitoramento. Fizemos o que uma gestão responsável precisa fazer”, disse.

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A prefeita ressaltou que, após o anúncio desse comitê, feito durante o Café com Emília no dia 26 de março, o Governo do Estado instituiu, no dia seguinte, um grupo de trabalho com proposta semelhante. “Logo depois que anunciamos o comitê, o governo criou um grupo de trabalho. É no mínimo curioso, porque já existe uma agência reguladora para isso”, afirmou, citando a Agrese.

Ainda durante a fala, a gestora criticou a narrativa de que a solução apresentada teria partido exclusivamente do Governo do Estado. “Não dá para querer se colocar como salvador de um problema que não resolveu antes. Não dá para subestimar a inteligência do povo”, declarou.

Segundo ela, a decisão da empresa em assumir os reparos foi consequência direta da pressão do executivo municipal. “Depois de toda essa pressão e do desgaste que a empresa e o governo vêm sofrendo, aí sim veio o anúncio. Mas isso tem causa”, reforçou.

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A prefeita também mencionou que a situação atual do abastecimento de água no estado está relacionada à concessão do serviço, anteriormente realizado pela Deso. “A Iguá não caiu do céu. Foi uma escolha. E hoje quem sofre com essa escolha é a população”, afirmou.

Por fim, a gestora afirmou que a Prefeitura de Aracaju continuará acompanhando a execução dos serviços e cobrando responsabilidades. “Eu não fiquei de braços cruzados e não ficarei nunca enquanto a população estiver sofrendo. Enquanto eu tiver esse espaço, vou continuar mostrando a verdade”, concluiu.

Texto/Foto: Ascom EC

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A prefeita Emília Corrêa, utilizou suas redes sociais na noite dessa quinta-feira, 16, durante o programa Café com Emília, para comentar os desdobramentos envolvendo a obra da Avenida Maranhão e rebater narrativas sobre a atuação do Governo do Estado no caso.

“A gente precisa colocar alguns pingos nos is, porque tem gente tentando reescrever a história. E eu tenho o dever de lembrar como ela realmente aconteceu”, afirmou.

A fala ocorreu após a coletiva realizada na última terça-feira, quando o governador anunciou que a Iguá Sergipe executará os reparos necessários, permitindo a continuidade da obra de infraestrutura conduzida pela Prefeitura de Aracaju.

Durante a transmissão, a prefeita afirmou que a medida anunciada não surgiu de forma espontânea, mas foi resultado de uma sequência de cobranças feitas pela gestão municipal. “Isso não aconteceu por acaso. Aconteceu porque houve cobrança, porque houve enfrentamento”, declarou.

Segundo ela, a prefeitura vinha enfrentando dificuldades para avançar com a obra devido a sucessivos rompimentos na rede de água, cuja responsabilidade é da concessionária. “A obra está pronta para avançar, mas foi impedida pelos constantes rompimentos da rede, que não é responsabilidade da prefeitura”, pontuou.

Ainda de acordo com a gestora, desde o início do impasse, a administração municipal adotou uma série de providências. “Nós cobramos, enviamos ofícios, registramos os rompimentos, alertamos sobre os prejuízos, entramos na Justiça e criamos um comitê de monitoramento. Fizemos o que uma gestão responsável precisa fazer”, disse.

A prefeita ressaltou que, após o anúncio desse comitê, feito durante o Café com Emília no dia 26 de março, o Governo do Estado instituiu, no dia seguinte, um grupo de trabalho com proposta semelhante. “Logo depois que anunciamos o comitê, o governo criou um grupo de trabalho. É no mínimo curioso, porque já existe uma agência reguladora para isso”, afirmou, citando a Agrese.

Ainda durante a fala, a gestora criticou a narrativa de que a solução apresentada teria partido exclusivamente do Governo do Estado. “Não dá para querer se colocar como salvador de um problema que não resolveu antes. Não dá para subestimar a inteligência do povo”, declarou.

Segundo ela, a decisão da empresa em assumir os reparos foi consequência direta da pressão do executivo municipal. “Depois de toda essa pressão e do desgaste que a empresa e o governo vêm sofrendo, aí sim veio o anúncio. Mas isso tem causa”, reforçou.

A prefeita também mencionou que a situação atual do abastecimento de água no estado está relacionada à concessão do serviço, anteriormente realizado pela Deso. “A Iguá não caiu do céu. Foi uma escolha. E hoje quem sofre com essa escolha é a população”, afirmou.

Por fim, a gestora afirmou que a Prefeitura de Aracaju continuará acompanhando a execução dos serviços e cobrando responsabilidades. “Eu não fiquei de braços cruzados e não ficarei nunca enquanto a população estiver sofrendo. Enquanto eu tiver esse espaço, vou continuar mostrando a verdade”, concluiu.

Texto/Foto: Ascom EC

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