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Senado prioriza PEC das 40 horas semanais na CCJ após aprovação na Câmara

Política

Senado prioriza PEC das 40 horas semanais na CCJ após aprovação na Câmara

PEC que reduz jornada de trabalho terá prioridade na CCJ do Senado a partir de julho.

17/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h01
Senado prioriza PEC das 40 horas semanais na CCJ após aprovação na Câmara
A CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado realiza nesta 3ª feira (14.mar.2023) audiência para ouvir 2 ex-CEOs da Americanas S.A sobre as inconsistências financeiras apresentadas pela varejista em janeiro. O convite foi apresentado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA).  Realizam depoimentos no Senado o ex-CEO Sergio Rial e o atual diretor-executivo Leonardo Coelho Pereira. Foram convidados a comparecer ao colegiado, a fim de prestar informações sobre a dívida de cerca de R$ 40 bilhões, no balanço da Americanas: Leonardo Coelho Pereira, CEO da Americanas; Sérgio Agapito Lires Rial, ex-CEO da Americanas; Moacir de Almeida Reis, Diretor de Operações da Forte Minas: ; João Wanderlay de Oliveira Junior, Diretor Comercial da Forte Minas: presença confirmada; Isaac Sidney Menezes Ferreira, Presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos). Sérgio Lima/Poder360 28.mar.2023

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A redução da jornada de trabalho avança no Congresso. A CCJ do Senado vai analisar com prioridade a PEC já aprovada pela Câmara, deixando a proposta do senador Rogério Marinho em segundo plano.

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais e a escala para 5 X 2 receberá prioridade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 27 de maio e, desde então, não houve movimentação em sua tramitação.

A justificativa para a escolha dessa proposta é que ela está em tramitação há mais tempo no Congresso e já possui a aprovação da Câmara. Enquanto isso, a PEC do Trabalho Flexível, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), não terá a mesma prioridade e “entrará na fila” da comissão. Essa proposta foi enviada à CCJ pelo presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

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Congressistas da oposição argumentam que a PEC do Trabalho Flexível deveria ter prioridade, pois começou sua tramitação na CCJ antes da proposta aprovada na Câmara. O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), ainda não incluiu o texto na pauta, o que gera expectativa entre os senadores.

O critério de antiguidade para tramitação de propostas está previsto no Regimento Interno e pode ser utilizado para desempatar propostas sobre o mesmo tema. Contudo, cabe ao presidente da Casa decidir a pauta, podendo priorizar projetos mais recentes por razões políticas ou por acordos entre líderes.

Otto Alencar informou que a tramitação da PEC que extingue a escala 6 X 1 deve ocorrer na primeira quinzena de julho. A assessoria do senador não soube informar quando Alcolumbre enviará o texto à Comissão. No Senado, a proposta precisará passar por análise e votação na CCJ antes de seguir para as demais etapas.

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Alencar também mencionou que é possível que a PEC seja aprovada antes do recesso legislativo, dependendo das negociações entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele considerou que o final de junho será um período de menor movimentação devido às festas juninas e à Copa do Mundo de 2026.

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais e a escala para 5 X 2 receberá prioridade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados no dia 27 de maio e, desde então, não houve movimentação em sua tramitação.

A justificativa para a escolha dessa proposta é que ela está em tramitação há mais tempo no Congresso e já possui a aprovação da Câmara. Enquanto isso, a PEC do Trabalho Flexível, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), não terá a mesma prioridade e “entrará na fila” da comissão. Essa proposta foi enviada à CCJ pelo presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Congressistas da oposição argumentam que a PEC do Trabalho Flexível deveria ter prioridade, pois começou sua tramitação na CCJ antes da proposta aprovada na Câmara. O presidente da comissão, Otto Alencar (PSD-BA), ainda não incluiu o texto na pauta, o que gera expectativa entre os senadores.

O critério de antiguidade para tramitação de propostas está previsto no Regimento Interno e pode ser utilizado para desempatar propostas sobre o mesmo tema. Contudo, cabe ao presidente da Casa decidir a pauta, podendo priorizar projetos mais recentes por razões políticas ou por acordos entre líderes.

Otto Alencar informou que a tramitação da PEC que extingue a escala 6 X 1 deve ocorrer na primeira quinzena de julho. A assessoria do senador não soube informar quando Alcolumbre enviará o texto à Comissão. No Senado, a proposta precisará passar por análise e votação na CCJ antes de seguir para as demais etapas.

Alencar também mencionou que é possível que a PEC seja aprovada antes do recesso legislativo, dependendo das negociações entre Alcolumbre e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele considerou que o final de junho será um período de menor movimentação devido às festas juninas e à Copa do Mundo de 2026.

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