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Saúde

Sergipe reforça pioneirismo e já soma 419 cirurgias bariátricas pelo SUS em oito meses

Sergipe confirmou seu protagonismo na oferta de cirurgias bariátricas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em oito meses da segunda fase do programa Opera Sergipe, foram realizados 419 procedimentos, consolidando o estado como referência nacional na área.

30/11/2025 · 12h17
Sergipe reforça pioneirismo e já soma 419 cirurgias bariátricas pelo SUS em oito meses

Sergipe confirmou seu protagonismo na oferta de cirurgias bariátricas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em oito meses da segunda fase do programa Opera Sergipe, foram realizados 419 procedimentos, consolidando o estado como referência nacional na área.

Para acelerar ainda mais o atendimento, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) promoveu neste sábado, 29, um mutirão de consultas no Ambulatório do Hospital Cirurgia, em Aracaju. Cem pacientes cadastrados no sistema de regulação passaram por avaliação com especialistas, além de encontros com nutricionistas e psicólogos.

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O governador Fábio Mitidieri acompanhou a ação e destacou o impacto do programa. “Cada pessoa atendida carrega uma história e a expectativa de ter acesso a um procedimento que significa saúde, dignidade e qualidade de vida. Em seis meses, o Opera Sergipe entregou resultados que antes levavam anos”, afirmou.

O secretário de Estado da Saúde, Cláudio Mitidieri, reforçou o mérito das equipes envolvidas. “A cirurgia bariátrica é muito mais que um procedimento; representa a recuperação da saúde”, disse, agradecendo o trabalho dos hospitais credenciados.

Acompanhamento multiprofissional

Após a triagem, os pacientes entram no protocolo pré-operatório, que prevê exames diagnósticos e acompanhamento com nutricionistas, psicólogos, cardiologistas e endocrinologistas. Segundo a coordenadora do programa, Marli Francisca Palmeira, o mutirão evidencia o compromisso de reduzir a fila de espera e ampliar o acesso a uma assistência “humanizada e qualificada”.

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Para o cirurgião bariátrico Raul Andrade, o avanço do Opera Sergipe é um marco para a saúde pública do estado, ao ampliar o tratamento da obesidade grave e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Expectativas dos pacientes

A atendente Mylena de Oliveira, 27 anos, vê na cirurgia uma chance de mudar hábitos e autoestima. “A obesidade interfere muito na minha vida. Tenho muita coisa para viver e isso pesa”, relatou. Já a autônoma Joice da Silva, 40, espera retomar atividades simples do cotidiano. “Muita gente acha que obesidade é brincadeira, mas é doença. Esta cirurgia significa muito para mim”, afirmou.

Com o incremento das cirurgias e das ações de triagem, o Opera Sergipe se consolida como o maior programa estadual de cirurgias eletivas, mantendo o estado entre os pioneiros na ampliação do acesso ao procedimento pelo SUS.

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Sergipe confirmou seu protagonismo na oferta de cirurgias bariátricas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em oito meses da segunda fase do programa Opera Sergipe, foram realizados 419 procedimentos, consolidando o estado como referência nacional na área.

Para acelerar ainda mais o atendimento, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) promoveu neste sábado, 29, um mutirão de consultas no Ambulatório do Hospital Cirurgia, em Aracaju. Cem pacientes cadastrados no sistema de regulação passaram por avaliação com especialistas, além de encontros com nutricionistas e psicólogos.

O governador Fábio Mitidieri acompanhou a ação e destacou o impacto do programa. “Cada pessoa atendida carrega uma história e a expectativa de ter acesso a um procedimento que significa saúde, dignidade e qualidade de vida. Em seis meses, o Opera Sergipe entregou resultados que antes levavam anos”, afirmou.

O secretário de Estado da Saúde, Cláudio Mitidieri, reforçou o mérito das equipes envolvidas. “A cirurgia bariátrica é muito mais que um procedimento; representa a recuperação da saúde”, disse, agradecendo o trabalho dos hospitais credenciados.

Acompanhamento multiprofissional

Após a triagem, os pacientes entram no protocolo pré-operatório, que prevê exames diagnósticos e acompanhamento com nutricionistas, psicólogos, cardiologistas e endocrinologistas. Segundo a coordenadora do programa, Marli Francisca Palmeira, o mutirão evidencia o compromisso de reduzir a fila de espera e ampliar o acesso a uma assistência “humanizada e qualificada”.

Para o cirurgião bariátrico Raul Andrade, o avanço do Opera Sergipe é um marco para a saúde pública do estado, ao ampliar o tratamento da obesidade grave e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Expectativas dos pacientes

A atendente Mylena de Oliveira, 27 anos, vê na cirurgia uma chance de mudar hábitos e autoestima. “A obesidade interfere muito na minha vida. Tenho muita coisa para viver e isso pesa”, relatou. Já a autônoma Joice da Silva, 40, espera retomar atividades simples do cotidiano. “Muita gente acha que obesidade é brincadeira, mas é doença. Esta cirurgia significa muito para mim”, afirmou.

Com o incremento das cirurgias e das ações de triagem, o Opera Sergipe se consolida como o maior programa estadual de cirurgias eletivas, mantendo o estado entre os pioneiros na ampliação do acesso ao procedimento pelo SUS.

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