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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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TCU analisa pedido de servidores do Congresso sobre teto salarial

Política

TCU analisa pedido de servidores do Congresso sobre teto salarial

TCU irá analisar pedido de exceção ao teto salarial para servidores do Congresso hoje.

15/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h21
TCU analisa pedido de servidores do Congresso sobre teto salarial

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O Tribunal de Contas da União (TCU) analisará hoje, 15 de julho, um pedido de exceção à aplicação do teto do funcionalismo público para os servidores do Congresso Nacional e do próprio TCU. A pauta foi definida a partir de uma representação do Sindilegis, o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União.

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A solicitação da categoria visa a não aplicação do limite do teto sobre os rendimentos dos servidores que ocupam funções de confiança e cargos comissionados na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no TCU. Atualmente, há um entendimento de que gratificações recebidas por exercer cargos de chefia fazem parte da remuneração total dos servidores, o que implica no respeito ao teto constitucional.

A consequência dessa interpretação é que servidores públicos que recebem próximo ao teto não conseguem usufruir da totalidade das gratificações. Essa situação é conhecida como “penduricalho”, que se refere ao ato de ultrapassar o limite de remuneração estabelecido pela Constituição.

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O caso foi pautado para a tarde de hoje e será relatado pelo ministro Walton Alencar Rodrigues. O presidente do Sindilegis, Alisson Souza, defendeu que a exceção é um direito. Ele argumenta que a discussão sobre a aplicação das remunerações é pertinente e será regulamentada futuramente, mas ressaltou que a função de chefia é uma verba remuneratória, sujeita ao imposto de renda.

“O que se deseja é que os chefes recebam por serem chefes. Nada mais. Embora as leis das nossas carreiras prevejam esse pagamento pelo exercício da chefia, hoje as pessoas não recebem esse valor”, afirmou o presidente do Sindilegis.

Apesar da defesa, Souza não detalhou como a reivindicação será implementada sem infringir o limite constitucional estipulado para os salários dos servidores. O eventual descumprimento do teto pode abrir precedentes para que outras categorias de servidores públicos busquem na Justiça autorização para ultrapassar o limite legal de remuneração.

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O presidente do Sindilegis, por sua vez, optou por não comentar sobre esse aspecto da reivindicação.

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O Tribunal de Contas da União (TCU) analisará hoje, 15 de julho, um pedido de exceção à aplicação do teto do funcionalismo público para os servidores do Congresso Nacional e do próprio TCU. A pauta foi definida a partir de uma representação do Sindilegis, o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União.

A solicitação da categoria visa a não aplicação do limite do teto sobre os rendimentos dos servidores que ocupam funções de confiança e cargos comissionados na Câmara dos Deputados, no Senado Federal e no TCU. Atualmente, há um entendimento de que gratificações recebidas por exercer cargos de chefia fazem parte da remuneração total dos servidores, o que implica no respeito ao teto constitucional.

A consequência dessa interpretação é que servidores públicos que recebem próximo ao teto não conseguem usufruir da totalidade das gratificações. Essa situação é conhecida como “penduricalho”, que se refere ao ato de ultrapassar o limite de remuneração estabelecido pela Constituição.

O caso foi pautado para a tarde de hoje e será relatado pelo ministro Walton Alencar Rodrigues. O presidente do Sindilegis, Alisson Souza, defendeu que a exceção é um direito. Ele argumenta que a discussão sobre a aplicação das remunerações é pertinente e será regulamentada futuramente, mas ressaltou que a função de chefia é uma verba remuneratória, sujeita ao imposto de renda.

“O que se deseja é que os chefes recebam por serem chefes. Nada mais. Embora as leis das nossas carreiras prevejam esse pagamento pelo exercício da chefia, hoje as pessoas não recebem esse valor”, afirmou o presidente do Sindilegis.

Apesar da defesa, Souza não detalhou como a reivindicação será implementada sem infringir o limite constitucional estipulado para os salários dos servidores. O eventual descumprimento do teto pode abrir precedentes para que outras categorias de servidores públicos busquem na Justiça autorização para ultrapassar o limite legal de remuneração.

O presidente do Sindilegis, por sua vez, optou por não comentar sobre esse aspecto da reivindicação.

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