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Saúde

OMS confirma oito casos da cepa Andes em surto de hantavírus a bordo de navio de cruzeiro

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que oito casos confirmados de hantavírus identificados durante um surto em um navio de cruzeiro...

14/05/2026 · 15h01 · Atualizado às 13h07
OMS confirma oito casos da cepa Andes em surto de hantavírus a bordo de navio de cruzeiro

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que oito casos confirmados de hantavírus identificados durante um surto em um navio de cruzeiro correspondem à cepa Andes, a única variante conhecida por transmitir-se entre pessoas.

Segundo o boletim da OMS, até 13 de maio foram notificados 11 casos relacionados ao evento: oito confirmados laboratorialmente, um com resultado inconclusivo e dois classificados como prováveis. Entre esses pacientes houve três óbitos — dois com confirmação laboratorial e um considerado provável.

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Desde a última atualização emitida em 8 de maio, houve o acréscimo de dois casos confirmados e um caso com resultado inconclusivo entre passageiros do navio. A entidade detalhou que todos os casos confirmados em laboratório referem-se a infecções pela cepa Andes e que os afetados eram passageiros do MV Hondius.

A OMS informou detalhes sobre a distribuição dos casos repatriados: um paciente apresentou sintomas durante a repatriação para a França; outro foi testado ao chegar à Espanha após repatriação e permanece assintomático; e um terceiro, com exame laboratorial inconclusivo, foi repatriado para os Estados Unidos, também assintomático, e está sendo submetido a novos testes.

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Com base nas informações apuradas até o momento, a hipótese considerada mais provável pelas autoridades é que o primeiro caso tenha contraído a infecção antes do embarque, por exposição em terra. Investigações continuam em andamento para identificar as circunstâncias da exposição inicial e a origem do surto, em colaboração com autoridades da Argentina e do Chile.

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A OMS acrescentou que as evidências disponíveis indicam transmissão subsequente entre pessoas a bordo. Uma análise preliminar das sequências genéticas mostrou alta similaridade entre os diferentes casos, o que sustenta a possibilidade de contágio interpessoal no navio.

O manejo do surto envolve uma resposta internacional coordenada, incluindo investigações epidemiológicas aprofundadas, isolamento e tratamento clínico dos casos, evacuações médicas, testes laboratoriais, rastreamento

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que oito casos confirmados de hantavírus identificados durante um surto em um navio de cruzeiro correspondem à cepa Andes, a única variante conhecida por transmitir-se entre pessoas.

Segundo o boletim da OMS, até 13 de maio foram notificados 11 casos relacionados ao evento: oito confirmados laboratorialmente, um com resultado inconclusivo e dois classificados como prováveis. Entre esses pacientes houve três óbitos — dois com confirmação laboratorial e um considerado provável.

Desde a última atualização emitida em 8 de maio, houve o acréscimo de dois casos confirmados e um caso com resultado inconclusivo entre passageiros do navio. A entidade detalhou que todos os casos confirmados em laboratório referem-se a infecções pela cepa Andes e que os afetados eram passageiros do MV Hondius.

A OMS informou detalhes sobre a distribuição dos casos repatriados: um paciente apresentou sintomas durante a repatriação para a França; outro foi testado ao chegar à Espanha após repatriação e permanece assintomático; e um terceiro, com exame laboratorial inconclusivo, foi repatriado para os Estados Unidos, também assintomático, e está sendo submetido a novos testes.

Com base nas informações apuradas até o momento, a hipótese considerada mais provável pelas autoridades é que o primeiro caso tenha contraído a infecção antes do embarque, por exposição em terra. Investigações continuam em andamento para identificar as circunstâncias da exposição inicial e a origem do surto, em colaboração com autoridades da Argentina e do Chile.

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A OMS acrescentou que as evidências disponíveis indicam transmissão subsequente entre pessoas a bordo. Uma análise preliminar das sequências genéticas mostrou alta similaridade entre os diferentes casos, o que sustenta a possibilidade de contágio interpessoal no navio.

O manejo do surto envolve uma resposta internacional coordenada, incluindo investigações epidemiológicas aprofundadas, isolamento e tratamento clínico dos casos, evacuações médicas, testes laboratoriais, rastreamento

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