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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Presidente do Grupo Corona é encontrado morto no México após sequestro

José Adrián Corona Radillo desapareceu em rodovia de Jalisco. Executivo comandava marcas de tequila e destilados; empresa não tem relação com a famosa cerveja. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante O mundo corporativo mexicano está em luto e sob alerta. O corpo do empresário José Adrián Corona Radillo, […]

05/01/2026 · 20h08
Presidente do Grupo Corona é encontrado morto no México após sequestro
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José Adrián Corona Radillo desapareceu em rodovia de Jalisco. Executivo comandava marcas de tequila e destilados; empresa não tem relação com a famosa cerveja.

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O mundo corporativo mexicano está em luto e sob alerta. O corpo do empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi encontrado no estado de Jalisco, dias após ter sido sequestrado. A confirmação da morte encerra de forma trágica as buscas pelo executivo, que havia desaparecido enquanto trafegava por uma rodovia estratégica que liga Talpa de Allende à turística Puerto Vallarta.

A Promotoria de Jalisco assumiu a investigação do caso, mas até o momento mantém sigilo sobre a autoria ou a motivação específica do crime. A violência na região acende, mais uma vez, a discussão sobre a segurança de líderes empresariais no país.

Império dos Destilados (e uma confusão comum)

Radillo era uma figura central no mercado de bebidas alcoólicas do México. Ele comandava marcas de grande penetração popular e prestígio, focadas em destilados à base de agave. Entre os carros-chefe de sua gestão estavam:

• Rancho Escondido;

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• Tequila Don Armando;

• Dolce Amore.

É importante ressaltar que, apesar da coincidência de nomes, o Grupo Corona presidido por Radillo não possui qualquer vínculo com a marca de cerveja Corona, que pertence à multinacional AB InBev (Grupo Modelo). O império de Radillo era focado estritamente no segmento de licores e destilados de agave.

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Incerteza nos Negócios

A morte abrupta do executivo gera preocupação imediata sobre o futuro da companhia. O assassinato levanta questões críticas sobre a governança do grupo e a sucessão no comando.

Analistas de mercado apontam que os próximos dias serão decisivos para que a empresa demonstre estabilidade administrativa e evite a desconfiança de investidores e parceiros comerciais diante do vácuo de liderança deixado pela violência.

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José Adrián Corona Radillo desapareceu em rodovia de Jalisco. Executivo comandava marcas de tequila e destilados; empresa não tem relação com a famosa cerveja.

O mundo corporativo mexicano está em luto e sob alerta. O corpo do empresário José Adrián Corona Radillo, presidente do Grupo Corona, foi encontrado no estado de Jalisco, dias após ter sido sequestrado. A confirmação da morte encerra de forma trágica as buscas pelo executivo, que havia desaparecido enquanto trafegava por uma rodovia estratégica que liga Talpa de Allende à turística Puerto Vallarta.

A Promotoria de Jalisco assumiu a investigação do caso, mas até o momento mantém sigilo sobre a autoria ou a motivação específica do crime. A violência na região acende, mais uma vez, a discussão sobre a segurança de líderes empresariais no país.

Império dos Destilados (e uma confusão comum)

Radillo era uma figura central no mercado de bebidas alcoólicas do México. Ele comandava marcas de grande penetração popular e prestígio, focadas em destilados à base de agave. Entre os carros-chefe de sua gestão estavam:

• Rancho Escondido;

• Tequila Don Armando;

• Dolce Amore.

É importante ressaltar que, apesar da coincidência de nomes, o Grupo Corona presidido por Radillo não possui qualquer vínculo com a marca de cerveja Corona, que pertence à multinacional AB InBev (Grupo Modelo). O império de Radillo era focado estritamente no segmento de licores e destilados de agave.

Incerteza nos Negócios

A morte abrupta do executivo gera preocupação imediata sobre o futuro da companhia. O assassinato levanta questões críticas sobre a governança do grupo e a sucessão no comando.

Analistas de mercado apontam que os próximos dias serão decisivos para que a empresa demonstre estabilidade administrativa e evite a desconfiança de investidores e parceiros comerciais diante do vácuo de liderança deixado pela violência.

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