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PF indica Careca do INSS e 47 pessoas por fraudes em aposentadorias

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PF indica Careca do INSS e 47 pessoas por fraudes em aposentadorias

PF indiciou 48 pessoas, incluindo Careca do INSS, por fraudes em aposentadorias.

14/07/2026 · 20h56
PF indica Careca do INSS e 47 pessoas por fraudes em aposentadorias

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A Polícia Federal indiciou 48 pessoas envolvidas em um esquema de descontos irregulares em aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O relatório referente à investigação foi apresentado ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, na última sexta-feira, dia 10 de julho de 2026. A Procuradoria Geral da República agora terá a responsabilidade de decidir sobre a apresentação de denúncia ou o arquivamento do caso.

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Entre os indiciados, destacam-se nomes como o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador-geral do instituto, Virgílio de Oliveira Filho, e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Este último, por sua vez, não se manifestou publicamente sobre o indiciamento por meio de sua defesa, que afirmou que ainda não irá se pronunciar sobre o assunto.

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Este indiciamento representa a primeira etapa do relatório da investigação. É importante ressaltar que não foram feitas menções a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nem à sua amiga Roberta Luchsinger durante a apresentação do relatório.

A operação, que ficou conhecida como “Operação Sem Desconto”, teve início em abril de 2025, quando a Polícia Federal revelou um esquema de desvios e fraudes no INSS. Segundo os investigadores, foram identificadas irregularidades ligadas a descontos de mensalidades associativas que eram aplicados sobre os benefícios previdenciários, afetando principalmente aposentadorias e pensões concedidas pelo instituto.

O montante estimado desviado dos beneficiários chega a impressionantes R$ 6,3 bilhões, o que levanta preocupações sobre a integridade do sistema previdenciário. A operação resultou no afastamento de Alessandro Stefanutto da presidência do INSS. Além disso, a pressão sobre o governo federal foi tamanha que o então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, do PDT, pediu demissão em decorrência da situação.

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Entre os indiciados, destacam-se nomes como o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, o ex-procurador-geral do instituto, Virgílio de Oliveira Filho, e o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Este último, por sua vez, não se manifestou publicamente sobre o indiciamento por meio de sua defesa, que afirmou que ainda não irá se pronunciar sobre o assunto.

Este indiciamento representa a primeira etapa do relatório da investigação. É importante ressaltar que não foram feitas menções a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nem à sua amiga Roberta Luchsinger durante a apresentação do relatório.

A operação, que ficou conhecida como “Operação Sem Desconto”, teve início em abril de 2025, quando a Polícia Federal revelou um esquema de desvios e fraudes no INSS. Segundo os investigadores, foram identificadas irregularidades ligadas a descontos de mensalidades associativas que eram aplicados sobre os benefícios previdenciários, afetando principalmente aposentadorias e pensões concedidas pelo instituto.

O montante estimado desviado dos beneficiários chega a impressionantes R$ 6,3 bilhões, o que levanta preocupações sobre a integridade do sistema previdenciário. A operação resultou no afastamento de Alessandro Stefanutto da presidência do INSS. Além disso, a pressão sobre o governo federal foi tamanha que o então ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, do PDT, pediu demissão em decorrência da situação.

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