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Zúniga afasta risco de ataque militar dos EUA ao Brasil

Ricardo Zúniga, ex-integrante do Departamento de Estado, descarta ataque dos EUA ao Brasil.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 15h12
Zúniga afasta risco de ataque militar dos EUA ao Brasil

Em entrevista ao WW, o ex-diplomata Ricardo Zúniga afirmou que não há possibilidade de ofensiva militar americana contra o Brasil. Ele ressaltou a importância das Forças Armadas na comunicação bilateral em crises.

Ricardo Zúniga, ex-integrante do Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirmou que não existe qualquer possibilidade de os americanos atacarem o Brasil. A declaração foi feita durante uma entrevista ao WW, em um momento de tensão diplomática entre os dois países, que se intensificou com a revogação do visto de uma embaixadora brasileira.

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Ao ser questionado sobre a duração da estabilidade nas relações entre os dois países, Zúniga reconheceu que as Forças Armadas sempre desempenharam um papel essencial na comunicação entre Brasil e Estados Unidos. Ele enfatizou que, em tempos de crise, as forças militares costumam atuar como uma ponte significativa entre nações.

“Infelizmente, acho que pouco tempo”, disse Zúniga, referindo-se à estabilidade nas relações, e acrescentou que este canal militar sempre foi muito importante.

O ex-integrante do Departamento de Estado também alertou que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão assumindo um novo papel na América Latina. De acordo com Zúniga, uma força-tarefa foi criada para realizar ações mais militarizadas contra o crime organizado, incluindo operações no alto mar e, potencialmente, intervenções terrestres na América Central e no México.

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“O papel tradicional do Comando Sul na Flórida está mudando sob esta administração”, afirmou Zúniga, destacando um aumento na presença militar dos EUA na região.

Apesar das mudanças no posicionamento militar, Zúniga foi claro ao afirmar que não há uma ameaça direta ao Brasil. Ele reiterou: “Não existe a possibilidade de algum ataque ao Brasil neste contexto, não em outro contexto — isso não vai acontecer.”

Contudo, o analista advertiu que o aumento da presença militar americana pode elevar as tensões na região, provocando desconforto diplomático, mesmo sem representar uma ameaça concreta ao território brasileiro.

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Em entrevista ao WW, o ex-diplomata Ricardo Zúniga afirmou que não há possibilidade de ofensiva militar americana contra o Brasil. Ele ressaltou a importância das Forças Armadas na comunicação bilateral em crises.

Ricardo Zúniga, ex-integrante do Departamento de Estado dos Estados Unidos, afirmou que não existe qualquer possibilidade de os americanos atacarem o Brasil. A declaração foi feita durante uma entrevista ao WW, em um momento de tensão diplomática entre os dois países, que se intensificou com a revogação do visto de uma embaixadora brasileira.

Ao ser questionado sobre a duração da estabilidade nas relações entre os dois países, Zúniga reconheceu que as Forças Armadas sempre desempenharam um papel essencial na comunicação entre Brasil e Estados Unidos. Ele enfatizou que, em tempos de crise, as forças militares costumam atuar como uma ponte significativa entre nações.

“Infelizmente, acho que pouco tempo”, disse Zúniga, referindo-se à estabilidade nas relações, e acrescentou que este canal militar sempre foi muito importante.

O ex-integrante do Departamento de Estado também alertou que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão assumindo um novo papel na América Latina. De acordo com Zúniga, uma força-tarefa foi criada para realizar ações mais militarizadas contra o crime organizado, incluindo operações no alto mar e, potencialmente, intervenções terrestres na América Central e no México.

“O papel tradicional do Comando Sul na Flórida está mudando sob esta administração”, afirmou Zúniga, destacando um aumento na presença militar dos EUA na região.

Apesar das mudanças no posicionamento militar, Zúniga foi claro ao afirmar que não há uma ameaça direta ao Brasil. Ele reiterou: “Não existe a possibilidade de algum ataque ao Brasil neste contexto, não em outro contexto — isso não vai acontecer.”

Contudo, o analista advertiu que o aumento da presença militar americana pode elevar as tensões na região, provocando desconforto diplomático, mesmo sem representar uma ameaça concreta ao território brasileiro.

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