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No G7, Lula surpreende ao negar que seja político de esquerda

Internacional

No G7, Lula surpreende ao negar que seja político de esquerda

Lula afirma, durante G7, que nunca se considerou político de esquerda.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h05
No G7, Lula surpreende ao negar que seja político de esquerda

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Durante conversa informal na cúpula do G7, na França, Lula afirmou nunca ter se identificado como político de esquerda. A declaração surpreendeu autoridades presentes no encontro internacional.

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Uma conversa informal entre autoridades durante a cúpula do G7, realizada na França, chamou atenção nesta quarta-feira (17/6). Durante o diálogo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que nunca se identificou como um político de esquerda, apesar da percepção construída ao longo de sua carreira.

A declaração ocorreu enquanto o chefe do Executivo brasileiro conversava com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com o chanceler alemão Friedrich Merz, pouco antes de uma das reuniões do encontro internacional.

Lula comentou sobre o cenário político global, ressaltando que a maioria dos governos ao redor do mundo não está posicionada nos extremos ideológicos. “Na França também os socialistas têm bem menos tempo de Governo. Ou seja, o que isso prova? Que o mundo não é de esquerda. O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade”, afirmou.

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Kristalina mencionou que, quando Lula chegou à Presidência pela primeira vez, em 2003, havia a expectativa internacional de que ele representasse um Governo claramente alinhado à esquerda. O presidente respondeu rejeitando essa classificação. “Mas eu nunca fui esquerdista. Eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão. Tinha uma relação muito boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação boa com a UGT da Espanha”, argumentou.

Além disso, Lula relembrou um episódio ocorrido no início da década de 1980, quando recebeu um convite para participar de um congresso na então União Soviética, mas não conseguiu comparecer devido a restrições impostas pela legislação brasileira da época.

O presidente ainda afirmou que, após realizar viagens por países europeus em busca de apoio internacional ao movimento sindical brasileiro, passou a ser visto por alguns setores como uma figura “anticomunista”.

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A conversa ocorreu durante a participação de Lula no G7, evento que reúne algumas das principais economias do mundo e que, nesta edição, contou com a presença de países convidados para discussões sobre economia, democracia, desenvolvimento e cooperação internacional.

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Durante conversa informal na cúpula do G7, na França, Lula afirmou nunca ter se identificado como político de esquerda. A declaração surpreendeu autoridades presentes no encontro internacional.

Uma conversa informal entre autoridades durante a cúpula do G7, realizada na França, chamou atenção nesta quarta-feira (17/6). Durante o diálogo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que nunca se identificou como um político de esquerda, apesar da percepção construída ao longo de sua carreira.

A declaração ocorreu enquanto o chefe do Executivo brasileiro conversava com a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, e com o chanceler alemão Friedrich Merz, pouco antes de uma das reuniões do encontro internacional.

Lula comentou sobre o cenário político global, ressaltando que a maioria dos governos ao redor do mundo não está posicionada nos extremos ideológicos. “Na França também os socialistas têm bem menos tempo de Governo. Ou seja, o que isso prova? Que o mundo não é de esquerda. O mundo é do caminho do meio. Essa é a verdade”, afirmou.

Kristalina mencionou que, quando Lula chegou à Presidência pela primeira vez, em 2003, havia a expectativa internacional de que ele representasse um Governo claramente alinhado à esquerda. O presidente respondeu rejeitando essa classificação. “Mas eu nunca fui esquerdista. Eu era um dirigente sindical que tinha uma belíssima relação com o sindicalismo alemão. Tinha uma relação muito boa com o sindicalismo italiano. Tinha uma relação boa com a UGT da Espanha”, argumentou.

Além disso, Lula relembrou um episódio ocorrido no início da década de 1980, quando recebeu um convite para participar de um congresso na então União Soviética, mas não conseguiu comparecer devido a restrições impostas pela legislação brasileira da época.

O presidente ainda afirmou que, após realizar viagens por países europeus em busca de apoio internacional ao movimento sindical brasileiro, passou a ser visto por alguns setores como uma figura “anticomunista”.

A conversa ocorreu durante a participação de Lula no G7, evento que reúne algumas das principais economias do mundo e que, nesta edição, contou com a presença de países convidados para discussões sobre economia, democracia, desenvolvimento e cooperação internacional.

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