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Aracaju, Quinta-feira, 25 de junho de 2026
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Nove brasileiros são convidados pela Academia para votar no Oscar 2026

Filmes/Séries/Animações

Nove brasileiros são convidados pela Academia para votar no Oscar 2026

Academia convida nove brasileiros para serem votantes do Oscar 2026.

25/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h42
Nove brasileiros são convidados pela Academia para votar no Oscar 2026

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou a inclusão de mais de 500 novas personalidades em sua organização, permitindo que se tornem votantes do Oscar. Com essa nova leva de convites, o total de membros ativos da Academia sobe para mais de 11 mil.

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Entre os novos convidados, oito profissionais brasileiros se destacam na lista. São eles: o diretor de fotografia Adolpho Veloso, o editor de som Bernardo Uzeda, o montador Eduardo Serrano, o diretor de elenco Gabriel Domingues, o diretor Marcelo Caetano, o montador Matheus Farias, a figurinista Rita Azevedo e o diretor de arte Thales Junqueira, além da diretora de fotografia Wilssa Esser.

Embora o convite possa ser recusado, caso todos aceitem, o Brasil terá mais de 70 representantes na prestigiada premiação de Hollywood. Entre os que já fazem parte da Academia estão personalidades como Carlos Saldanha, Fernanda Torres, Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura e Walter Salles.

Adolpho Veloso, um dos convidados, foi indicado ao Oscar 2026 pelo seu trabalho em “Sonhos de Trem”. Embora não tenha conquistado a estatueta, recebeu o convite para ser votante da premiação. Sua trajetória inclui produções brasileiras como “Rodantes” (2021) e “Mosquito” (2020), além de projetos internacionais como a série “Becoming Elizabeth”.

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Bernardo Uzeda, editor de som e fundador da Aura Post, tem no currículo colaborações em filmes como “As Boas Maneiras” (2017) e “Medusa” (2021). Eduardo Serrano, natural do Recife, é conhecido por sua montagem em filmes de Kleber Mendonça Filho, incluindo “Aquarius” (2016) e “Bacurau” (2019).

Gabriel Domingues, indicado ao Oscar de Melhor Direção de Elenco, foi responsável por projetos como “O Agente Secreto” (2025) e “Aquarius”. O mineiro Marcelo Caetano ganhou destaque com o filme “Baby” (2024), que foi premiado no Festival de Cannes.

Matheus Farias, editor com vasta experiência, também montou “O Agente Secreto” e trabalhou em diversos trailers de filmes. Rita Azevedo, figurinista, é colaboradora frequente de Kleber Mendonça Filho, enquanto Thales Junqueira se destacou no design de produção de grandes títulos, como “Baby” e “Meu Nome é Gal”. Por fim, Wilssa Esser, diretora de fotografia, tem no currículo filmes como “Temporada” (2018) e “Hit Parade” (2021).

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Para se tornar votante do Oscar, geralmente, é necessário ter sido indicado ou vencedor do prêmio, sendo convidado a se tornar membro automaticamente. A Academia organiza grupos de votação compostos por profissionais do cinema que participaram da produção de filmes lançados nos cinemas.

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A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou a inclusão de mais de 500 novas personalidades em sua organização, permitindo que se tornem votantes do Oscar. Com essa nova leva de convites, o total de membros ativos da Academia sobe para mais de 11 mil.

Entre os novos convidados, oito profissionais brasileiros se destacam na lista. São eles: o diretor de fotografia Adolpho Veloso, o editor de som Bernardo Uzeda, o montador Eduardo Serrano, o diretor de elenco Gabriel Domingues, o diretor Marcelo Caetano, o montador Matheus Farias, a figurinista Rita Azevedo e o diretor de arte Thales Junqueira, além da diretora de fotografia Wilssa Esser.

Embora o convite possa ser recusado, caso todos aceitem, o Brasil terá mais de 70 representantes na prestigiada premiação de Hollywood. Entre os que já fazem parte da Academia estão personalidades como Carlos Saldanha, Fernanda Torres, Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura e Walter Salles.

Adolpho Veloso, um dos convidados, foi indicado ao Oscar 2026 pelo seu trabalho em “Sonhos de Trem”. Embora não tenha conquistado a estatueta, recebeu o convite para ser votante da premiação. Sua trajetória inclui produções brasileiras como “Rodantes” (2021) e “Mosquito” (2020), além de projetos internacionais como a série “Becoming Elizabeth”.

Bernardo Uzeda, editor de som e fundador da Aura Post, tem no currículo colaborações em filmes como “As Boas Maneiras” (2017) e “Medusa” (2021). Eduardo Serrano, natural do Recife, é conhecido por sua montagem em filmes de Kleber Mendonça Filho, incluindo “Aquarius” (2016) e “Bacurau” (2019).

Gabriel Domingues, indicado ao Oscar de Melhor Direção de Elenco, foi responsável por projetos como “O Agente Secreto” (2025) e “Aquarius”. O mineiro Marcelo Caetano ganhou destaque com o filme “Baby” (2024), que foi premiado no Festival de Cannes.

Matheus Farias, editor com vasta experiência, também montou “O Agente Secreto” e trabalhou em diversos trailers de filmes. Rita Azevedo, figurinista, é colaboradora frequente de Kleber Mendonça Filho, enquanto Thales Junqueira se destacou no design de produção de grandes títulos, como “Baby” e “Meu Nome é Gal”. Por fim, Wilssa Esser, diretora de fotografia, tem no currículo filmes como “Temporada” (2018) e “Hit Parade” (2021).

Para se tornar votante do Oscar, geralmente, é necessário ter sido indicado ou vencedor do prêmio, sendo convidado a se tornar membro automaticamente. A Academia organiza grupos de votação compostos por profissionais do cinema que participaram da produção de filmes lançados nos cinemas.

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