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Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
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Saúde

Sergipe começa a aplicar niservimabe para prevenir bronquiolite em bebês prematuros e crianças com comorbidades

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Sergipe iniciou a aplicação do anticorpo monoclonal niservimabe para prevenir formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças com comorbidades.

03/02/2026 · 15h40
Sergipe começa a aplicar niservimabe para prevenir bronquiolite em bebês prematuros e crianças com comorbidades

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Sergipe iniciou a aplicação do anticorpo monoclonal niservimabe para prevenir formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças com comorbidades.

Quem pode receber

O imunizante está indicado para:

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  • Bebês prematuros com até 36 semanas e seis dias de gestação;
  • Crianças de até dois anos que apresentem doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, doença pulmonar crônica da prematuridade, imunocomprometimento grave, fibrose cística, doença neuromuscular, anomalias congênitas das vias aéreas ou síndrome de Down.

Segundo a gerente do Programa de Imunização Estadual, Illani Paulina, o niservimabe substitui o palivizumabe, aplicado em cinco doses. O palivizumabe continuará disponível apenas para crianças que já iniciaram o esquema com esse produto.

Locais de aplicação

O anticorpo de dose única pode ser encontrado nas seguintes maternidades públicas:

  • Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL);
  • Hospital da Mulher e Maternidade Lourdes Nogueira;
  • Hospital e Maternidade Santa Isabel;
  • Maternidade Zacarias Júnior.

O Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie) também dispõe de doses. Pais ou responsáveis que não conseguirem a aplicação ainda na maternidade podem procurar o Crie, que funciona em sistema porta aberta.

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Vacina para gestantes

O Sistema Único de Saúde (SUS) mantém, durante todo o ano, a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, em dose única. O Ministério da Saúde alerta que recém-nascidos de mães não vacinadas têm maior risco de desenvolver complicações pelo VSR, reforçando a importância da imunização materna.

Os pais e responsáveis devem ficar atentos ao período de sazonalidade do VSR para garantir a proteção dos bebês e crianças incluídos no público-alvo.

 

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) de Sergipe iniciou a aplicação do anticorpo monoclonal niservimabe para prevenir formas graves de infecção pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em bebês prematuros e crianças com comorbidades.

Quem pode receber

O imunizante está indicado para:

  • Bebês prematuros com até 36 semanas e seis dias de gestação;
  • Crianças de até dois anos que apresentem doença cardíaca congênita hemodinamicamente significativa, doença pulmonar crônica da prematuridade, imunocomprometimento grave, fibrose cística, doença neuromuscular, anomalias congênitas das vias aéreas ou síndrome de Down.

Segundo a gerente do Programa de Imunização Estadual, Illani Paulina, o niservimabe substitui o palivizumabe, aplicado em cinco doses. O palivizumabe continuará disponível apenas para crianças que já iniciaram o esquema com esse produto.

Locais de aplicação

O anticorpo de dose única pode ser encontrado nas seguintes maternidades públicas:

  • Maternidade Nossa Senhora de Lourdes (MNSL);
  • Hospital da Mulher e Maternidade Lourdes Nogueira;
  • Hospital e Maternidade Santa Isabel;
  • Maternidade Zacarias Júnior.

O Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie) também dispõe de doses. Pais ou responsáveis que não conseguirem a aplicação ainda na maternidade podem procurar o Crie, que funciona em sistema porta aberta.

Vacina para gestantes

O Sistema Único de Saúde (SUS) mantém, durante todo o ano, a vacina contra o VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, em dose única. O Ministério da Saúde alerta que recém-nascidos de mães não vacinadas têm maior risco de desenvolver complicações pelo VSR, reforçando a importância da imunização materna.

Os pais e responsáveis devem ficar atentos ao período de sazonalidade do VSR para garantir a proteção dos bebês e crianças incluídos no público-alvo.

 

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