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PF conclui investigação sobre suposta “Abin Paralela”; Bolsonaro e outros podem ser indiciados

Brasil

PF conclui investigação sobre suposta “Abin Paralela”; Bolsonaro e outros podem ser indiciados

Publicidade A Polícia Federal está prestes a encerrar o inquérito que investiga a suposta existência de uma estrutura ilegal de espionagem conhecida como “Abin Paralela”, que teria sido criada para monitorar adversários políticos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Publicidade Nomes Envolvidos Segundo informações da CNN Brasil, além de Bolsonaro, outros nomes de […]

28/01/2025 · 14h12 · Atualizado às 18h57
PF conclui investigação sobre suposta “Abin Paralela”; Bolsonaro e outros podem ser indiciados

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A Polícia Federal está prestes a encerrar o inquérito que investiga a suposta existência de uma estrutura ilegal de espionagem conhecida como “Abin Paralela”, que teria sido criada para monitorar adversários políticos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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Nomes Envolvidos

Segundo informações da CNN Brasil, além de Bolsonaro, outros nomes de peso aparecem na investigação, como:

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  • Carlos Bolsonaro (PL), vereador e filho do ex-presidente;
  • Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Abin.

Monitoramento de Autoridades

O esquema teria monitorado ilegalmente pelo menos 22 pessoas, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Atuação da Secom

A investigação aponta ainda que integrantes da Secretaria de Comunicação Social (Secom) tiveram um papel central ao fornecer suporte ao esquema com perfis falsos usados para espalhar desinformação e atacar opositores do governo.

A PF deve concluir o relatório em breve, com a expectativa de indiciamentos por crimes relacionados à violação de privacidade, abuso de poder e disseminação de informações falsas.

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A Polícia Federal está prestes a encerrar o inquérito que investiga a suposta existência de uma estrutura ilegal de espionagem conhecida como “Abin Paralela”, que teria sido criada para monitorar adversários políticos durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Nomes Envolvidos

Segundo informações da CNN Brasil, além de Bolsonaro, outros nomes de peso aparecem na investigação, como:

  • Carlos Bolsonaro (PL), vereador e filho do ex-presidente;
  • Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-diretor da Abin.

Monitoramento de Autoridades

O esquema teria monitorado ilegalmente pelo menos 22 pessoas, incluindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Atuação da Secom

A investigação aponta ainda que integrantes da Secretaria de Comunicação Social (Secom) tiveram um papel central ao fornecer suporte ao esquema com perfis falsos usados para espalhar desinformação e atacar opositores do governo.

A PF deve concluir o relatório em breve, com a expectativa de indiciamentos por crimes relacionados à violação de privacidade, abuso de poder e disseminação de informações falsas.

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