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Trump troca filhos de Bolsonaro e gera gafe no G7

Internacional

Trump troca filhos de Bolsonaro e gera gafe no G7

Donald Trump confundiu Eduardo e Flávio Bolsonaro durante declaração no G7.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h06
Trump troca filhos de Bolsonaro e gera gafe no G7

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O presidente americano confundiu Eduardo com Flávio Bolsonaro ao comentar sobre eleições e prisão. A declaração repercutiu e expôs o desconhecimento de Trump sobre a política brasileira.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou uma gafe durante a cúpula do G7 ao comentar sobre a situação da família Bolsonaro. Em uma declaração feita nesta quarta-feira, Trump confundiu os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao mencionar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro como se ele fosse o pré-candidato ao Palácio do Planalto, quando na verdade o nome cogitado é o do senador Flávio Bolsonaro.

Trump declarou que tinha sido informado sobre a prisão de “Bolsonaro Jr.” e fez comentários sobre a posição do mesmo nas pesquisas eleitorais. A confusão gerou repercussão, uma vez que o integrante da família que realmente estava associado ao episódio era Eduardo, enquanto Flávio é o nome que está sendo considerado para a candidatura à presidência.

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Em sua fala, Trump comentou:

“Tem sido desagradável. Ouvi dizer que prenderam alguém que está concorrendo a um cargo hoje. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele (Lula) e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas, e o prenderam porque ele deu uma declaração no Texas. Prenderam ele, ou querem prender ele.”

A confusão ocorreu logo após uma reunião entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o que deixou a declaração ainda mais impactante diante dos líderes mundiais presentes na cúpula. A declaração rapidamente repercutiu, dada a relevância de Jair Bolsonaro como um dos principais aliados internacionais de Trump.

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A situação ressalta a complexidade das relações políticas entre os países e o impacto que erros de comunicação podem ter em eventos de grande escala. O episódio também levanta questões sobre a atenção que líderes mundiais dedicam a detalhes de outras nações, especialmente em contextos de candidaturas presidenciais.

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O presidente americano confundiu Eduardo com Flávio Bolsonaro ao comentar sobre eleições e prisão. A declaração repercutiu e expôs o desconhecimento de Trump sobre a política brasileira.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, protagonizou uma gafe durante a cúpula do G7 ao comentar sobre a situação da família Bolsonaro. Em uma declaração feita nesta quarta-feira, Trump confundiu os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao mencionar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro como se ele fosse o pré-candidato ao Palácio do Planalto, quando na verdade o nome cogitado é o do senador Flávio Bolsonaro.

Trump declarou que tinha sido informado sobre a prisão de “Bolsonaro Jr.” e fez comentários sobre a posição do mesmo nas pesquisas eleitorais. A confusão gerou repercussão, uma vez que o integrante da família que realmente estava associado ao episódio era Eduardo, enquanto Flávio é o nome que está sendo considerado para a candidatura à presidência.

Em sua fala, Trump comentou:

“Tem sido desagradável. Ouvi dizer que prenderam alguém que está concorrendo a um cargo hoje. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele (Lula) e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas, e o prenderam porque ele deu uma declaração no Texas. Prenderam ele, ou querem prender ele.”

A confusão ocorreu logo após uma reunião entre Trump e o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o que deixou a declaração ainda mais impactante diante dos líderes mundiais presentes na cúpula. A declaração rapidamente repercutiu, dada a relevância de Jair Bolsonaro como um dos principais aliados internacionais de Trump.

A situação ressalta a complexidade das relações políticas entre os países e o impacto que erros de comunicação podem ter em eventos de grande escala. O episódio também levanta questões sobre a atenção que líderes mundiais dedicam a detalhes de outras nações, especialmente em contextos de candidaturas presidenciais.

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