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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Rubio critica governo Lula por tarifas de 25% sobre produtos brasileiros

Política

Rubio critica governo Lula por tarifas de 25% sobre produtos brasileiros

Marco Rubio critica governo Lula após anúncio de tarifa de 25% para produtos brasileiros.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Rubio critica governo Lula por tarifas de 25% sobre produtos brasileiros

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No dia 16 de julho de 2026, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, se manifestou sobre a nova tarifa adicional de 25% que será aplicada a produtos brasileiros, a partir do próximo dia 22. O anúncio oficial foi feito na noite anterior, pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), sob a liderança do embaixador Jamieson Greer. Essa medida, determinada pelo presidente Donald Trump, encerra uma investigação comercial que se arrastou por cerca de um ano.

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Rubio utilizou suas redes sociais para responsabilizar o governo brasileiro pelas taxas impostas. Em uma publicação no X, ele afirmou:

“Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.”

O secretário ainda acrescentou que as políticas econômicas do governo Lula são prejudiciais tanto para os americanos quanto para os brasileiros. Ele afirmou que, no último ano, o presidente brasileiro colocou seu próprio ego à frente de um acordo que beneficiaria o povo brasileiro, e que essas tarifas representam o preço por essa atitude.

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“Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Essas tarifas são o preço por isso,”

A decisão de implementar a tarifa adicional foi descrita pelo governo brasileiro como um “marco lastimável” nas relações entre Brasil e EUA, conforme declarado em um comunicado. O documento detalha que a nova tarifa se aplicará às mercadorias importadas ou retiradas de armazéns para consumo a partir de 22 de julho, com uma regra de transição que permite que produtos já embarcados antes dessa data não sejam afetados, desde que cheguem aos EUA até 29 de julho.

De acordo com o USTR, a investigação que levou à decisão concluiu que ações brasileiras em seis áreas prejudicam a atividade econômica de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos. Essas áreas incluem comércio digital, tarifas consideradas desleais, corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. A nova tarifa será aplicada além das alíquotas já existentes, o que significa que um produto que atualmente paga 5% de imposto de importação passará a pagar 30%, somando a tarifa regular aos 25% adicionais.

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A imposição da sobretaxa é resultado de uma investigação iniciada pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após o anúncio de uma ofensiva comercial contra o Brasil pelo presidente Donald Trump em julho de 2025.

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No dia 16 de julho de 2026, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, se manifestou sobre a nova tarifa adicional de 25% que será aplicada a produtos brasileiros, a partir do próximo dia 22. O anúncio oficial foi feito na noite anterior, pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), sob a liderança do embaixador Jamieson Greer. Essa medida, determinada pelo presidente Donald Trump, encerra uma investigação comercial que se arrastou por cerca de um ano.

Rubio utilizou suas redes sociais para responsabilizar o governo brasileiro pelas taxas impostas. Em uma publicação no X, ele afirmou:

“Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.”

O secretário ainda acrescentou que as políticas econômicas do governo Lula são prejudiciais tanto para os americanos quanto para os brasileiros. Ele afirmou que, no último ano, o presidente brasileiro colocou seu próprio ego à frente de um acordo que beneficiaria o povo brasileiro, e que essas tarifas representam o preço por essa atitude.

“Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. Essas tarifas são o preço por isso,”

A decisão de implementar a tarifa adicional foi descrita pelo governo brasileiro como um “marco lastimável” nas relações entre Brasil e EUA, conforme declarado em um comunicado. O documento detalha que a nova tarifa se aplicará às mercadorias importadas ou retiradas de armazéns para consumo a partir de 22 de julho, com uma regra de transição que permite que produtos já embarcados antes dessa data não sejam afetados, desde que cheguem aos EUA até 29 de julho.

De acordo com o USTR, a investigação que levou à decisão concluiu que ações brasileiras em seis áreas prejudicam a atividade econômica de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores americanos. Essas áreas incluem comércio digital, tarifas consideradas desleais, corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. A nova tarifa será aplicada além das alíquotas já existentes, o que significa que um produto que atualmente paga 5% de imposto de importação passará a pagar 30%, somando a tarifa regular aos 25% adicionais.

A imposição da sobretaxa é resultado de uma investigação iniciada pelo USTR com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, após o anúncio de uma ofensiva comercial contra o Brasil pelo presidente Donald Trump em julho de 2025.

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