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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Usina dobra lucro e fatura R$ 4,3 bi no ano-safra 2025/26

Brasil

Usina dobra lucro e fatura R$ 4,3 bi no ano-safra 2025/26

CerradinhoBio reporta lucro de R$ 372,7 milhões em 2025/26, com crescimento de 90%.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h58
Usina dobra lucro e fatura R$ 4,3 bi no ano-safra 2025/26

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A CerradinhoBio registrou lucro de R$ 372,7 milhões, alta de 90%. O resultado foi puxado pela expansão da unidade em Goiás e pelo avanço nas vendas de açúcar.

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A CerradinhoBio encerrou o ano-safra 2025/26 com um lucro líquido de R$ 372,7 milhões, apresentando um crescimento de 90% em relação ao ciclo anterior. A receita líquida consolidada da empresa atingiu R$ 4,3 bilhões, o que representa um aumento de 16% na comparação anual. O EBITDA ajustado somou R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 35% que possibilitou que a margem EBITDA se elevasse de 31% para 36%.

Conforme a companhia, o aumento da receita foi impulsionado pela consolidação na produção e comercialização de açúcar, especialmente após a expansão industrial da unidade de Chapadão do Céu, em Goiás. Além disso, o volume de vendas de etanol de milho, principalmente o etanol anidro, e de seus coprodutos também colaborou para esse desempenho.

No que tange à produção industrial, a moagem total, considerando a cana-de-açúcar e o milho convertido em equivalente de cana, alcançou 16 milhões de toneladas, um avanço de 5% em relação à safra anterior. A moagem de cana cresceu 8%, totalizando 5,18 milhões de toneladas, enquanto a moagem de milho aumentou 4%, alcançando 1,51 milhão de toneladas.

Apesar do aumento no processamento, a produtividade agrícola apresentou uma queda de 4%. O rendimento médio dos canaviais foi de 79,6 toneladas por hectare, influenciado pelas condições climáticas adversas durante a safra 2024/25. O teor de Açúcar Total Recuperável se manteve praticamente estável, em 139 quilos por tonelada de cana.

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A empresa informou que as condições climáticas impactaram o desenvolvimento dos canaviais, reduzindo a produtividade. Contudo, o aumento de 18 dias no período de moagem ajudou a elevar o volume processado. Destaca-se também o crescimento da participação da cana própria no abastecimento industrial, que subiu de 41% para 63%.

A produção de açúcar VHP atingiu 415 mil toneladas, um volume 194% superior ao registrado na safra anterior. Por outro lado, a produção total de etanol caiu 13%, totalizando 865 mil metros cúbicos. No segmento de milho, a produção de etanol alcançou 687 mil metros cúbicos, com um crescimento de 5%.

Além disso, a fabricação de DDG e WDG, utilizados principalmente na alimentação animal, avançou 2%, enquanto a produção de óleo de milho aumentou 9%. As vendas de Créditos de Descarbonização (CBIOs) recuaram 52% em relação ao ciclo anterior.

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Em maio de 2025, o Grupo Cerradinho finalizou a consolidação da produção de açúcar VHP em sua unidade de Chapadão do Céu, encerrando um ciclo de investimentos iniciado em 2022, que recebeu aportes de R$ 465 milhões, ampliando a capacidade industrial da empresa. Esta expansão aumentou a flexibilidade operacional da unidade, permitindo direcionar a matéria-prima para a produção de açúcar ou etanol conforme as condições de mercado.

Durante a safra 2025/26, o grupo também aprovou a expansão da unidade industrial da Neomille, sua subsidiária localizada em Chapadão do Céu. O projeto prevê investimentos de R$ 140 milhões para aumentar em aproximadamente 30% a capacidade de processamento de milho da unidade, que deverá atingir 1,2 milhão de toneladas processadas anualmente, reforçando a estratégia de crescimento das operações voltadas ao etanol de milho e aos coprodutos da cadeia de bioenergia.

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A CerradinhoBio registrou lucro de R$ 372,7 milhões, alta de 90%. O resultado foi puxado pela expansão da unidade em Goiás e pelo avanço nas vendas de açúcar.

A CerradinhoBio encerrou o ano-safra 2025/26 com um lucro líquido de R$ 372,7 milhões, apresentando um crescimento de 90% em relação ao ciclo anterior. A receita líquida consolidada da empresa atingiu R$ 4,3 bilhões, o que representa um aumento de 16% na comparação anual. O EBITDA ajustado somou R$ 1,5 bilhão, um crescimento de 35% que possibilitou que a margem EBITDA se elevasse de 31% para 36%.

Conforme a companhia, o aumento da receita foi impulsionado pela consolidação na produção e comercialização de açúcar, especialmente após a expansão industrial da unidade de Chapadão do Céu, em Goiás. Além disso, o volume de vendas de etanol de milho, principalmente o etanol anidro, e de seus coprodutos também colaborou para esse desempenho.

No que tange à produção industrial, a moagem total, considerando a cana-de-açúcar e o milho convertido em equivalente de cana, alcançou 16 milhões de toneladas, um avanço de 5% em relação à safra anterior. A moagem de cana cresceu 8%, totalizando 5,18 milhões de toneladas, enquanto a moagem de milho aumentou 4%, alcançando 1,51 milhão de toneladas.

Apesar do aumento no processamento, a produtividade agrícola apresentou uma queda de 4%. O rendimento médio dos canaviais foi de 79,6 toneladas por hectare, influenciado pelas condições climáticas adversas durante a safra 2024/25. O teor de Açúcar Total Recuperável se manteve praticamente estável, em 139 quilos por tonelada de cana.

A empresa informou que as condições climáticas impactaram o desenvolvimento dos canaviais, reduzindo a produtividade. Contudo, o aumento de 18 dias no período de moagem ajudou a elevar o volume processado. Destaca-se também o crescimento da participação da cana própria no abastecimento industrial, que subiu de 41% para 63%.

A produção de açúcar VHP atingiu 415 mil toneladas, um volume 194% superior ao registrado na safra anterior. Por outro lado, a produção total de etanol caiu 13%, totalizando 865 mil metros cúbicos. No segmento de milho, a produção de etanol alcançou 687 mil metros cúbicos, com um crescimento de 5%.

Além disso, a fabricação de DDG e WDG, utilizados principalmente na alimentação animal, avançou 2%, enquanto a produção de óleo de milho aumentou 9%. As vendas de Créditos de Descarbonização (CBIOs) recuaram 52% em relação ao ciclo anterior.

Em maio de 2025, o Grupo Cerradinho finalizou a consolidação da produção de açúcar VHP em sua unidade de Chapadão do Céu, encerrando um ciclo de investimentos iniciado em 2022, que recebeu aportes de R$ 465 milhões, ampliando a capacidade industrial da empresa. Esta expansão aumentou a flexibilidade operacional da unidade, permitindo direcionar a matéria-prima para a produção de açúcar ou etanol conforme as condições de mercado.

Durante a safra 2025/26, o grupo também aprovou a expansão da unidade industrial da Neomille, sua subsidiária localizada em Chapadão do Céu. O projeto prevê investimentos de R$ 140 milhões para aumentar em aproximadamente 30% a capacidade de processamento de milho da unidade, que deverá atingir 1,2 milhão de toneladas processadas anualmente, reforçando a estratégia de crescimento das operações voltadas ao etanol de milho e aos coprodutos da cadeia de bioenergia.

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