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Aracaju, Quarta-feira, 10 de junho de 2026
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Rioprevidência vai reverter excedentes do custeio para pagar aposentadorias e pensões

Economia

Rioprevidência vai reverter excedentes do custeio para pagar aposentadorias e pensões

O Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência) anunciou nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, uma medida que...

10/06/2026 · 08h25
Rioprevidência vai reverter excedentes do custeio para pagar aposentadorias e pensões

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O Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência) anunciou nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, uma medida que direciona recursos excedentes do seu fundo administrativo para o pagamento de benefícios previdenciários. A autarquia também informou que passará a adotar critérios de investimento mais conservadores para esses recursos.

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Responsável pela gestão e pelo pagamento das aposentadorias e pensões dos servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro, o Rioprevidência informou que, a partir da nova regra, ao final de cada mês os valores do Fundo Administrativo que ultrapassarem 150% das despesas da autarquia nos 12 meses anteriores serão revertidos para financiar aposentadorias e pensões.

A decisão foi aprovada pela diretoria executiva do instituto em 2 de junho de 2026. A autarquia estima que aproximadamente R$ 100 milhões terão essa destinação até o fim deste ano. A proposta será submetida ao Conselho de Administração do Rioprevidência em sessão ordinária marcada para o final de junho.

Segundo o diretor-presidente Felipe Derbli, a ação não só reforça o pagamento dos benefícios como serve também para limitar o crescimento das despesas administrativas no futuro. A diretoria executiva determinou ainda que as aplicações do Fundo Administrativo passarão a priorizar alternativas de curto prazo e com maior liquidez, evitando investimentos de maior risco.

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Investigações e aplicações no Master

O Rioprevidência foi citado no chamado Caso Master, em que há suspeita de aplicação irregular de recursos em letras de crédito e fundos ligados ao Banco Master. Em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal deflagrou a oitava fase da Operação Compliance Zero para apurar o envolvimento do ex-governador Cláudio Castro em aportes considerados irregulares, estimados em cerca de R$ 3 bilhões.

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Relatório parcial da Polícia Federal indica que, entre outubro de 2023 e julho de 2024, o Rioprevidência realizou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master. Em seguida, entre dezembro de 2024 e outubro de 2025, diante de impedimentos regulatórios, foram feitos novos aportes em fundos estruturados pelo mesmo grupo, totalizando R$ 2,01 bilhões.

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O instituto afirmou que a revisão das políticas de aplicação e a rotina de reversão de excedentes têm como objetivo garantir maior segurança na gestão dos recursos destinados ao custeio administrativo e assegurar o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

Com informações de Agência Brasil

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O Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência) anunciou nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, uma medida que direciona recursos excedentes do seu fundo administrativo para o pagamento de benefícios previdenciários. A autarquia também informou que passará a adotar critérios de investimento mais conservadores para esses recursos.

Responsável pela gestão e pelo pagamento das aposentadorias e pensões dos servidores públicos estaduais do Rio de Janeiro, o Rioprevidência informou que, a partir da nova regra, ao final de cada mês os valores do Fundo Administrativo que ultrapassarem 150% das despesas da autarquia nos 12 meses anteriores serão revertidos para financiar aposentadorias e pensões.

A decisão foi aprovada pela diretoria executiva do instituto em 2 de junho de 2026. A autarquia estima que aproximadamente R$ 100 milhões terão essa destinação até o fim deste ano. A proposta será submetida ao Conselho de Administração do Rioprevidência em sessão ordinária marcada para o final de junho.

Segundo o diretor-presidente Felipe Derbli, a ação não só reforça o pagamento dos benefícios como serve também para limitar o crescimento das despesas administrativas no futuro. A diretoria executiva determinou ainda que as aplicações do Fundo Administrativo passarão a priorizar alternativas de curto prazo e com maior liquidez, evitando investimentos de maior risco.

Investigações e aplicações no Master

O Rioprevidência foi citado no chamado Caso Master, em que há suspeita de aplicação irregular de recursos em letras de crédito e fundos ligados ao Banco Master. Em 26 de maio de 2026, a Polícia Federal deflagrou a oitava fase da Operação Compliance Zero para apurar o envolvimento do ex-governador Cláudio Castro em aportes considerados irregulares, estimados em cerca de R$ 3 bilhões.

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Relatório parcial da Polícia Federal indica que, entre outubro de 2023 e julho de 2024, o Rioprevidência realizou aportes de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master. Em seguida, entre dezembro de 2024 e outubro de 2025, diante de impedimentos regulatórios, foram feitos novos aportes em fundos estruturados pelo mesmo grupo, totalizando R$ 2,01 bilhões.

O instituto afirmou que a revisão das políticas de aplicação e a rotina de reversão de excedentes têm como objetivo garantir maior segurança na gestão dos recursos destinados ao custeio administrativo e assegurar o pagamento regular de aposentadorias e pensões.

Com informações de Agência Brasil

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