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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Líder do governo no Senado é alvo de operação que investiga ligação com ex-sócio do Master

Política

Líder do governo no Senado é alvo de operação que investiga ligação com ex-sócio do Master

Senador Jaques Wagner é alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, investigando sua relação com Augusto Lima.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h58
Líder do governo no Senado é alvo de operação que investiga ligação com ex-sócio do Master

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A Operação Compliance Zero chegou à 9ª fase mirando o senador Jaques Wagner (PT). Agentes cumpriram mandados de busca nesta manhã para apurar vínculos com Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master.

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O senador Jaques Wagner, do Partido dos Trabalhadores (PT) e atual líder do Governo no Senado Federal, foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga sua relação com Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Na manhã de hoje, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados a esta investigação.

Jaques Wagner nasceu em 1951 no Rio de Janeiro e começou sua trajetória política no movimento estudantil. Ele cursava Engenharia Civil na PUC-Rio, mas em 1974, devido à repressão da ditadura militar, deixou sua cidade natal e se mudou para a Bahia, onde se tornou um importante nome no setor petroquímico, chegando a ser diretor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica.

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A aproximação de Wagner com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu na década de 1980, quando ele foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, tornando-se o primeiro presidente da sigla na Bahia. Sua carreira política começou a ganhar destaque nas eleições de 1990, quando foi eleito para o Congresso Nacional, sendo reeleito nas duas legislaturas seguintes. Em 2002, ele decidiu concorrer ao Governo da Bahia, mas não obteve sucesso.

Durante o governo de Lula, Wagner ocupou os ministérios do Trabalho e Emprego, e das Relações Institucionais. Após seu mandato, ele disputou novamente o governo baiano em 2006, sendo eleito e reeleito em 2010. No governo de Dilma Rousseff, ele liderou os ministérios da Defesa e da Casa Civil, permanecendo até o afastamento da ex-presidente em 2016.

Em 2018, Wagner foi eleito senador e, desde 2023, atua como líder do governo na Casa Alta. As investigações relacionadas ao caso Master surgiram devido à conexão do governo baiano com Augusto Lima, que supostamente foi responsável por um programa de crédito consignado chamado CredCesta, destinado a servidores estaduais. Durante sua gestão, Wagner manteve diálogos com o então governador da Bahia, Rui Costa, e com Lima.

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Recentemente, também foi revelado que uma empresa da nora de Wagner teve um contrato com o Banco Master que durou três anos. Atualmente, Jaques Wagner é pré-candidato à reeleição ao Senado Federal neste ano.

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A Operação Compliance Zero chegou à 9ª fase mirando o senador Jaques Wagner (PT). Agentes cumpriram mandados de busca nesta manhã para apurar vínculos com Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master.

O senador Jaques Wagner, do Partido dos Trabalhadores (PT) e atual líder do Governo no Senado Federal, foi alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga sua relação com Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Na manhã de hoje, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão relacionados a esta investigação.

Jaques Wagner nasceu em 1951 no Rio de Janeiro e começou sua trajetória política no movimento estudantil. Ele cursava Engenharia Civil na PUC-Rio, mas em 1974, devido à repressão da ditadura militar, deixou sua cidade natal e se mudou para a Bahia, onde se tornou um importante nome no setor petroquímico, chegando a ser diretor e presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica.

A aproximação de Wagner com o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva ocorreu na década de 1980, quando ele foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores, tornando-se o primeiro presidente da sigla na Bahia. Sua carreira política começou a ganhar destaque nas eleições de 1990, quando foi eleito para o Congresso Nacional, sendo reeleito nas duas legislaturas seguintes. Em 2002, ele decidiu concorrer ao Governo da Bahia, mas não obteve sucesso.

Durante o governo de Lula, Wagner ocupou os ministérios do Trabalho e Emprego, e das Relações Institucionais. Após seu mandato, ele disputou novamente o governo baiano em 2006, sendo eleito e reeleito em 2010. No governo de Dilma Rousseff, ele liderou os ministérios da Defesa e da Casa Civil, permanecendo até o afastamento da ex-presidente em 2016.

Em 2018, Wagner foi eleito senador e, desde 2023, atua como líder do governo na Casa Alta. As investigações relacionadas ao caso Master surgiram devido à conexão do governo baiano com Augusto Lima, que supostamente foi responsável por um programa de crédito consignado chamado CredCesta, destinado a servidores estaduais. Durante sua gestão, Wagner manteve diálogos com o então governador da Bahia, Rui Costa, e com Lima.

Recentemente, também foi revelado que uma empresa da nora de Wagner teve um contrato com o Banco Master que durou três anos. Atualmente, Jaques Wagner é pré-candidato à reeleição ao Senado Federal neste ano.

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