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Aracaju, Domingo, 21 de junho de 2026
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Sergipe reduz analfabetismo, mas segue entre os estados com maiores índices do país

Educação

Sergipe reduz analfabetismo, mas segue entre os estados com maiores índices do país

Publicidade Em relação à média de anos estudados, o estado também apresentou avanços; entre as capitais do Nordeste, Aracaju lidera a média entre as mulheres. Publicidade A taxa de analfabetismo em Sergipe apresentou queda significativa nos últimos anos, mas o estado ainda permanece entre aqueles que têm os maiores índices do Brasil. Em 2016, 13,9% […]

21/06/2026 · 11h01
Sergipe reduz analfabetismo, mas segue entre os estados com maiores índices do país

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Em relação à média de anos estudados, o estado também apresentou avanços; entre as capitais do Nordeste, Aracaju lidera a média entre as mulheres.

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A taxa de analfabetismo em Sergipe apresentou queda significativa nos últimos anos, mas o estado ainda permanece entre aqueles que têm os maiores índices do Brasil. Em 2016, 13,9% dos sergipanos com 15 anos ou mais eram analfabetos. Em 2025, esse percentual caiu para 10,3%.  Os dados, referentes ao ano de 2025, são da PNAD Contínua – módulo Educação, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (19).

Mesmo com essa redução, Sergipe teve a sexta maior taxa de analfabetismo do país, praticamente mantendo a mesma colocação registrada em 2016. Todos os estados com índices mais elevados estão concentrados na região Nordeste. No Brasil, no mesmo período, a taxa caiu de 6,7% para 4,9%, ficando pela primeira vez abaixo de 5%.

Entre os homens, a taxa de analfabetismo em Sergipe chega a 11,1%, enquanto entre as mulheres o índice é menor, de 9,6%. A grande variação acontece, no entanto, em relação à faixa etária. Entre pessoas com mais de 60 anos, a taxa era de 40,1% em 2016 e caiu para 29,9% em 2025.

As diferenças por cor ou raça também permanecem presentes. Em 2016, a taxa de analfabetismo entre pessoas brancas em Sergipe era de 12,6% e recuou para 9% em 2025. No mesmo período, entre pretos e pardos, a taxa caiu de 14,4% para 10,7%.

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Média de anos estudados

No Brasil, a média passou de 9,3 anos em 2016 para 10,4 anos em 2025. No Nordeste, o crescimento foi de 8,2 para 9,3 anos. Sergipe acompanhou esse movimento regional, saindo de 8,3 para 9,3 anos de escolaridade média.

Nesse cenário, Aracaju se destaca positivamente. A capital sergipana registrou aumento de 10,6 para 11,6 anos de estudo no período analisado, posicionando-se entre as capitais nordestinas com maior escolaridade, junto a Recife e Natal. Quando o recorte é feito apenas entre as mulheres, Aracaju lidera o ranking no Nordeste, com média de 11,7 anos de estudo, seguida de Salvador (11,6 anos). Já entre os homens, a capital sergipana ocupa a terceira colocação no Nordeste.

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Quando é feito o recorte de cor e raça, em nível nacional, a população branca apresenta média de 11,2 anos de estudo, enquanto pretos e pardos acumulam, em média, 9,8 anos. Em Sergipe, pessoas brancas têm, em média, 9,8 anos de estudo, contra 9,1 anos entre pretos e pardos.

Foto: Silvio Turra/SEED Paraná

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Em relação à média de anos estudados, o estado também apresentou avanços; entre as capitais do Nordeste, Aracaju lidera a média entre as mulheres.

A taxa de analfabetismo em Sergipe apresentou queda significativa nos últimos anos, mas o estado ainda permanece entre aqueles que têm os maiores índices do Brasil. Em 2016, 13,9% dos sergipanos com 15 anos ou mais eram analfabetos. Em 2025, esse percentual caiu para 10,3%.  Os dados, referentes ao ano de 2025, são da PNAD Contínua – módulo Educação, divulgada pelo IBGE nesta sexta-feira (19).

Mesmo com essa redução, Sergipe teve a sexta maior taxa de analfabetismo do país, praticamente mantendo a mesma colocação registrada em 2016. Todos os estados com índices mais elevados estão concentrados na região Nordeste. No Brasil, no mesmo período, a taxa caiu de 6,7% para 4,9%, ficando pela primeira vez abaixo de 5%.

Entre os homens, a taxa de analfabetismo em Sergipe chega a 11,1%, enquanto entre as mulheres o índice é menor, de 9,6%. A grande variação acontece, no entanto, em relação à faixa etária. Entre pessoas com mais de 60 anos, a taxa era de 40,1% em 2016 e caiu para 29,9% em 2025.

As diferenças por cor ou raça também permanecem presentes. Em 2016, a taxa de analfabetismo entre pessoas brancas em Sergipe era de 12,6% e recuou para 9% em 2025. No mesmo período, entre pretos e pardos, a taxa caiu de 14,4% para 10,7%.

Média de anos estudados

No Brasil, a média passou de 9,3 anos em 2016 para 10,4 anos em 2025. No Nordeste, o crescimento foi de 8,2 para 9,3 anos. Sergipe acompanhou esse movimento regional, saindo de 8,3 para 9,3 anos de escolaridade média.

Nesse cenário, Aracaju se destaca positivamente. A capital sergipana registrou aumento de 10,6 para 11,6 anos de estudo no período analisado, posicionando-se entre as capitais nordestinas com maior escolaridade, junto a Recife e Natal. Quando o recorte é feito apenas entre as mulheres, Aracaju lidera o ranking no Nordeste, com média de 11,7 anos de estudo, seguida de Salvador (11,6 anos). Já entre os homens, a capital sergipana ocupa a terceira colocação no Nordeste.

Quando é feito o recorte de cor e raça, em nível nacional, a população branca apresenta média de 11,2 anos de estudo, enquanto pretos e pardos acumulam, em média, 9,8 anos. Em Sergipe, pessoas brancas têm, em média, 9,8 anos de estudo, contra 9,1 anos entre pretos e pardos.

Foto: Silvio Turra/SEED Paraná

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