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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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Plano Safra 2026/27 entra na reta final e deve ser definido esta semana

Brasil

Plano Safra 2026/27 entra na reta final e deve ser definido esta semana

Governo avança nas negociações para definir o Plano Safra 2026/27, com ajustes finais previstos.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h34
Plano Safra 2026/27 entra na reta final e deve ser definido esta semana

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O governo federal acelera os ajustes do Plano Safra 2026/27. Ministérios e área econômica debatem volumes de crédito e taxas de juros para fechar o programa em dias.

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O governo federal inicia a fase final de ajustes para definir o Plano Safra 2026/27. Após semanas de negociações entre os ministérios e a área econômica, espera-se que os valores e diretrizes da próxima temporada de crédito rural sejam decididos nos próximos dias.

De acordo com fontes que participam das discussões, os números estão se aproximando de uma versão final do programa, que deverá ser consolidada ainda esta semana. As conversas têm como foco o volume de recursos, a equalização de juros e os instrumentos que serão utilizados para financiar o setor rural.

O pedido apresentado pelos ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Agrário soma R$ 652 bilhões, sendo R$ 570 bilhões destinados a médios e grandes produtores e R$ 82 bilhões à agricultura familiar.

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O Ministério da Agricultura também solicitou que os juros cobrados nas linhas de custeio ficassem em um dígito. Embora essa meta não deva ser totalmente alcançada, espera-se uma redução de pelo menos dois pontos percentuais em relação ao ciclo passado, que teve uma taxa de 14%.

O desenho final do plano ainda está condicionado ao término das tratativas entre as equipes técnicas e à avaliação do espaço fiscal disponível, que se mantém pressionado pelos objetivos fiscais estabelecidos no arcabouço, que prevê um superávit nas contas públicas de 0,25% em 2026, equivalente a aproximadamente R$ 34 bilhões.

Para o próximo ano, a meta é um aumento de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto), o que limita ainda mais o espaço fiscal. Os técnicos que trabalham na elaboração do Plano lembram que, no segundo relatório bimestral deste ano, o governo formalizou um bloqueio que, somado ao anterior, totalizou R$ 23 bilhões.

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Esse corte afetou todos os ministérios e, na Agricultura, a decisão foi de congelar mais da metade do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), o que provocou uma intensa reação dos setores envolvidos e no Congresso Nacional.

Embora as negociações estejam avançadas, questões como o endividamento dos produtores e o seguro rural continuam sendo discutidas separadamente e não fazem parte das definições centrais do programa neste momento. A expectativa do governo é concluir os ajustes nos próximos dias para permitir o anúncio do Plano Safra 2026/27 até o dia 1º de julho.

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O governo federal acelera os ajustes do Plano Safra 2026/27. Ministérios e área econômica debatem volumes de crédito e taxas de juros para fechar o programa em dias.

O governo federal inicia a fase final de ajustes para definir o Plano Safra 2026/27. Após semanas de negociações entre os ministérios e a área econômica, espera-se que os valores e diretrizes da próxima temporada de crédito rural sejam decididos nos próximos dias.

De acordo com fontes que participam das discussões, os números estão se aproximando de uma versão final do programa, que deverá ser consolidada ainda esta semana. As conversas têm como foco o volume de recursos, a equalização de juros e os instrumentos que serão utilizados para financiar o setor rural.

O pedido apresentado pelos ministérios da Agricultura e Desenvolvimento Agrário soma R$ 652 bilhões, sendo R$ 570 bilhões destinados a médios e grandes produtores e R$ 82 bilhões à agricultura familiar.

O Ministério da Agricultura também solicitou que os juros cobrados nas linhas de custeio ficassem em um dígito. Embora essa meta não deva ser totalmente alcançada, espera-se uma redução de pelo menos dois pontos percentuais em relação ao ciclo passado, que teve uma taxa de 14%.

O desenho final do plano ainda está condicionado ao término das tratativas entre as equipes técnicas e à avaliação do espaço fiscal disponível, que se mantém pressionado pelos objetivos fiscais estabelecidos no arcabouço, que prevê um superávit nas contas públicas de 0,25% em 2026, equivalente a aproximadamente R$ 34 bilhões.

Para o próximo ano, a meta é um aumento de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto), o que limita ainda mais o espaço fiscal. Os técnicos que trabalham na elaboração do Plano lembram que, no segundo relatório bimestral deste ano, o governo formalizou um bloqueio que, somado ao anterior, totalizou R$ 23 bilhões.

Esse corte afetou todos os ministérios e, na Agricultura, a decisão foi de congelar mais da metade do Programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR), o que provocou uma intensa reação dos setores envolvidos e no Congresso Nacional.

Embora as negociações estejam avançadas, questões como o endividamento dos produtores e o seguro rural continuam sendo discutidas separadamente e não fazem parte das definições centrais do programa neste momento. A expectativa do governo é concluir os ajustes nos próximos dias para permitir o anúncio do Plano Safra 2026/27 até o dia 1º de julho.

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