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Economia

PIX EM SERGIPE MOVIMENTA R$ 7,145 BILHÕES EM MARÇO E REGISTA ALTA DE 52,93%, APONTA FECOMÉRCIO

PIX registra salto de 52,93% em Sergipe e injeta R$ 2,47 bilhões a mais na economia em um ano O uso do PIX em Sergipe apresentou crescimento...

15/04/2026 · 09h07 · Atualizado às 18h59
PIX EM SERGIPE MOVIMENTA R$ 7,145 BILHÕES EM MARÇO E REGISTA ALTA DE 52,93%, APONTA FECOMÉRCIO

PIX registra salto de 52,93% em Sergipe e injeta R$ 2,47 bilhões a mais na economia em um ano

O uso do PIX em Sergipe apresentou crescimento significativo em março de 2026. Segundo o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, o total movimentado via a ferramenta atingiu R$ 7,145 bilhões no mês, ante R$ 4,672 bilhões registrados em março de 2025, o que equivale a uma alta de 52,93% e a uma injeção adicional de R$ 2,47 bilhões na economia local em um ano.

O desempenho reforça a posição do PIX como principal meio de pagamento no país, em razão da maior rapidez nas transferências e do impacto positivo no fluxo de caixa das empresas, sobretudo nos ramos do comércio e de serviços.

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Marcos Andrade, presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, afirmou que os números refletem uma mudança estrutural no comportamento do consumidor e na operação do varejo. Na visão da entidade, a adoção crescente da ferramenta permite que os empresários recebam recursos com mais agilidade, reduzam despesas operacionais e tenham maior previsibilidade nas receitas, fatores que, segundo Andrade, contribuem para a melhoria do ambiente de negócios em Sergipe.

Além da velocidade nas transações, o PIX tem sido apontado como vetor de inclusão financeira. O sistema facilita o acesso ao consumo e ao recebimento por parte de pequenos empreendedores e trabalhadores informais, que passam a operar com menos entraves e maior eficiência, segundo a avaliação do próprio Sistema Fecomércio.

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Márcio Rocha, chefe de comunicação e inteligência do sistema, avaliou que o aumento no volume de transações vai além de uma simples elevação numérica. Rocha destaca que a difusão do PIX altera a dinâmica de circulação de recursos, reduz atritos nas operações, amplia a liquidez e tende a estimular o consumo no curto prazo, o que, na avaliação do economista, fortalece o comércio local.

55191697008 269af0631f c

O relatório da entidade também aponta efeitos potenciais na formalização das atividades e na competitividade, na medida em que a digitalização dos pagamentos amplia a rastreabilidade das operações e diminui a dependência de mecanismos informais.

Com a continuidade da expansão do PIX e a incorporação de funcionalidades adicionais — como o parcelamento e o uso integrado a sistemas de crédito —, a expectativa do sistema é de que o volume financeiro movimentado siga em alta ao longo de 2026, consolidando o instrumento como peça central na dinâmica econômica do estado.

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PIX registra salto de 52,93% em Sergipe e injeta R$ 2,47 bilhões a mais na economia em um ano

O uso do PIX em Sergipe apresentou crescimento significativo em março de 2026. Segundo o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, o total movimentado via a ferramenta atingiu R$ 7,145 bilhões no mês, ante R$ 4,672 bilhões registrados em março de 2025, o que equivale a uma alta de 52,93% e a uma injeção adicional de R$ 2,47 bilhões na economia local em um ano.

O desempenho reforça a posição do PIX como principal meio de pagamento no país, em razão da maior rapidez nas transferências e do impacto positivo no fluxo de caixa das empresas, sobretudo nos ramos do comércio e de serviços.

Marcos Andrade, presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, afirmou que os números refletem uma mudança estrutural no comportamento do consumidor e na operação do varejo. Na visão da entidade, a adoção crescente da ferramenta permite que os empresários recebam recursos com mais agilidade, reduzam despesas operacionais e tenham maior previsibilidade nas receitas, fatores que, segundo Andrade, contribuem para a melhoria do ambiente de negócios em Sergipe.

Além da velocidade nas transações, o PIX tem sido apontado como vetor de inclusão financeira. O sistema facilita o acesso ao consumo e ao recebimento por parte de pequenos empreendedores e trabalhadores informais, que passam a operar com menos entraves e maior eficiência, segundo a avaliação do próprio Sistema Fecomércio.

Márcio Rocha, chefe de comunicação e inteligência do sistema, avaliou que o aumento no volume de transações vai além de uma simples elevação numérica. Rocha destaca que a difusão do PIX altera a dinâmica de circulação de recursos, reduz atritos nas operações, amplia a liquidez e tende a estimular o consumo no curto prazo, o que, na avaliação do economista, fortalece o comércio local.

55191697008 269af0631f c

O relatório da entidade também aponta efeitos potenciais na formalização das atividades e na competitividade, na medida em que a digitalização dos pagamentos amplia a rastreabilidade das operações e diminui a dependência de mecanismos informais.

Com a continuidade da expansão do PIX e a incorporação de funcionalidades adicionais — como o parcelamento e o uso integrado a sistemas de crédito —, a expectativa do sistema é de que o volume financeiro movimentado siga em alta ao longo de 2026, consolidando o instrumento como peça central na dinâmica econômica do estado.

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