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Aracaju, Quarta-feira, 12 de agosto de 2026
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SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

Saúde

SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. A inclusão foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

11/08/2026 · 15h45
SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

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A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente.

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O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. A inclusão foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

O exame será destinado a homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos e deverá ser realizado a cada dois anos. A orientação não se aplica a pessoas que apresentam sintomas ou suspeita clínica da doença, casos em que são necessários exames diagnósticos.

O FIT identifica pequenas quantidades de sangue nas fezes que não podem ser percebidas a olho nu. A presença desse material pode indicar pólipos, lesões que antecedem o câncer ou alterações no intestino. A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente, e o material é posteriormente encaminhado para análise.

Entre as vantagens estão a dispensa de preparo intestinal e de dieta específica, além da possibilidade de coleta com apenas uma amostra. Segundo o Ministério da Saúde, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.

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A medida pode ampliar o acesso à prevenção e à detecção precoce para mais de 40 milhões de brasileiros. O câncer colorretal é atualmente o segundo tipo mais frequente no país, considerando os tumores que não são de pele não melanoma. Para o período de 2026 a 2028, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 53,8 mil novos casos por ano.

Como funciona

Quando o resultado do FIT aponta a presença de sangue oculto, o paciente deve ser encaminhado para uma avaliação complementar. A colonoscopia continua sendo o principal exame para investigar o intestino, pois permite visualizar o cólon e o reto e retirar pólipos durante o procedimento.

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A principal diferença do FIT em relação aos testes tradicionais de sangue oculto nas fezes é o uso de anticorpos específicos para detectar sangue humano, o que aumenta a precisão do exame.

Foto: © Jo Panuwat D/ Adobe Stock | Fonte: Agência Brasil

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A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente.

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a oferecer, a partir desta segunda-feira (10), o teste imunoquímico fecal (FIT) para o rastreamento do câncer colorretal. A inclusão foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União.

O exame será destinado a homens e mulheres assintomáticos de 50 a 75 anos e deverá ser realizado a cada dois anos. A orientação não se aplica a pessoas que apresentam sintomas ou suspeita clínica da doença, casos em que são necessários exames diagnósticos.

O FIT identifica pequenas quantidades de sangue nas fezes que não podem ser percebidas a olho nu. A presença desse material pode indicar pólipos, lesões que antecedem o câncer ou alterações no intestino. A coleta pode ser feita em casa, com um kit fornecido ao paciente, e o material é posteriormente encaminhado para análise.

Entre as vantagens estão a dispensa de preparo intestinal e de dieta específica, além da possibilidade de coleta com apenas uma amostra. Segundo o Ministério da Saúde, o exame apresenta sensibilidade entre 85% e 92% para identificar possíveis alterações.

A medida pode ampliar o acesso à prevenção e à detecção precoce para mais de 40 milhões de brasileiros. O câncer colorretal é atualmente o segundo tipo mais frequente no país, considerando os tumores que não são de pele não melanoma. Para o período de 2026 a 2028, o Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima 53,8 mil novos casos por ano.

Como funciona

Quando o resultado do FIT aponta a presença de sangue oculto, o paciente deve ser encaminhado para uma avaliação complementar. A colonoscopia continua sendo o principal exame para investigar o intestino, pois permite visualizar o cólon e o reto e retirar pólipos durante o procedimento.

A principal diferença do FIT em relação aos testes tradicionais de sangue oculto nas fezes é o uso de anticorpos específicos para detectar sangue humano, o que aumenta a precisão do exame.

Foto: © Jo Panuwat D/ Adobe Stock | Fonte: Agência Brasil

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