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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Produtos brasileiros afetados por tarifas adicionais dos EUA a partir de julho

Internacional

Produtos brasileiros afetados por tarifas adicionais dos EUA a partir de julho

EUA anunciaram tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros a partir de julho.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Produtos brasileiros afetados por tarifas adicionais dos EUA a partir de julho

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Os Estados Unidos anunciaram, na quarta-feira (15 de julho de 2026), a lista de produtos brasileiros que estarão sujeitos a uma tarifa adicional de 25%. A medida, que foi divulgada pelo governo de Donald Trump, terá início no dia 22 de julho e faz parte de uma investigação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre práticas comerciais consideradas prejudiciais aos interesses norte-americanos.

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O governo brasileiro reagiu à decisão, classificando-a como um “marco lastimável” nas relações entre os dois países. O Planalto informou que tomará medidas com base na Lei de Reciprocidade e que recorrerá ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC (Organização Mundial do Comércio).

De acordo com os Estados Unidos, a investigação considerou diversos tópicos, incluindo o sistema de pagamentos Pix, a regulação de plataformas digitais, políticas ambientais, questões de propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e barreiras comerciais. O governo brasileiro contestou as acusações e apresentou argumentos ao USTR para rebater as alegações.

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A lista dos principais produtos brasileiros que serão afetados pelo tarifaço inclui:

  • Etanol;
  • Calçados;
  • Vestuário;
  • Açúcar orgânico;
  • Papel;
  • Máquinas agrícolas;
  • Equipamentos de mineração;
  • Ferramentas de jardinagem;
  • Maquinário elétrico;
  • Bens de capital;
  • Produtos químicos diversos;
  • Itens industriais processados;
  • Manufaturados em geral.

Por outro lado, a lista de produtos isentos da tarifa de 25% inclui carne bovina, café, laranjas e sucos de laranja, petróleo bruto, gás natural, produtos farmacêuticos e aeronaves civis. Assim, enquanto itens como etanol e máquinas agrícolas estarão sujeitos à tarifa, outros produtos importantes conseguirão escapar dessa cobrança adicional.

É importante destacar que a tarifa não será aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil com destino aos Estados Unidos antes da entrada em vigor da nova medida. O governo norte-americano também indicou que poderá revisar a lista de produtos afetados conforme as negociações com o Brasil avancem.

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Os Estados Unidos anunciaram, na quarta-feira (15 de julho de 2026), a lista de produtos brasileiros que estarão sujeitos a uma tarifa adicional de 25%. A medida, que foi divulgada pelo governo de Donald Trump, terá início no dia 22 de julho e faz parte de uma investigação do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos) sobre práticas comerciais consideradas prejudiciais aos interesses norte-americanos.

O governo brasileiro reagiu à decisão, classificando-a como um “marco lastimável” nas relações entre os dois países. O Planalto informou que tomará medidas com base na Lei de Reciprocidade e que recorrerá ao mecanismo de solução de controvérsias da OMC (Organização Mundial do Comércio).

De acordo com os Estados Unidos, a investigação considerou diversos tópicos, incluindo o sistema de pagamentos Pix, a regulação de plataformas digitais, políticas ambientais, questões de propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e barreiras comerciais. O governo brasileiro contestou as acusações e apresentou argumentos ao USTR para rebater as alegações.

A lista dos principais produtos brasileiros que serão afetados pelo tarifaço inclui:

  • Etanol;
  • Calçados;
  • Vestuário;
  • Açúcar orgânico;
  • Papel;
  • Máquinas agrícolas;
  • Equipamentos de mineração;
  • Ferramentas de jardinagem;
  • Maquinário elétrico;
  • Bens de capital;
  • Produtos químicos diversos;
  • Itens industriais processados;
  • Manufaturados em geral.

Por outro lado, a lista de produtos isentos da tarifa de 25% inclui carne bovina, café, laranjas e sucos de laranja, petróleo bruto, gás natural, produtos farmacêuticos e aeronaves civis. Assim, enquanto itens como etanol e máquinas agrícolas estarão sujeitos à tarifa, outros produtos importantes conseguirão escapar dessa cobrança adicional.

É importante destacar que a tarifa não será aplicada a mercadorias que já tiverem deixado o Brasil com destino aos Estados Unidos antes da entrada em vigor da nova medida. O governo norte-americano também indicou que poderá revisar a lista de produtos afetados conforme as negociações com o Brasil avancem.

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