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Policiais cobrem corpos de vítimas de terremoto na Venezuela com cal

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Policiais cobrem corpos de vítimas de terremoto na Venezuela com cal

Policiais cobrem corpos de vítimas de terremoto na Venezuela com cal em ação de resgate.

27/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h35
Policiais cobrem corpos de vítimas de terremoto na Venezuela com cal

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Um vídeo divulgado pelo jornal El País neste sábado (27 de junho de 2026) mostra policiais cobrindo com cal os corpos das vítimas dos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24 de junho). Nas imagens, as equipes utilizam recursos como madeira, cobertores, lençóis e cordas para embalar os corpos.

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O uso do cal sobre os corpos tem como objetivo desidratar os tecidos e controlar o odor, além de evitar a proliferação de doenças. As imagens, que não identificam o local, evidenciam as dificuldades enfrentadas pelas equipes de resgate após 48 horas do desastre.

De acordo com o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, o balanço mais recente aponta para 1.430 vítimas até a noite deste sábado (27 de junho de 2026). O governo venezuelano ainda contabiliza 3.238 feridos, conforme informações do El País.

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O Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou a morte de 6 espanhóis, e outros 133 estão desaparecidos. As equipes de resgate conseguiram localizar 14 pessoas com vida sob os escombros, mas as autoridades alertam que as chances de salvamento diminuem após 48 horas do desastre.

Até o momento, 17 países e a ONU enviaram ajuda humanitária à Venezuela, que soma mais de 3.000 pessoas desabrigadas. Os abalos sísmicos registrados na quarta-feira (24 de junho) foram os mais intensos já registrados no país nos últimos 100 anos. Esses tremores foram sentidos em pelo menos quatro capitais brasileiras: Belém, Manaus, Boa Vista e Macapá. Segundo a Rede Sismográfica Brasileira, não há risco de danos nas cidades do Brasil.

O impacto devastador dos terremotos levou a uma mobilização internacional em apoio à Venezuela, com várias nações oferecendo assistência e resgates. A situação continua a se desenvolver, e as autoridades locais seguem monitorando os esforços de recuperação e resgate.

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O uso do cal sobre os corpos tem como objetivo desidratar os tecidos e controlar o odor, além de evitar a proliferação de doenças. As imagens, que não identificam o local, evidenciam as dificuldades enfrentadas pelas equipes de resgate após 48 horas do desastre.

De acordo com o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, o balanço mais recente aponta para 1.430 vítimas até a noite deste sábado (27 de junho de 2026). O governo venezuelano ainda contabiliza 3.238 feridos, conforme informações do El País.

O Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou a morte de 6 espanhóis, e outros 133 estão desaparecidos. As equipes de resgate conseguiram localizar 14 pessoas com vida sob os escombros, mas as autoridades alertam que as chances de salvamento diminuem após 48 horas do desastre.

Até o momento, 17 países e a ONU enviaram ajuda humanitária à Venezuela, que soma mais de 3.000 pessoas desabrigadas. Os abalos sísmicos registrados na quarta-feira (24 de junho) foram os mais intensos já registrados no país nos últimos 100 anos. Esses tremores foram sentidos em pelo menos quatro capitais brasileiras: Belém, Manaus, Boa Vista e Macapá. Segundo a Rede Sismográfica Brasileira, não há risco de danos nas cidades do Brasil.

O impacto devastador dos terremotos levou a uma mobilização internacional em apoio à Venezuela, com várias nações oferecendo assistência e resgates. A situação continua a se desenvolver, e as autoridades locais seguem monitorando os esforços de recuperação e resgate.

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