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Trump ameaça reabrir Estreito de Ormuz sob risco de ataque ao Irã

Trump afirma que Ormuz será reaberto em breve ou Irã sofrerá consequências.

05/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h12
Trump ameaça reabrir Estreito de Ormuz sob risco de ataque ao Irã

Na madrugada de quarta (5), Trump afirmou à Fox News que o tráfego no Estreito de Ormuz voltará ‘em breve’ e que os EUA podem atacar o Irã se Teerã recuar. Ele citou ‘um dia inteiro de negociações’.

Na madrugada desta quarta-feira (5), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o Estreito de Ormuz será reaberto “em breve” ou, caso contrário, forças americanas lançarão um novo e severo ataque contra o Irã.

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Em entrevista à Fox News, Trump mencionou que houve “um dia inteiro de negociações” com o Irã na terça-feira (4), descrevendo as conversas de forma positiva, mas também alertando sobre possíveis ações militares. “O estreito vai ser reaberto muito em breve ou eles serão atingidos com muita força”, afirmou Trump, acrescentando que, se o Irã voltar atrás, a resposta será ainda mais contundente.

O presidente dos EUA enfatizou que sua intenção não é retomar os ataques, mas sim buscar um acordo diplomático. “Nós os atingimos com muita, muita força. Mas o ataque mais duro ainda está por vir e espero que não precisemos usá-lo”, disse Trump, destacando que as conversas estão progredindo de forma favorável, mesmo que o Irã não reconheça isso.

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Por sua vez, o Irã negou a realização de negociações diretas com os Estados Unidos, afirmando que está em contato com Omã para trabalhar em um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz. Os mediadores esperam que, uma vez que o estreito esteja reaberto, as negociações entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear iraniano possam ser retomadas.

A situação no Estreito de Ormuz é crítica, pois é uma das principais rotas de navegação para o transporte de petróleo. O fechamento deste estreito impactaria significativamente o comércio global e a economia mundial.

As tensões entre os Estados Unidos e o Irã têm se intensificado nos últimos meses, e a questão da reabertura do estreito é um dos pontos centrais nas discussões atuais. O futuro das relações entre os dois países e a estabilidade da região dependem de como essas negociações se desenrolarão.

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Na madrugada de quarta (5), Trump afirmou à Fox News que o tráfego no Estreito de Ormuz voltará ‘em breve’ e que os EUA podem atacar o Irã se Teerã recuar. Ele citou ‘um dia inteiro de negociações’.

Na madrugada desta quarta-feira (5), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que o Estreito de Ormuz será reaberto “em breve” ou, caso contrário, forças americanas lançarão um novo e severo ataque contra o Irã.

Em entrevista à Fox News, Trump mencionou que houve “um dia inteiro de negociações” com o Irã na terça-feira (4), descrevendo as conversas de forma positiva, mas também alertando sobre possíveis ações militares. “O estreito vai ser reaberto muito em breve ou eles serão atingidos com muita força”, afirmou Trump, acrescentando que, se o Irã voltar atrás, a resposta será ainda mais contundente.

O presidente dos EUA enfatizou que sua intenção não é retomar os ataques, mas sim buscar um acordo diplomático. “Nós os atingimos com muita, muita força. Mas o ataque mais duro ainda está por vir e espero que não precisemos usá-lo”, disse Trump, destacando que as conversas estão progredindo de forma favorável, mesmo que o Irã não reconheça isso.

Por sua vez, o Irã negou a realização de negociações diretas com os Estados Unidos, afirmando que está em contato com Omã para trabalhar em um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz. Os mediadores esperam que, uma vez que o estreito esteja reaberto, as negociações entre os EUA e o Irã sobre o programa nuclear iraniano possam ser retomadas.

A situação no Estreito de Ormuz é crítica, pois é uma das principais rotas de navegação para o transporte de petróleo. O fechamento deste estreito impactaria significativamente o comércio global e a economia mundial.

As tensões entre os Estados Unidos e o Irã têm se intensificado nos últimos meses, e a questão da reabertura do estreito é um dos pontos centrais nas discussões atuais. O futuro das relações entre os dois países e a estabilidade da região dependem de como essas negociações se desenrolarão.

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