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Saúde

SUS passa a oferecer teleatendimento em saúde mental para mulheres em situação de violência

Quem: Mulheres expostas à violência ou em situação de vulnerabilidade psicossocial. O que: O Sistema Único de Saúde (SUS) começa a oferecer...

06/03/2026 · 09h52 · Atualizado às 18h55
SUS passa a oferecer teleatendimento em saúde mental para mulheres em situação de violência

O Sistema Único de Saúde (SUS) começa a oferecer teleatendimento em saúde mental voltado para esse público, com consultas remotas realizadas por equipe multiprofissional.

O serviço entra em operação neste mês no Recife e no Rio de Janeiro. O cronograma do Ministério da Saúde prevê expansão em maio para cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, alcance ao restante do país.

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Segundo o ministério, a iniciativa prevê 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS). Mulheres poderão ser encaminhadas a partir de unidades da atenção primária, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção. Também será possível buscar diretamente o atendimento pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app que deve começar a operar no fim do mês.

No aplicativo, a mulher fará um cadastro para uma avaliação inicial da situação de violência; com base nessas informações, o sistema enviará dia e horário do teleatendimento. O ministério informou que a primeira consulta terá como objetivo identificar riscos, mapear a rede de apoio e levantar demandas, além de articular encaminhamentos com serviços de referência.

Equipe e público-alvo: O atendimento oferecerá acesso a psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em alguns casos, terapeuta ocupacional. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o serviço não é restrito apenas a mulheres que já foram vítimas constatadas de violência, mas também será direcionado a aquelas que manifestam sinais de risco ou que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade.

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Padilha acrescentou que o modelo seguirá a experiência já implementada para suporte a pessoas com compulsão por jogos eletrônicos, adaptando articulações com a atenção primária e as pactuações com estados e municípios.

Mais informações sobre o pacote foram divulgadas no programa Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.

Com informações de Agência Brasil

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O Sistema Único de Saúde (SUS) começa a oferecer teleatendimento em saúde mental voltado para esse público, com consultas remotas realizadas por equipe multiprofissional.

O serviço entra em operação neste mês no Recife e no Rio de Janeiro. O cronograma do Ministério da Saúde prevê expansão em maio para cidades com mais de 150 mil habitantes e, em junho, alcance ao restante do país.

Segundo o ministério, a iniciativa prevê 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos por ano, em parceria com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS (Proadi-SUS). Mulheres poderão ser encaminhadas a partir de unidades da atenção primária, unidades básicas de saúde (UBS) e serviços da rede de proteção. Também será possível buscar diretamente o atendimento pelo aplicativo Meu SUS Digital, por meio de um mini app que deve começar a operar no fim do mês.

No aplicativo, a mulher fará um cadastro para uma avaliação inicial da situação de violência; com base nessas informações, o sistema enviará dia e horário do teleatendimento. O ministério informou que a primeira consulta terá como objetivo identificar riscos, mapear a rede de apoio e levantar demandas, além de articular encaminhamentos com serviços de referência.

Equipe e público-alvo: O atendimento oferecerá acesso a psiquiatra, psicólogo, assistente social e, em alguns casos, terapeuta ocupacional. De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o serviço não é restrito apenas a mulheres que já foram vítimas constatadas de violência, mas também será direcionado a aquelas que manifestam sinais de risco ou que se encontram em situação de extrema vulnerabilidade.

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Padilha acrescentou que o modelo seguirá a experiência já implementada para suporte a pessoas com compulsão por jogos eletrônicos, adaptando articulações com a atenção primária e as pactuações com estados e municípios.

Mais informações sobre o pacote foram divulgadas no programa Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.

Com informações de Agência Brasil

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