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Aracaju, Segunda-feira, 22 de junho de 2026
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TCU vai analisar quatro projetos ferroviários após atrasos no cronograma

Brasil

TCU vai analisar quatro projetos ferroviários após atrasos no cronograma

Ministério dos Transportes enviará quatro projetos ferroviários ao TCU após atrasos.

22/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h33
TCU vai analisar quatro projetos ferroviários após atrasos no cronograma

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O Ministério dos Transportes prepara envio de quatro projetos ao TCU nos próximos meses. Entre eles, o Corredor Leste-Oeste e três lotes da Malha Sul. O primeiro leilão do ano já foi adiado.

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O Ministério dos Transportes está se preparando para enviar, nos próximos meses, quatro novos projetos ferroviários ao Tribunal de Contas da União (TCU), após atrasos no cronograma de entrega. O primeiro leilão ferroviário do ano, que estava agendado para abril, foi adiado.

O ministro dos Transportes, George Santoro, informou que os projetos a serem encaminhados incluem o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, três lotes da Malha Sul, a ferrovia Açailândia (MA)-Barcarena (PA) e a concessão ferroviária de passageiros entre Luziânia (GO) e Brasília.

Dentre eles, o Corredor Leste-Oeste é considerado um dos principais projetos em andamento. Esta proposta visa conectar Lucas do Rio Verde (MT) ao Porto Sul, localizado em Ilhéus (BA), integrando a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A intenção é criar uma alternativa para o escoamento da produção agrícola e mineral do Centro-Oeste, que atualmente depende dos portos das regiões Sul e Sudeste.

A Malha Sul abrange a rede ferroviária dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que atualmente está sob a operação da Rumo. O projeto, que enfrenta críticas dos governos sulistas, propõe uma nova modelagem de concessão para modernizar a infraestrutura e recuperar trechos que estão subutilizados.

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A ferrovia Açailândia-Barcarena tem como objetivo conectar a Ferrovia Norte-Sul ao Porto de Vila do Conde, no Pará, oferecendo uma nova alternativa de acesso ao Arco Norte para o transporte de grãos, fertilizantes e combustíveis. Por outro lado, o trecho de passageiros entre Luziânia e Brasília utilizará a infraestrutura ferroviária já existente para atender a população do Entorno Sul do Distrito Federal, que tem um forte fluxo diário de trabalhadores para a capital federal.

Atualmente, quatro projetos ferroviários já estão em análise no TCU: Minas-Rio, Malha Oeste, EF-118 e Ferrogrão. Santoro declarou, após um evento de inauguração da Ferrovia Estadual do Mato Grosso, que espera que essas licitações sejam deliberadas nos próximos meses.

Sobre a Ferrogrão, o ministro mencionou que o projeto “já vai ser aprovado” e que todos os documentos necessários já foram enviados ao TCU. Essa ferrovia é considerada uma das principais apostas do governo para 2026, embora haja incertezas no mercado sobre a estruturação financeira necessária para os altos investimentos que o projeto exige.

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O cronograma do governo sofreu atrasos, e a previsão inicial de iniciar os leilões em abril com o corredor Minas-Rio foi adiada. Santoro comentou que o processo pode ser analisado pelo TCU ainda nesta semana, embora ainda não conste na pauta pública do tribunal.

Com as alterações no cronograma, o governo agora trabalha com a expectativa de realizar o primeiro leilão ferroviário em setembro, quando está prevista a licitação da EF-118, também chamada de Anel Ferroviário Sudeste. Para que o cronograma se mantenha, o edital deverá ser publicado até o dia 30 de junho.

O ministro também mencionou que algumas propostas podem ser adiadas para 2027, com os três lotes da Malha Sul e a ferrovia Açailândia-Barcarena sendo os projetos com maior possibilidade de postergação. O cronograma oficial do Ministério dos Transportes agora prevê cinco leilões ferroviários ainda para 2026: EF-118 em setembro, Minas-Rio em outubro, Malha Oeste em novembro e Ferrogrão e Corredor Leste-Oeste em dezembro.

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O Ministério dos Transportes prepara envio de quatro projetos ao TCU nos próximos meses. Entre eles, o Corredor Leste-Oeste e três lotes da Malha Sul. O primeiro leilão do ano já foi adiado.

O Ministério dos Transportes está se preparando para enviar, nos próximos meses, quatro novos projetos ferroviários ao Tribunal de Contas da União (TCU), após atrasos no cronograma de entrega. O primeiro leilão ferroviário do ano, que estava agendado para abril, foi adiado.

O ministro dos Transportes, George Santoro, informou que os projetos a serem encaminhados incluem o Corredor Ferroviário Leste-Oeste, três lotes da Malha Sul, a ferrovia Açailândia (MA)-Barcarena (PA) e a concessão ferroviária de passageiros entre Luziânia (GO) e Brasília.

Dentre eles, o Corredor Leste-Oeste é considerado um dos principais projetos em andamento. Esta proposta visa conectar Lucas do Rio Verde (MT) ao Porto Sul, localizado em Ilhéus (BA), integrando a Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico) e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A intenção é criar uma alternativa para o escoamento da produção agrícola e mineral do Centro-Oeste, que atualmente depende dos portos das regiões Sul e Sudeste.

A Malha Sul abrange a rede ferroviária dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que atualmente está sob a operação da Rumo. O projeto, que enfrenta críticas dos governos sulistas, propõe uma nova modelagem de concessão para modernizar a infraestrutura e recuperar trechos que estão subutilizados.

A ferrovia Açailândia-Barcarena tem como objetivo conectar a Ferrovia Norte-Sul ao Porto de Vila do Conde, no Pará, oferecendo uma nova alternativa de acesso ao Arco Norte para o transporte de grãos, fertilizantes e combustíveis. Por outro lado, o trecho de passageiros entre Luziânia e Brasília utilizará a infraestrutura ferroviária já existente para atender a população do Entorno Sul do Distrito Federal, que tem um forte fluxo diário de trabalhadores para a capital federal.

Atualmente, quatro projetos ferroviários já estão em análise no TCU: Minas-Rio, Malha Oeste, EF-118 e Ferrogrão. Santoro declarou, após um evento de inauguração da Ferrovia Estadual do Mato Grosso, que espera que essas licitações sejam deliberadas nos próximos meses.

Sobre a Ferrogrão, o ministro mencionou que o projeto “já vai ser aprovado” e que todos os documentos necessários já foram enviados ao TCU. Essa ferrovia é considerada uma das principais apostas do governo para 2026, embora haja incertezas no mercado sobre a estruturação financeira necessária para os altos investimentos que o projeto exige.

O cronograma do governo sofreu atrasos, e a previsão inicial de iniciar os leilões em abril com o corredor Minas-Rio foi adiada. Santoro comentou que o processo pode ser analisado pelo TCU ainda nesta semana, embora ainda não conste na pauta pública do tribunal.

Com as alterações no cronograma, o governo agora trabalha com a expectativa de realizar o primeiro leilão ferroviário em setembro, quando está prevista a licitação da EF-118, também chamada de Anel Ferroviário Sudeste. Para que o cronograma se mantenha, o edital deverá ser publicado até o dia 30 de junho.

O ministro também mencionou que algumas propostas podem ser adiadas para 2027, com os três lotes da Malha Sul e a ferrovia Açailândia-Barcarena sendo os projetos com maior possibilidade de postergação. O cronograma oficial do Ministério dos Transportes agora prevê cinco leilões ferroviários ainda para 2026: EF-118 em setembro, Minas-Rio em outubro, Malha Oeste em novembro e Ferrogrão e Corredor Leste-Oeste em dezembro.

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