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Sudeste Asiático expressa preocupação com fechamento do Estreito de Ormuz

Ministros do Sudeste Asiático expressam preocupações com tensões entre EUA e Irã.

21/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h04
Sudeste Asiático expressa preocupação com fechamento do Estreito de Ormuz

Os países do Sudeste Asiático manifestaram sérias preocupações em relação à crescente tensão entre Estados Unidos e Irã, especialmente após a retomada das hostilidades que ameaçam a segurança energética da região. Em uma declaração conjunta, os ministros das Relações Exteriores da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) afirmaram que estão “profundamente preocupados” com a situação atual.

O fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota crucial que representa cerca de 60% do fornecimento de energia da região, é um fator central para essa preocupação. Os países asiáticos, que dependem fortemente da passagem marítima para abastecimento energético, estão entre os mais impactados pelo bloqueio efetivo imposto pelo Irã.

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“Estamos profundamente preocupados que esses acontecimentos prejudiquem gravemente os esforços em andamento de importantes mediadores e reduzam as perspectivas de uma solução pacífica por meio do diálogo e da diplomacia”, destacaram os ministros.

No início deste ano, diversas nações da região enfrentaram escassez de energia e tiveram que adotar medidas drásticas para manter suas economias em funcionamento, com as Filipinas, por exemplo, chegando a declarar estado de emergência nacional.

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A interrupção da passagem marítima pelo Irã resultou em uma escassez significativa de derivados de petróleo em toda a região, afetando a produção de fertilizantes, plásticos, produtos químicos e gás liquefeito, que muitas famílias utilizam para cozinhar. Segundo a Agência Internacional de Energia, essa situação se agravou no último mês, levando ao aumento dos preços dos combustíveis em diversos países do Sudeste Asiático.

Os ministros da ASEAN também alertaram que a escalada dos combates entre Estados Unidos e Irã poderá ter novas implicações para o comércio, a energia e a segurança alimentar na região. Uma das principais preocupações expressas foi a estabilidade das cadeias de abastecimento agrícola e de fertilizantes, essenciais para a produção alimentar local.

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Os países do Sudeste Asiático manifestaram sérias preocupações em relação à crescente tensão entre Estados Unidos e Irã, especialmente após a retomada das hostilidades que ameaçam a segurança energética da região. Em uma declaração conjunta, os ministros das Relações Exteriores da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático) afirmaram que estão “profundamente preocupados” com a situação atual.

O fechamento do Estreito de Ormuz, uma rota crucial que representa cerca de 60% do fornecimento de energia da região, é um fator central para essa preocupação. Os países asiáticos, que dependem fortemente da passagem marítima para abastecimento energético, estão entre os mais impactados pelo bloqueio efetivo imposto pelo Irã.

“Estamos profundamente preocupados que esses acontecimentos prejudiquem gravemente os esforços em andamento de importantes mediadores e reduzam as perspectivas de uma solução pacífica por meio do diálogo e da diplomacia”, destacaram os ministros.

No início deste ano, diversas nações da região enfrentaram escassez de energia e tiveram que adotar medidas drásticas para manter suas economias em funcionamento, com as Filipinas, por exemplo, chegando a declarar estado de emergência nacional.

A interrupção da passagem marítima pelo Irã resultou em uma escassez significativa de derivados de petróleo em toda a região, afetando a produção de fertilizantes, plásticos, produtos químicos e gás liquefeito, que muitas famílias utilizam para cozinhar. Segundo a Agência Internacional de Energia, essa situação se agravou no último mês, levando ao aumento dos preços dos combustíveis em diversos países do Sudeste Asiático.

Os ministros da ASEAN também alertaram que a escalada dos combates entre Estados Unidos e Irã poderá ter novas implicações para o comércio, a energia e a segurança alimentar na região. Uma das principais preocupações expressas foi a estabilidade das cadeias de abastecimento agrícola e de fertilizantes, essenciais para a produção alimentar local.

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