Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Saúde

Sociedades de Cardiologia mudam classificação da pressão arterial

A pressão arterial considerada de risco no Brasil teve sua classificação alterada. A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, apresentada no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia, passa a classificar valores de 12 por 8 (120-139 mmHg) como pré-hipertensão. Anteriormente, esses índices eram chamados de "normais limítrofes".

19/09/2025 · 12h27
Sociedades de Cardiologia mudam classificação da pressão arterial

A nova diretriz brasileira passa a considerar valores de 12 por 8 como pré-hipertensão, exigindo maior atenção e mudanças no estilo de vida. O objetivo é reforçar a prevenção de doenças cardiovasculares.

A pressão arterial considerada de risco no Brasil teve sua classificação alterada. A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, apresentada no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia, passa a classificar valores de 12 por 8 (120-139 mmHg) como pré-hipertensão. Anteriormente, esses índices eram chamados de “normais limítrofes”.

Publicidade

A mudança, que alinha o Brasil às tendências internacionais, busca reforçar a prevenção, já que a hipertensão ainda não está instalada nessa fase, mas o risco cardiovascular já aumenta. Segundo a diretriz, médicos devem recomendar mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, até o uso de medicamentos.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Novas metas de tratamento

O novo documento também altera as metas de tratamento para hipertensos. Antes, o valor aceitável era abaixo de 14 por 9. Agora, a recomendação é mais rígida: a meta passa a ser menor que 13 por 8 (<130/80 mmHg) para todos os pacientes.

De acordo com os especialistas, essa redução no limite é crucial para diminuir os riscos de infarto, AVC e insuficiência renal. Para pacientes que não toleram uma redução tão intensa, a orientação é buscar o menor valor possível dentro da segurança clínica.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

A nova diretriz brasileira passa a considerar valores de 12 por 8 como pré-hipertensão, exigindo maior atenção e mudanças no estilo de vida. O objetivo é reforçar a prevenção de doenças cardiovasculares.

A pressão arterial considerada de risco no Brasil teve sua classificação alterada. A nova Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, apresentada no 80º Congresso Brasileiro de Cardiologia, passa a classificar valores de 12 por 8 (120-139 mmHg) como pré-hipertensão. Anteriormente, esses índices eram chamados de “normais limítrofes”.

A mudança, que alinha o Brasil às tendências internacionais, busca reforçar a prevenção, já que a hipertensão ainda não está instalada nessa fase, mas o risco cardiovascular já aumenta. Segundo a diretriz, médicos devem recomendar mudanças no estilo de vida e, em alguns casos, até o uso de medicamentos.

Novas metas de tratamento

O novo documento também altera as metas de tratamento para hipertensos. Antes, o valor aceitável era abaixo de 14 por 9. Agora, a recomendação é mais rígida: a meta passa a ser menor que 13 por 8 (<130/80 mmHg) para todos os pacientes.

De acordo com os especialistas, essa redução no limite é crucial para diminuir os riscos de infarto, AVC e insuficiência renal. Para pacientes que não toleram uma redução tão intensa, a orientação é buscar o menor valor possível dentro da segurança clínica.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA