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Trump anuncia que “governo interino” da Venezuela entregará até 50 milhões de barris de petróleo aos EUA

Presidente americano afirma que controlará pessoalmente os lucros da venda para garantir benefícios a ambos os povos. Declaração ocorre dias após a captura de Nicolás Maduro. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um anúncio impactante na noite desta terça-feira (6) através […]

06/01/2026 · 22h12 · Atualizado às 18h37
Trump anuncia que “governo interino” da Venezuela entregará até 50 milhões de barris de petróleo aos EUA

Presidente americano afirma que controlará pessoalmente os lucros da venda para garantir benefícios a ambos os povos. Declaração ocorre dias após a captura de Nicolás Maduro.

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um anúncio impactante na noite desta terça-feira (6) através de sua rede social, a Truth Social. Segundo o líder americano, as “autoridades interinas” da Venezuela concordaram em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos.

A declaração ocorre em meio a um cenário de extrema tensão e mudanças drásticas em Caracas, poucos dias após a operação militar americana que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro, que foi levado para Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico.

Controle dos Recursos

Trump detalhou que o petróleo, descrito por ele como de “alta qualidade”, será vendido a preço de mercado. No entanto, o ponto mais polêmico do anúncio refere-se ao destino dos fundos arrecadados.

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“Este dinheiro será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos!”, escreveu Trump.

O presidente ainda informou que solicitou ao Secretário de Energia, Chris Wright, a execução imediata do plano, com navios-tanque transportando o óleo bruto diretamente para portos americanos.

Contexto Político

A movimentação sinaliza uma nova fase na relação entre Washington e Caracas. Após a remoção forçada de Maduro, Delcy Rodríguez tem sido a figura central nas negociações, ora sendo pressionada a colaborar, ora apontada como peça-chave na transição ou “governo interino” mencionado por Trump.

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Para analistas, o acordo visa não apenas aliviar o mercado energético global, mas também garantir que os vastos recursos venezuelanos sejam utilizados para reconstruir a infraestrutura do país sob supervisão estrita de Washington, evitando que caiam em mãos de aliados de Maduro ou de potências rivais como China e Rússia.


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Presidente americano afirma que controlará pessoalmente os lucros da venda para garantir benefícios a ambos os povos. Declaração ocorre dias após a captura de Nicolás Maduro.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um anúncio impactante na noite desta terça-feira (6) através de sua rede social, a Truth Social. Segundo o líder americano, as “autoridades interinas” da Venezuela concordaram em entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos.

A declaração ocorre em meio a um cenário de extrema tensão e mudanças drásticas em Caracas, poucos dias após a operação militar americana que resultou na captura do ex-presidente Nicolás Maduro, que foi levado para Nova York para enfrentar acusações de narcotráfico.

Controle dos Recursos

Trump detalhou que o petróleo, descrito por ele como de “alta qualidade”, será vendido a preço de mercado. No entanto, o ponto mais polêmico do anúncio refere-se ao destino dos fundos arrecadados.

“Este dinheiro será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado em benefício do povo da Venezuela e dos Estados Unidos!”, escreveu Trump.

O presidente ainda informou que solicitou ao Secretário de Energia, Chris Wright, a execução imediata do plano, com navios-tanque transportando o óleo bruto diretamente para portos americanos.

Contexto Político

A movimentação sinaliza uma nova fase na relação entre Washington e Caracas. Após a remoção forçada de Maduro, Delcy Rodríguez tem sido a figura central nas negociações, ora sendo pressionada a colaborar, ora apontada como peça-chave na transição ou “governo interino” mencionado por Trump.

Para analistas, o acordo visa não apenas aliviar o mercado energético global, mas também garantir que os vastos recursos venezuelanos sejam utilizados para reconstruir a infraestrutura do país sob supervisão estrita de Washington, evitando que caiam em mãos de aliados de Maduro ou de potências rivais como China e Rússia.


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