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Política

PT celebra desempenho e aposta em avanço de Lula para 2026

PT aposta em horário eleitoral para ampliar vantagem de Lula nas eleições de 2026.

24/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 12h00
PT celebra desempenho e aposta em avanço de Lula para 2026

Datafolha (24/7) aponta Lula com 48% e Flávio Bolsonaro com 43% num possível 2º turno. Interlocutores do PT acharam o resultado previsível; a campanha atribui a estabilidade ao 'defeso eleitoral', diz Jussara Soares.

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou a “estabilidade” demonstrada pela pesquisa Datafolha divulgada no dia 24 de julho, que indica o petista com 48% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 43% em um possível segundo turno.

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A analista de Política Jussara Soares apontou que interlocutores do PT consideraram o resultado previsível, dada a atual fase da corrida eleitoral. A estabilidade nas intenções de voto é atribuída, em parte, ao período conhecido como “defeso eleitoral”, quando não é permitida a realização de propaganda.

Segundo Jussara Soares, “o presidente Lula já não participa de eventos públicos, não pode mais fazer inaugurações, falar dos atos do seu governo”. Os membros do PT avaliam que os números estão dentro do esperado para este momento da campanha.

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Com o início formal da campanha previsto para agosto, o PT acredita que Lula poderá ampliar sua vantagem tanto no primeiro turno quanto em um eventual confronto direto com Flávio Bolsonaro, que ocupa a segunda posição nas pesquisas.

A principal estratégia da campanha será o horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, visando aumentar a difusão das mensagens publicitárias e alcançar um público mais amplo. A campanha de Lula deve destacar as realizações do governo, além de enfatizar a soberania nacional como um de seus principais temas.

Conforme relatado por Jussara Soares, o discurso da campanha buscará explorar a defesa da soberania nacional, especialmente em meio à crise com os Estados Unidos. Essa abordagem poderá ser um ponto central para mobilizar os eleitores e consolidar a imagem do presidente em um momento delicado da política nacional.

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Datafolha (24/7) aponta Lula com 48% e Flávio Bolsonaro com 43% num possível 2º turno. Interlocutores do PT acharam o resultado previsível; a campanha atribui a estabilidade ao 'defeso eleitoral', diz Jussara Soares.

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) celebrou a “estabilidade” demonstrada pela pesquisa Datafolha divulgada no dia 24 de julho, que indica o petista com 48% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 43% em um possível segundo turno.

A analista de Política Jussara Soares apontou que interlocutores do PT consideraram o resultado previsível, dada a atual fase da corrida eleitoral. A estabilidade nas intenções de voto é atribuída, em parte, ao período conhecido como “defeso eleitoral”, quando não é permitida a realização de propaganda.

Segundo Jussara Soares, “o presidente Lula já não participa de eventos públicos, não pode mais fazer inaugurações, falar dos atos do seu governo”. Os membros do PT avaliam que os números estão dentro do esperado para este momento da campanha.

Com o início formal da campanha previsto para agosto, o PT acredita que Lula poderá ampliar sua vantagem tanto no primeiro turno quanto em um eventual confronto direto com Flávio Bolsonaro, que ocupa a segunda posição nas pesquisas.

A principal estratégia da campanha será o horário eleitoral gratuito na televisão e no rádio, visando aumentar a difusão das mensagens publicitárias e alcançar um público mais amplo. A campanha de Lula deve destacar as realizações do governo, além de enfatizar a soberania nacional como um de seus principais temas.

Conforme relatado por Jussara Soares, o discurso da campanha buscará explorar a defesa da soberania nacional, especialmente em meio à crise com os Estados Unidos. Essa abordagem poderá ser um ponto central para mobilizar os eleitores e consolidar a imagem do presidente em um momento delicado da política nacional.

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